Os tipos de ultrassom são modalidades específicas de exames de imagem que utilizam ondas sonoras para diversas aplicações médicas.
A ultrassonografia é um método diagnóstico seguro, versátil e não invasivo, amplamente integrado à prática clínica em diversas especialidades médicas.
Como esse exame pode ser realizado para diferentes finalidades e com técnicas variadas, ele foi classificado em várias categorias.
Neste artigo, explicaremos os principais tipos de ultrassom, suas aplicações e as expectativas para o futuro da ultrassonografia na medicina diagnóstica.
O que é um ultrassom e como ele funciona?
O ultrassom, chamado também de ecografia ou ultrassonografia, é um exame de imagem utilizado para diagnóstico. Por meio de ondas sonoras de alta frequência, ele permite visualizar em tempo real as estruturas internas do corpo.
O procedimento é realizado com o auxílio de um transdutor (sonda), um dispositivo colocado sobre a superfície da pele para emitir e receber ondas ultrassônicas.
Quando essas ondas entram em contato com os tecidos do corpo, elas geram ecos que retornam ao transdutor. Esses ecos são convertidos em sinais elétricos, processados eletronicamente para formar as imagens.
Esse processo pode ser realizado de várias maneiras, sendo o modo-B (brilho) o mais comum, já que permite a criação de imagens bidimensionais.
Além desses métodos, outras técnicas, como o modo-A (gera gráficos de amplitude) e modo-M (gráficos de movimentação temporal), são usados com outras finalidades, como ecocardiograma.
Quais são os tipos de ultrassom?
A ultrassonografia é uma ferramenta diagnóstica versátil, com modalidades específicas para diferentes necessidades clínicas. Por isso, existem vários tipos de ultrassom. Conheça alguns deles a seguir e suas aplicações especificas:
Ultrassom morfológico
O morfológico é realizado durante a gestação para avaliar o desenvolvimento e a estrutura do feto. Ele é recomendado em três momentos da gravidez:
- Primeiro trimestre (entre a 11ª e a 14ª semana): para avaliar possíveis riscos de síndromes genéticas no bebê;
- Segundo trimestre (entre a 18ª e a 22ª semana): permite avaliar o desenvolvimento dos órgãos e sistemas, além de monitorar o peso e o crescimento adequados para a idade gestacional;
- Terceiro trimestre (entre a 33ª e a 34ª semana): permite a análise 3D (tridimensional) do bebê.
Ultrassom abdominal
Este exame é utilizado para examinar órgãos internos, como fígado, vesícula biliar, baço, pâncreas, rins e bexiga. Ele é realizado quando o médico precisa analisar esses órgãos e identificar possíveis condições patológicas.
O procedimento pode ser classificado em diferentes tipos, dependendo da região avaliada, como:
- Abdome superior: indicado para avaliação do fígado, vesícula biliar, pâncreas, baço e vias biliares;
- Abdome total: analisa órgãos como rins, bexiga e vias urinárias;
- Parede abdominal: foca na análise dos músculos abdominais e na detecção de hérnias e lesões.
Ultrassom transvaginal
O transvaginal oferece uma visualização detalhada das estruturas pélvicas da mulher. Ele é realizado para avaliar a saúde dos órgãos reprodutivos femininos, incluindo o útero, os ovários e as trompas de Falópio.
Por isso, ele pode ser utilizado para diagnosticar condições como cistos ovarianos, infecções, gravidez ectópica e até câncer.
Em mulheres grávidas, o procedimento também pode ser feito para detectar sinais precoces de aborto, avaliar a saúde da placenta e monitorar os batimentos cardíacos do feto.
Ultrassom Doppler
O ultrassom Doppler se baseia no efeito Doppler, que observa as mudanças na frequência das ondas sonoras refletidas por objetos em movimento. Ele é utilizado para avaliar o fluxo sanguíneo, a velocidade e a direção do sangue nos vasos do paciente.
Por isso, esse procedimento pode ser aplicado com diferentes finalidades, como avaliar a função cardíaca, detectar obstruções nos vasos sanguíneos e identificar doenças vasculares e inflamatórias.
Ultrassom da tireoide
Este exame permite a avaliação da estrutura da tireoide e dos linfonodos cervicais. Normalmente, ele é solicitado quando o médico suspeita de alterações nessa glândula ou para monitorar nódulos, cistos e doenças autoimunes.
Ultrassom de mamas
A ultrassonografia das mamas analisa as estruturas internas das mamas e das axilas. Ele é importante para identificar nódulos, cistos ou lesões palpáveis e não palpáveis, além de diferenciar cistos de nódulos sólidos.
Ele também é utilizado para monitorar próteses mamárias e orientar a realização de biópsias ou punções. Vale lembrar que esta ação não substitui a mamografia, mas complementa seus resultados.
Ultrassom transretal
Esse exame é indicado para analisar a condição da próstata, permitindo uma visualização precisa da glândula por meio da inserção do transdutor no reto.
Veja mais: Ultrassom portátil: vantagens e aplicações para o diagnóstico
Como a tecnologia de ultrassom tem evoluído ao longo dos anos?
Essa tecnologia passou por grandes transformações desde sua introdução na medicina, na década de 1940. Naquela época, médicos e pesquisadores adaptaram equipamentos de sonar, originalmente utilizados na guerra, para realizar os primeiros exames diagnósticos por imagem.
O primeiro equipamento a utilizar o modo-B (bidimensional) surgiu somente na década de 1950. Vinte anos depois, em 1970, deram um grande salto com a introdução do escaneamento em tempo real, permitindo aos médicos observarem movimentos dentro do corpo.
Nos anos 80, os sistemas evoluíram de analógicos para digitais, melhorando a qualidade das imagens e a capacidade de processamento. Essa época também marcou a evolução das aplicações da tecnologia Doppler.
Nos anos 90, surgiram os primeiros dispositivos capazes de realizar ultrassonografia tridimensional (3D). No final da década, tivemos um novo salto com o ultrassom 4D, permitindo a observação dos movimentos dos órgãos em tempo real.
Agora, a ultrassonografia continua a evoluir. Desde a década de 2000, novos recursos, como o ultrassom portátil, a elastografia, a ultrassonografia com contraste e a integração com smartphones e tablets, foram desenvolvidos.
O modelo Acelarix AX 2 EDAN é um dispositivo de alta performance que combina mobilidade e qualidade de imagem excepcional. Pesando apenas 4,5 kg, seu design compacto em liga de magnésio facilita o transporte e o uso em diversos ambientes clínicos.
Qual é o futuro da ultrassonografia na medicina?
O futuro da ultrassonografia na medicina está fortemente ligado aos avanços tecnológicos, especialmente à integração da Inteligência Artificial (IA) na análise de exames de imagem.
Algoritmos de IA já conseguem identificar padrões nas imagens que poderiam passar despercebidos pelos olhos humanos. Isso deve facilitar a detecção precoce de anomalias e doenças, além de reduzir erros médicos e minimizar o tempo necessário para interpretar os exames.
A miniaturização dos equipamentos também deve continuar avançando. A chegada de dispositivos mais compactos e portáteis permitirá que os exames sejam realizados em áreas remotas ou de difícil acesso.
Além disso, o uso de ferramentas de 5D deve se popularizar, permitindo a visualização de imagens ultrarrealistas em tempo real.
Isso mostra que hospitais e profissionais de saúde precisarão investir em capacitação e atualização tecnológica para aproveitar todo o potencial dessas tendências.
Na MA Hospitalar, você encontra os melhores aparelhos de ultrassonografia do mercado, com as últimas tecnologias para oferecer o que há de melhor aos seus pacientes. Entre em contato com nossa equipe de atendimento ou acesse nossa loja online!
Com visão ampliada e iluminação avançada, o otoscópio Macroview Plus oferece a clareza necessária para examinar estruturas delicadas, como o canal auditivo e a membrana timpânica.
Imagine esta cena: você está no consultório, diante de um paciente que reclama de dor de ouvido há semanas.
Pode ser uma otite simples, uma perfuração timpânica ou algo mais complexo. O problema é que, com um otoscópio tradicional, a visão do canal auditivo é limitada.
A iluminação não é ideal, o campo de visão é restrito, e você acaba tendo que confiar mais na sua experiência do que no que realmente consegue enxergar.
E se houver um detalhe crucial que passou despercebido? E se o diagnóstico não for tão preciso quanto deveria? Essa é uma realidade que muitos médicos e otorrinolaringologistas enfrentam no dia a dia.
A falta de clareza durante o exame otológico pode levar a diagnósticos imprecisos, tratamentos inadequados e, em alguns casos, até a complicações para o paciente.
Mas e se existisse uma ferramenta que pudesse mudar isso? E se você pudesse enxergar o canal auditivo com uma clareza nunca antes vista? É aí que entra o Otoscópio Macroview Plus.
O desafio dos exames otológicos tradicionais
Vamos ser sinceros: exames otológicos nem sempre são simples. O canal auditivo é uma estrutura delicada e cheia de nuances.
Com um otoscópio comum, a visão é limitada, e a iluminação muitas vezes não é suficiente para identificar detalhes sutis, como pequenas inflamações, lesões ou alterações na membrana timpânica.
Isso pode levar a diagnósticos imprecisos, especialmente em casos mais complexos ou em pacientes pediátricos, onde o canal auditivo é ainda menor e mais difícil de visualizar.
Além disso, a experiência do paciente durante o exame também é um fator crucial. Crianças, em particular, podem ficar ansiosas ou desconfortáveis, o que dificulta a colaboração e pode comprometer a qualidade do exame.
E, no final das contas, quem acaba pagando o preço é o próprio paciente, que pode receber um tratamento inadequado ou ter que passar por reexames desnecessários.
Os diferenciais do Macroview Plus
É aqui que o Macroview Plus da Welch Allyn entra em cena. Desenvolvido para superar as limitações dos otoscópios tradicionais, ele oferece uma visão ampliada e clara do canal auditivo, com uma área de visualização 3 vezes maior.
Isso significa que você consegue ver detalhes que antes poderiam passar despercebidos, garantindo diagnósticos mais precisos e confiáveis. Mas não para por aí.
O Macroview Plus também conta com uma iluminação LED brilhante e de longa duração, que reduz sombras e melhora a visualização de estruturas delicadas.
E quando combinado com os espéculos transparentes LumiView, a visão fica até 8 vezes mais clara em espéculos pediátricos e 4 vezes mais clara em espéculos adultos, em comparação com espéculos pretos tradicionais.
O resultado? Exames mais rápidos, precisos e menos invasivos para o paciente.
Conforto e praticidade para o médico e o paciente
Outro grande diferencial do Macroview Plus é o seu design ergonômico, que facilita a manipulação durante o exame.
Para o médico, isso significa menos esforço e mais precisão. Para o paciente, especialmente as crianças, o exame é menos invasivo e mais rápido, o que reduz a ansiedade e facilita a colaboração.
E todos sabemos: paciente tranquilo, diagnóstico mais fácil.
Além disso, o Macroview Plus é digitalmente capaz. Com o SmartBracket iExaminer e o aplicativo iExaminer Pro, você pode capturar e compartilhar imagens do ouvido diretamente com um dispositivo inteligente.
Isso é ideal para documentar casos, compartilhar imagens com outros especialistas ou usar as imagens para fins educativos.
Como o Macroview Plus ajuda a evitar erros?
Vamos ser diretos: erros de diagnóstico podem acontecer, mas com o Macroview Plus, as chances diminuem consideravelmente.
A combinação de ampliação, iluminação superior e facilidade de uso permite que você:
- Identifique detalhes sutis: pequenas inflamações, lesões ou alterações na cor da membrana timpânica ficam mais evidentes.
- Reduza a necessidade de reexames: com uma visão clara e precisa, você consegue fechar o diagnóstico com mais segurança.
- Documente melhor: as imagens capturadas podem ser usadas para análise posterior ou para mostrar ao paciente.
Investimento que vale a pena
Sim, o Macroview Plus é um investimento, mas é um daqueles que se pagam rapidamente.
Afinal, estamos falando de um equipamento que aumenta a eficiência do seu trabalho, reduz o risco de erros e melhora a experiência do paciente.
E, no final do dia, isso se traduz em mais confiança, mais satisfação e até mesmo mais indicações.
Conclusão: precisão ao alcance das suas mãos
Se você quer garantir diagnósticos mais precisos e oferecer um atendimento de excelência, o Otoscópio Macroview Plus é o parceiro ideal.
Ele une tecnologia, ergonomia e confiabilidade em um único equipamento, tornando o exame otológico mais eficiente e menos estressante para todos os envolvidos.
E aí, pronto para levar a sua prática clínica para o próximo nível?
Sobre a MA Hospitalar
Na MA Hospitalar, nós entendemos as necessidades dos profissionais de saúde. Por isso, oferecemos equipamentos de alta qualidade, como o Otoscópio Macroview Plus, que fazem a diferença no dia a dia de médicos e otorrinos.
Quer saber mais sobre como o Macroview Plus pode ajudar você?
Fale com um de nossos consultores e descubra as melhores soluções para a sua clínica ou consultório!
O otoscópio Welch Allyn é um instrumento fundamental na rotina de médicos que precisam de tecnologia e clareza para examinar estruturas delicadas, como o canal auditivo e a membrana timpânica.
Se você é otorrinolaringologista ou médico em geral, sabe que a precisão no diagnóstico é tudo.
E quando falamos de exames de ouvido, o otoscópio é uma ferramenta indispensável na sua rotina clínica. Mas, vamos combinar: nem todos os otoscópios são iguais, certo?
A qualidade da imagem, a ergonomia e a durabilidade do equipamento podem fazer toda a diferença no seu dia a dia.
E é aí que entra os otoscópios da Welch Allyn, marca preferida dos profissionais de saúde, especialmente dos otorrinolaringologista. Vamos entender por quê?
As dores dos otorrinolaringologista (e de outros médicos também)
Antes de falar sobre o Macroview Plus, é importante entender os desafios que você, profissional da saúde, enfrenta no uso de um otoscópio comum:
- Imagem limitada: Muitos otoscópios tradicionais oferecem uma visão restrita do canal auditivo, o que pode dificultar a identificação de problemas mais sutis.
- Desconforto durante o uso: Passar longas horas com um equipamento que não é ergonômico pode causar fadiga nas mãos e até mesmo dores.
- Durabilidade questionável: Nada pior do que investir em um equipamento que, pouco tempo depois, começa a apresentar falhas ou perde a qualidade da iluminação.
- Dificuldade em explicar o diagnóstico para o paciente: Muitas vezes, o paciente não entende o que você está vendo, o que pode gerar dúvidas e até ansiedade.
Se você já passou por alguma dessas situações, sabe como isso pode impactar negativamente a sua rotina e a relação com seus pacientes. Mas e se eu te disser que existe uma solução que pode resolver todos esses problemas?
O Otoscópio Welch Allyn MacroView™ Plus: a tecnologia que você precisa
O MacroView™ Plus foi desenvolvido pensando justamente nas dores dos profissionais de saúde, oferecendo uma experiência superior em termos de qualidade, conforto e eficiência. Vamos ver o que ele tem de especial:
- Visão ampliada e clara: O MacroView™ Plus oferece uma visão 4 vezes mais clara em adultos e até 8 vezes mais clara em pacientes pediátricos, graças aos seus espéculos auriculares transparentes LumiView. Isso permite uma visualização detalhada do canal auditivo e da membrana timpânica, garantindo diagnósticos mais precisos.
- Iluminação LED brilhante: A iluminação avançada do MacroView™ Plus permite uma visualização nítida mesmo em áreas de difícil acesso, eliminando sombras e distorções.
- Compatibilidade com o aplicativo iExaminer™ Pro: Este sistema permite capturar e compartilhar imagens diretamente com um smartphone, facilitando a documentação e a colaboração entre profissionais. É uma ferramenta valiosa para treinamentos clínicos e para explicar o diagnóstico aos pacientes.
- Design ergonômico: O equipamento foi projetado para se ajustar perfeitamente à sua mão, reduzindo a fadiga durante o uso prolongado. Além disso, ele é leve e fácil de manusear, o que agiliza o exame.
- Durabilidade e confiabilidade: Welch Allyn é sinônimo de qualidade, e o MacroView™ Plus não é diferente. Feito com materiais resistentes, ele é um investimento que vai durar anos, sem perder a eficiência.
Por que os otorrinolaringologista escolhem o MacroView™ Plus?
Para os otorrinolaringologista, a precisão é ainda mais crítica. Afinal, o ouvido e os olhos são estruturas delicadas e complexas, que exigem equipamentos de alta qualidade para um diagnóstico preciso.
O MacroView™ Plus se destaca justamente por oferecer a clareza e a confiabilidade que esses profissionais precisam. Além disso, sua ergonomia é especialmente valorizada por quem passa horas realizando exames minuciosos.
Onde encontrar o Otoscópio Welch Allyn MacroView™ Plus?
Se você está convencido de que o MacroView™ Plus é o otoscópio que vai transformar a sua prática clínica, a MA Hospitalar é o lugar certo para adquiri-lo.
Somos especializados em equipamentos e insumos médicos de alta qualidade e oferecemos todo o suporte necessário para você escolher o melhor produto para suas necessidades.
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O modo TCI (Target-Controlled Infusion) é uma tecnologia avançada para a administração de anestésicos e analgésicos intravenosos.
Quando falamos de anestesia e sedacão, a sigla TCI (Target Controlled Infusion) é um termo cada vez mais comum no dia a dia de anestesiologistas.
Mas, afinal, o que são os modos TCI, e quais são as diferenças entre eles? Vamos explorar isso de forma simples e direta.
O que é o TCI?
O TCI é uma técnica de administração de fármacos que utiliza bombas de infusão para atingir e manter uma concentração-alvo de medicamento no organismo do paciente.
Ele é amplamente utilizado na anestesiologia para administração de agentes hipnóticos e opioides.
O grande diferencial do TCI é a capacidade de ajustar de forma precisa a dose necessária com base em modelos farmacocinéticos. Isso garante mais segurança e efetividade na sedacão e anestesia.
- Saiba mais em: bomba de infusão é o melhor custo-benefício?
O que são os modelos TCI?
Os modelos TCI (Target Controlled Infusion) são algoritmos matemáticos que ajudam a calcular e controlar a dosagem de medicamentos anestésicos.
Esses modelos levam em conta fatores como peso, altura, idade e outras características do paciente para garantir que a concentração do medicamento no sangue (ou no efeito desejado) seja a mais adequada.
Como funcionam?
Quando você programa a bomba de infusão, ela usa o modelo TCI escolhido para ajustar automaticamente a taxa de infusão e atingir o alvo (concentração ideal de anestésico).
Cada modelo foi desenvolvido com base em diferentes estudos clínicos e é ajustado para populações específicas ou tipos de medicamentos.
Significado dos nomes dos modelos
Os modelos de infusão TCI são fundamentais para a administração precisa de medicamentos, com cada nome geralmente relacionado ao pesquisador ou ao propósito clínico. Aqui estão os principais modelos e suas histórias.
Eleveld
O modelo Eleveld é uma inovação recente, projetada para ser versátil e adaptada a diferentes populações, incluindo adultos, crianças e idosos. Ele leva em consideração variações de idade e saúde do paciente, proporcionando um controle preciso e seguro da infusão de anestésicos.
Marsh
Desenvolvido por Marsh, esse modelo é amplamente utilizado para propofol em adultos. Focado em otimizar a administração desse anestésico em pacientes adultos, o modelo considera fatores fisiológicos importantes, como a função hepática e renal, garantindo uma anestesia controlada durante procedimentos cirúrgicos.
Schnider
O modelo Schnider também foi criado para propofol em adultos, mas com um enfoque específico em pacientes mais velhos ou frágeis. Ele ajusta a infusão levando em conta a diminuição das funções corporais com o envelhecimento, oferecendo maior segurança e adequação da dose em idosos.
Kataria
Desenvolvido por Kataria, este modelo é voltado para propofol em crianças. As crianças têm um metabolismo diferente dos adultos, e o modelo leva isso em conta, ajustando a infusão para garantir um efeito anestésico eficaz e seguro na pediatria.
Paedfusor
O Paedfusor é uma versão especializada para infusão em crianças, com foco nas diferenças metabólicas dessa faixa etária. Esse modelo ajusta a administração de anestésicos, proporcionando uma analgesia eficaz enquanto respeita as características fisiológicas dos pacientes pediátricos.
Minto
Criado para remifentanil, o modelo Minto é utilizado para analgesia em cirurgias, especialmente aquelas que exigem ajustes rápidos na dosagem. Ele é ideal para controlar a dor em tempo real, devido à ação rápida e curta do remifentanil.
Gepts
O modelo Gepts foi um dos primeiros a ser desenvolvido, focando no propofol. Embora seja um modelo mais antigo, ainda é utilizado em algumas práticas clínicas devido à sua eficácia na administração controlada de anestésicos intravenosos, com base em suas propriedades farmacocinéticas.
Maitre
Desenvolvido para alfentanil, o modelo Maitre é usado para controle de analgesia em cirurgias, aproveitando a rápida ação do alfentanil, um opioide com curta meia-vida, permitindo ajustes rápidos durante os procedimentos.
Shafer
Semelhante ao modelo Minto, o modelo Shafer também é utilizado para remifentanil, mas apresenta pequenas variações que o tornam mais adequado para diferentes tipos de cirurgias, especialmente aquelas de curta duração.
Modos TCI: Plasma x Efeito
No universo TCI, existem dois principais modos que definem como o medicamento será administrado:
1. Modo TCI Plasma
No modo plasma, a bomba calcula e ajusta a infusão de fármacos para atingir uma concentração desejada no plasma sanguíneo.
- Vantagem: É mais direto e ideal para situações onde o foco é controlar a quantidade do medicamento no sangue.
- Uso comum: Em pacientes onde se deseja um controle mais previsível do nível de fármacos circulantes, como em procedimentos mais curtos ou de menor complexidade.
2. Modo TCI Efeito
Aqui, o objetivo é atingir uma concentração-alvo no local onde o medicamento faz efeito, como o sistema nervoso central. O cálculo leva em conta o tempo necessário para o fármaco sair do plasma e atingir o tecido alvo.
- Vantagem: Oferece maior precisão na indução e manutenção do efeito clínico desejado.
- Uso comum: Em procedimentos mais longos ou em pacientes que necessitam de maior controle do estado anestésico.
- Saiba mais: cuidados para se ter com a bomba de infusão.
Como escolher o modo ideal?
A escolha do modo TCI depende de diversos fatores, incluindo o tipo de procedimento, o perfil do paciente e o medicamento utilizado.
Um bom exemplo é o uso de propofol ou remifentanil, que podem ser ajustados para concentrações de plasma ou efeito com base na necessidade clínica.
Converse sempre com sua equipe e avalie as especificidades do caso. A tecnologia está aqui para simplificar e melhorar os resultados, mas o bom julgamento clínico ainda é essencial.
- Recomendado para você: como programar a bomba de infusão. 🌐
A solução da Medcaptain: Bomba HP TCI
Se você está buscando a melhor opção para administração de anestésicos por TCI, a Bomba HP TCI da Medcaptain é uma excelente escolha.
Ela combina precisão, facilidade de uso e tecnologia de ponta para atender às demandas mais exigentes de anestesiologistas e diretores hospitalares.
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O bolus na bomba de infusão é uma técnica que permite a administração rápida e precisa de medicamentos em cenários críticos, essencial para anestesiologistas e outros profissionais da saúde.
A prática do bolus em bombas de infusão é um procedimento essencial na rotina de anestesiologistas, sendo amplamente utilizado em diversas situações clínicas, como o controle de dor aguda, indução anestésica ou administração de medicamentos de ação rápida.
Neste artigo, vamos abordar como realizar essa técnica com precisão, destacando a Bomba HP TCI da Medcaptain, um equipamento que oferece recursos avançados para tornar o procedimento mais eficiente e seguro.
O que é o bolus na bomba de infusão?
O bolus é a administração de uma dose concentrada de medicamento em um curto intervalo de tempo.
Essa técnica é utilizada para alcançar rapidamente a concentração terapêutica de uma substância no organismo, especialmente em cenários críticos.
Com as bombas de infusão, o processo se torna mais controlado e ajustável, permitindo administrar o medicamento com maior precisão e minimizando erros humanos.
Passo a passo: como fazer bolus na bomba de infusão
Embora as especificidades possam variar de acordo com o modelo da bomba, o procedimento geral para realizar um bolus segue estas etapas:
Confirmação do medicamento
Verifique o tipo de medicamento a ser administrado e certifique-se de que ele está corretamente carregado no equipamento.
Configuração da bomba
Ajuste os parâmetros iniciais, como o volume total do bolus e a velocidade de infusão.
Seleção do Modo Bolus
A maioria das bombas de infusão possui um botão ou função específica para o bolus. Ative esse modo no menu do equipamento.
Administração
Após confirmar os dados inseridos, inicie a infusão do bolus. Monitore o paciente durante o processo para observar possíveis reações adversas.
Monitoramento pós-bolus
Após o término da administração, observe os sinais vitais do paciente e ajuste as configurações da bomba, caso necessário.
- Leia também: como programar a bomba de infusão. 🌐
Como fazer bolus na bomba da infusão HP TCI da Medcaptain
A Bomba HP TCI da Medcaptain é uma das mais avançadas do mercado, projetada para anestesiologistas que buscam precisão e facilidade no uso. Veja como fazer bolus na bomba de infusão:
- Configuração inicial
Ligue a bomba e acesse o menu de configuração. Certifique-se de que o medicamento está corretamente identificado no sistema. - Ajuste do bolus
No menu, localize a opção “Bolus” e insira os seguintes dados:- Volume do bolus (ml)
- Taxa de infusão (ml/h)
- Confirmação de parâmetros
Revise os dados na tela e confirme para iniciar o bolus. A bomba ajustará automaticamente a taxa de infusão de acordo com o protocolo definido. - Monitoramento ativo
Durante o processo, a Bomba HP TCI emite alertas em caso de irregularidades ou conclusão da administração, garantindo total controle. - Finalização e ajuste
Após o bolus, reconfigure o modo de infusão contínua, se necessário, e continue monitorando o paciente.
A interface intuitiva e o design compacto da HP TCI facilitam seu uso, especialmente em situações de alta pressão, como no centro cirúrgico.
Cuidados ao realizar o bolus
- Verifique a compatibilidade do medicamento
Nem todos os medicamentos podem ser administrados em bolus. Consulte o manual do fabricante e as orientações clínicas. - Monitore os sinais vitais
Acompanhe parâmetros como pressão arterial, frequência cardíaca e saturação de oxigênio durante e após a administração. - Siga os protocolos da instituição
Sempre respeite as diretrizes estabelecidas para a segurança do paciente e a eficácia do procedimento.
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A bomba de infusão HP TCI é um equipamento de ponta, ideal para anestesiologistas que precisam de precisão e versatilidade na administração de medicamentos.
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O Spot Vision Screener é uma solução para triagens visuais que combina facilidade de uso com resultados confiáveis, tornando-se uma ferramenta para detecção precoce de problemas oculares em contextos desde pediatria até triagens em comunidades remotas.
A triagem visual é um passo importante para garantir a saúde ocular, especialmente em crianças.
Entre as tecnologias disponíveis, o Spot Vision Screener surge como uma solução moderna e eficiente.
Com a promessa de rapidez, precisão e facilidade de uso, ele está mudando a forma como oftalmologistas, pediatras e gestores de saúde encaram os exames oculares.
Mas será que é a melhor escolha? Vamos mergulhar nos dados.
Alta eficácia em crianças pequenas
De acordo com um estudo publicado na E-Oftalmo, o Spot Vision Screener apresentou resultados impressionantes ao ser comparado à tabela optométrica de Snellen para triagem de ambliopia em crianças de 4 a 6 anos.
O dispositivo identificou fatores de risco com 92,8% de sensibilidade, contra apenas 58,6% do método tradicional.
Além disso, o uso do Spot Vision Screener reduziu significativamente a falta de encaminhamentos para exames oftalmológicos completos, passando de 46,4% (Snellen) para 17,9%.
Isso é muito relevante, pois quanto mais cedo problemas como hipermetropia, miopia e astigmatismo forem detectados, maior é a chance de sucesso no tratamento.
Outro ponto que merece destaque é a sua simplicidade de operação, o que facilita a triagem até mesmo em pacientes mais jovens ou inquietos, que normalmente enfrentam dificuldades para colaborar em métodos tradicionais.
Triagem eficaz em crianças em idade escolar
O impacto do Spot Vision Screener também se estende a crianças mais velhas, nas quais a triagem não se limita à ambliopia, mas também se foca em problemas refrativos que podem prejudicar o desempenho acadêmico.
Em um estudo do Journal of Pediatric Ophthalmology and Strabismus, o dispositivo demonstrou 89,5% de sensibilidade e 76,7% de especificidade na detecção de erros refrativos.
Com ajustes nos critérios de triagem, os resultados se tornam ainda mais precisos.
Isso o torna ideal para ser utilizado em escolas, onde a detecção precoce de problemas visuais pode impactar diretamente no aprendizado e no bem-estar das crianças.
Vantagens além da precisão
- Rapidez: Em poucos segundos, o Spot Vision Screener realiza a triagem, reduzindo o tempo de espera para profissionais e pacientes.
- Conforto: O exame é realizado de forma não invasiva, sem necessidade de dilatação ou contato direto, o que reduz a ansiedade de crianças e adultos.
- Portabilidade: Seu design leve e portátil permite o uso em locais diversos, de clínicas a triagens comunitárias em áreas remotas.
- Integração digital: Os resultados podem ser transferidos diretamente para sistemas de registro médico, otimizando o fluxo de trabalho.
O impacto em comunidades remotas
Em regiões de difícil acesso, o Spot Vision Screener se torna um equipamento essencial e de grande ajuda. Sua portabilidade e facilidade de uso permitem que triagens sejam feitas em locais onde exames oftalmológicos tradicionais seriam inviáveis.
Estudos indicam que dispositivos como este aumentam em até 45% o acesso ao cuidado oftalmológico em comunidades carentes, mostrando seu valor como uma ferramenta para democratizar a saúde visual.
Conclusão: a melhor solução para sua instituição?
O Spot Vision Screener tem se mostrado uma ferramenta indispensável para diferentes contextos, desde escolas até hospitais e clínicas.
Sua rapidez, precisão e facilidade de uso tornam a triagem visual mais eficiente e menos desgastante para pacientes e profissionais.
Se você é oftalmologista, pediatra, gestor hospitalar ou dono de ótica, investir no Spot Vision Screener pode ser a decisão que transforma a forma como sua instituição cuida da saúde ocular.
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Estamos prontos para ajudar você a oferecer um cuidado visual ainda melhor!
Referências
- Peterseim MMW, Trivedi RH, Feldman S, Husain M, Walker M, Wilson ME, Wolf BJ. Evaluation of the Spot Vision Screener in School-Aged Children. J Pediatr Ophthalmol Strabismus. 2020 May 1;57(3):146-153. doi: 10.3928/01913913-20200331-02. PMID: 32453847; PMCID: PMC10302153.
- Villela FF, Jesus DL, Naves FES, Medeiros FW, Souza MB, Victor G, et al. Eficácia do SpotTM Vision Screener na detecção de fatores de risco para ambliopia em crianças pré-escolares de 4 a 6 anos de idade. e-Oftalmo.CBO: Rev Dig Oftalmol. 2017;3(1):1-7. 10.17545/e-oftalmo.cbo/2017.79
O olho preguiçoso, ou ambliopia, é uma condição que afeta principalmente crianças, mas que pode ter consequências para a vida inteira se não for tratada cedo.
Precisamos falar sobre o olho preguiçoso – ou ambliopia. Esse é um problema que pode passar despercebido por anos, mas que afeta profundamente a qualidade de vida.
A boa notícia? Com a tecnologia certa, identificar essa e outras condições visuais ficou mais rápido e eficaz do que nunca.
Se você é oftalmologista, pediatra, gestor de hospital ou dono de ótica, sabe que a detecção precoce é a chave para preservar a visão, especialmente nas crianças.
Então, que tal conhecer uma solução que vai revolucionar a forma como você faz triagens visuais?
O que é o olho preguiçoso e por que detectá-lo cedo?
Um estudo publicado em 2024 destacou a ambliopia como uma das principais causas de redução funcional da acuidade visual em crianças, causada por distúrbios no desenvolvimento visual durante os primeiros anos de vida.
A pesquisa classificou a condição em três tipos principais: estrábica (desalinhamento ocular), refrativa (diferenças significativas de foco entre os olhos ou erros refrativos graves) e por privação (causada por anomalias estruturais, como catarata ou ptose).
O estudo reforçou a necessidade de triagens visuais em crianças menores de 5 anos, recomendando avaliações rotineiras aos 3, 4 e 5 anos para detectar e tratar precocemente a ambliopia.
A detecção precoce é de extrema importância, pois a condição é reversível se identificada durante o período crítico do desenvolvimento visual.
Além disso, a pesquisa destacou os critérios para suspeita de ambliopia, incluindo diferenças significativas na acuidade visual entre os olhos, estrabismo, reflexos oculares anormais e condições que bloqueiam o eixo visual.
O encaminhamento rápido a um especialista é essencial para evitar complicações permanentes!
Os resultados reiteram que a triagem adequada é a chave para preservar o desenvolvimento visual saudável e prevenir impactos a longo prazo na visão infantil.
Conheça o Spot Vision Screener
O Spot Vision Screener, da Welch Allyn, é um dispositivo revolucionário para triagens visuais. Ele é portátil, rápido e confiável, permitindo a identificação de diversos problemas visuais, desde a miopia até fatores de risco amblíopes.
Com ele, você pode realizar triagens precisas em crianças a partir de 6 meses e também em adultos, tudo isso em apenas 15 segundos ou menos!
Benefícios do Spot Vision Screener
O que torna o Spot Vision Screener indispensável para sua prática ter mais precisão e agilidade?
1. Detecção rápida e abrangente
Identifique problemas como:
- Miopia (dificuldade para enxergar de longe);
- Hipermetropia (dificuldade para enxergar de perto);
- Astigmatismo (visão embaçada);
- Anisometropia (diferença de grau entre os olhos);
- Estrabismo (desalinhamento ocular);
- Anisocoria (diferença no tamanho das pupilas).
2. Portabilidade e facilidade de uso
Com design compacto e interface touchscreen intuitiva, o aparelho é perfeito para uso em:
- Consultórios pediátricos;
- Clínicas oftalmológicas;
- Hospitais;
- Escolas e campanhas de saúde;
- Óticas.
3. Alta precisão diagnóstica
O Spot Vision Screener não só detecta condições visuais com alta acurácia, como também sinaliza se o paciente precisa de acompanhamento oftalmológico detalhado.
4. Indicado para todas as idades
Embora seja ideal para triagens pediátricas, o equipamento também é eficaz para adultos, ampliando suas possibilidades de uso.
Leia também: Spot Vision Screener é a melhor solução para triagem visual?
Por que adquirir agora?
Se você quer otimizar suas triagens visuais e oferecer um diferencial para seus pacientes, estamos oferecendo o Spot Vision Screener com um desconto especial.
Imagine a facilidade de diagnosticar problemas visuais em poucos segundos, aumentando a confiança dos pacientes e melhorando os resultados da sua prática.
Fale conosco e descubra como essa tecnologia pode fazer toda a diferença. Afinal, cuidar da visão é cuidar de vidas!
Referências
Antônio Ramos dos Santos, J., Silva Fasciani, J., Almeida Viana, E., & da Silva Rocha, A. C. (2024). Ambliopia em crianças: Classificação, triagem e avaliação . Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 6(10), 530–544. https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n10p530-544
A ambliopia, mais conhecida como “olho preguiçoso”, é uma das principais causas de perda de visão em crianças e, se não for diagnosticada e tratada cedo, pode levar a consequências permanentes.
Apesar de comum, muitos pais e até alguns profissionais ainda subestimam a ambliopia.
É fundamental que oftalmologistas, optometristas, pediatras e profissionais de clínicas de ótica e pediatria estejam atentos aos fatores de risco e saibam como identificar sinais de alerta.
Aqui, vamos explorar os seis fatores de risco mais importantes para a ambliopia e como o uso de tecnologias avançadas, como o Spot Vision da Welch Allyn, pode fazer a diferença no diagnóstico precoce. Acompanhe:
1. Estrabismo
Um dos fatores mais conhecidos de risco para ambliopia é o estrabismo. Quando os olhos não estão alinhados corretamente, o cérebro recebe imagens diferentes de cada um, o que pode confundir a visão e fazer com que ele “desligue” o olho que está desalinhado.
Esse “desligamento” pode levar ao desenvolvimento da ambliopia. Por isso, o acompanhamento e triagem regular em crianças que apresentam qualquer tipo de desalinhamento ocular é essencial.
2. Erro refrativo significativo
Outro fator de risco importante é a presença de erros refrativos significativos, como hipermetropia, miopia ou astigmatismo.
Em muitos casos, quando um olho tem um erro refrativo mais forte que o outro (ou quando ambos têm erros elevados), o cérebro começa a priorizar o olho com visão “mais clara”. Esse processo também pode levar à ambliopia.
Detectar esses erros cedo permite corrigir a visão com óculos ou lentes apropriadas e prevenir complicações.
3. Anisometropia
Na anisometropia, cada olho tem um grau diferente de erro refrativo. Essa diferença causa um desequilíbrio, onde um olho enxerga mais nítido que o outro, e o cérebro pode acabar ignorando o olho com a visão mais “embaçada”.
O uso de um equipamento que avalie a refração dos dois olhos com precisão é fundamental, uma vez que a anisometropia muitas vezes passa despercebida em exames mais simples.
4. Histórico familiar de ambliopia ou estrabismo
O fator genético também desempenha um papel importante. Crianças que têm parentes próximos com ambliopia ou estrabismo têm maior risco de desenvolver essas condições.
Isso significa que os profissionais devem dar atenção extra a crianças com histórico familiar e realizar exames regulares, especialmente nos primeiros anos de vida, quando a visão ainda está em desenvolvimento.
5. Prematuridade e baixo peso ao nascer
Crianças prematuras ou que nasceram com baixo peso também apresentam um risco aumentado de desenvolver ambliopia.
Devido ao desenvolvimento incompleto no nascimento, esses bebês tendem a apresentar mais problemas visuais e neurológicos, incluindo problemas de alinhamento ocular e erros refrativos. Para essa população, a triagem precoce e acompanhamento regular são indispensáveis.
6. Condicionantes ambientais e saúde ocular geral
Algumas condições oculares, como catarata congênita, ptose (pálpebra caída) e cicatrizes na córnea, podem bloquear a visão em um ou ambos os olhos e levar à ambliopia.
Identificar essas condições cedo é fundamental, pois elas podem limitar o desenvolvimento normal da visão. Um bloqueio visual, mesmo que parcial, precisa ser tratado de maneira imediata para prevenir a ambliopia.
Saiba mais: qual é o melhor equipamento para detectar a ambliopia?
Como a tecnologia pode ajudar no diagnóstico precoce?
O diagnóstico precoce é a chave para o tratamento eficaz da ambliopia, e isso depende da triagem frequente e de qualidade.
A boa notícia é que a tecnologia está tornando esse processo mais rápido. O Spot Vision da Welch Allyn, disponível na MA Hospitalar, é uma ferramenta muito precisa para quem atua na triagem visual.
Esse equipamento portátil permite identificar rapidamente problemas refrativos e outros fatores de risco associados à ambliopia em pacientes de todas as idades, incluindo bebês e crianças pequenas que não conseguem se comunicar com clareza.
Em poucos segundos, o Spot Vision analisa ambos os olhos e fornece um relatório completo sobre a refração e possíveis anomalias, oferecendo uma triagem precisa e confiável.
Para clínicas de oftalmologia, consultórios pediátricos e óticas, investir em uma tecnologia como o Spot Vision pode ser um diferencial não só para a qualidade do atendimento, mas também para fortalecer a relação de confiança com os pais, que ficam mais tranquilos ao ver que seus filhos estão sendo acompanhados com o que há de mais moderno em triagem visual.
Para saber mais sobre como o Spot Vision pode ajudar na triagem visual e adquirir essa ferramenta de última geração, entre em contato com a nossa equipe!
Investir em um ultrassom moderno é apenas o começo; o verdadeiro valor está em usar cada recurso de forma plena.
Se você é engenheiro clínico, gestor hospitalar ou radiologista, sabe que não basta ter o melhor equipamento disponível — é preciso garantir que ele funcione no seu máximo potencial.
Afinal, o ultrassom é uma ferramenta essencial para diagnósticos rápidos, precisos e não invasivos. Mas como fazer isso na prática? A resposta está em treinamento, manutenção, uso inteligente dos recursos e integração eficiente com outros sistemas hospitalares.
Abaixo, exploramos como esses aspectos podem transformar a performance do seu ultrassom e oferecer um cuidado ainda mais eficiente e seguro aos pacientes.
Treinamento contínuo: a base de tudo
Por mais avançada que a tecnologia seja, ela só funciona bem nas mãos certas. Não adianta adquirir um ultrassom de última geração se a equipe médica e técnica não souber usá-lo em toda sua capacidade.
Além de treinar o time inicialmente, é importante oferecer reciclagens regulares. Isso garante que todos estejam atualizados sobre novos recursos e melhores práticas no uso dos aparelhos.
Treinamentos também evitam erros operacionais que podem prejudicar tanto o diagnóstico quanto a experiência do paciente, reduzindo a chance de retrabalhos e melhorando a eficiência do time.
Manutenção preventiva: evitando surpresas
Nada pior do que o ultrassom parar de funcionar no meio de um exame ou deixar o hospital na mão em um momento crítico.
É por isso que manter um cronograma de manutenção preventiva é essencial. Ela não só evita interrupções inesperadas, mas também ajuda a prolongar a vida útil do equipamento.
Um bom monitoramento da performance também faz diferença. Pequenas falhas, se não forem corrigidas, podem comprometer a qualidade das imagens e afetar diretamente o diagnóstico.
Por isso, vale a pena contar com engenheiros clínicos atentos e com uma equipe de suporte disponível para qualquer imprevisto.
Usando todos os recursos do equipamento
Os ultrassons modernos são verdadeiras potências tecnológicas, mas é comum que alguns recursos avançados sejam subutilizados por falta de conhecimento ou rotina. Modo Doppler, elastografia e transdutores especializados são só alguns exemplos de funcionalidades que podem passar despercebidas no dia a dia.
Explorar essas ferramentas ao máximo traz diagnósticos mais completos e precisos, além de agilizar processos e evitar pedidos de exames complementares desnecessários.
Na dúvida sobre como extrair tudo do seu ultrassom? Converse com o distribuidor ou fabricante.
Muitas vezes, eles oferecem treinamentos específicos para tirar proveito das funcionalidades que fazem a diferença.
- Saiba também: como aumentar a produtividade em exames de ultrassom.
Integração digital: fluxo de trabalho mais eficiente
Hoje em dia, o ultrassom não é uma peça isolada no hospital — ele precisa estar integrado com sistemas como PACS e prontuários eletrônicos.
Essa integração garante que exames e relatórios fluam de maneira eficiente entre setores, reduzindo o tempo entre diagnóstico e tratamento.
Além disso, manter esses dados conectados e acessíveis melhora a tomada de decisões clínicas e otimiza o tempo da equipe.
Outro ponto importante é garantir que a transmissão de dados seja segura. A proteção da privacidade dos pacientes é fundamental e deve ser tratada com seriedade na integração de sistemas.
Equipamentos de confiança fazem toda a diferença
Ter equipamentos de qualidade é um passo essencial para garantir a eficiência e segurança do atendimento.
A FUJIFILM oferece algumas das melhores soluções do mercado, perfeitas para diferentes tipos de aplicação.
- Mamógrafo Amulet Innovality: Uma solução para diagnósticos precisos, com atendimento humanizado e confortável para a paciente.
- Ultrassom ARIETTA 65: Ideal para diagnósticos detalhados e de alta precisão, com uma interface intuitiva que facilita o uso no dia a dia.
- Ultrassom SonoSite SII e Edge: Equipamentos portáteis, perfeitos para ambientes dinâmicos como UTIs e emergências, combinando mobilidade com alta qualidade de imagem.
Esses modelos são conhecidos pela durabilidade, facilidade de manutenção e qualidade de imagem, ajudando sua equipe a oferecer um atendimento de excelência.
Conte com a MA Hospitalar para otimizar a operação da sua instituição
Na MA Hospitalar, entendemos que o suporte certo é tão importante quanto o equipamento certo.
Por isso, não apenas distribuímos as soluções de ultrassom da FUJIFILM, como também oferecemos assistência completa para garantir que você tire o máximo proveito dos seus aparelhos.
Precisa de ajuda para escolher o modelo ideal ou quer saber mais sobre nossas soluções? Estamos prontos para apoiar você e a sua equipe em todas as etapas!
O diagnóstico precoce é um dos fatores mais importantes para aumentar as chances de cura no câncer de mama. Tecnologias modernas permitem identificar tumores em estágios iniciais, muitas vezes antes de apresentarem sintomas visíveis.
Se você é engenheiro clínico, gestor de hospital ou radiologista, sabe que a escolha de um mamógrafo vai muito além de apenas adquirir um equipamento moderno.
No fim das contas, essa é uma decisão estratégica.
Um bom mamógrafo pode transformar a rotina da sua instituição, agilizar diagnósticos e garantir o conforto das pacientes — mas como escolher a melhor tecnologia em meio a tantas opções?
Neste artigo, vou te mostrar quais fatores realmente importam nessa decisão e por que o investimento certo pode fazer toda a diferença na precisão dos diagnósticos e na experiência das pacientes.
1. A qualidade de imagem é o coração do diagnóstico
Vamos ser sinceros: na mamografia, nitidez é tudo. Quanto mais clara e detalhada for a imagem, maiores são as chances de detectar lesões precocemente e de maneira assertiva.
Lesões pequenas, como microcalcificações, podem passar despercebidas em equipamentos menos sofisticados — e perder um diagnóstico cedo pode ser crítico para o paciente.
Hoje, tecnologias como a tomossíntese (mamografia 3D) permitem visualizar a mama em diferentes camadas, o que é uma vantagem enorme, especialmente para mulheres com mamas densas.
A imagem precisa ser clara, e o processo, rápido. É por isso que o equipamento certo pode mudar o jogo.
2. Conforto importa: ninguém quer um exame doloroso
A mamografia é um exame desconfortável para muitas mulheres, e é nosso dever minimizar esse incômodo.
Equipamentos com compressão adaptativa ajustam a pressão conforme necessário, oferecendo uma experiência mais confortável, sem perder qualidade.
Para você, isso significa mais pacientes dispostas a realizar o exame regularmente, menos resistência e, claro, um fluxo mais eficiente no atendimento.
Quando o paciente se sente bem tratado, ele volta e confia no serviço — o que é essencial para manter a demanda.
3. Usabilidade e produtividade andam lado a lado
Se o equipamento é complicado de operar, todo mundo perde tempo — e tempo é algo que ninguém tem de sobra em um hospital ou clínica.
Um mamógrafo intuitivo e fácil de usar reduz a curva de aprendizado da equipe e evita erros operacionais.
Além disso, ele permite que os exames fluam mais rápido, diminuindo o tempo de espera para as pacientes.
Afinal, não adianta nada ter uma tecnologia incrível se ela for difícil de manusear e atrasar sua operação, certo?
Equipamentos ágeis e eficientes garantem que o time se concentre no que realmente importa: um diagnóstico rápido e preciso.
4. Parceria técnica é essencial: ninguém quer surpresas
Se tem uma coisa que você não quer é um equipamento quebrado e pacientes na fila. Por isso, suporte técnico confiável e ágil é essencial.
Não é só sobre ter um bom equipamento; é sobre garantir que ele esteja funcionando quando você mais precisa.
Na hora da compra, procure saber se o fornecedor oferece manutenção preventiva, como a MA Hospitalar.
Assim, você evita surpresas desagradáveis e garante o fluxo contínuo dos atendimentos.
5. Inteligência artificial
A inteligência artificial (IA) é uma revolução no diagnóstico por imagem.
Ferramentas como o Lunit Insight MMG funcionam como um “segundo par de olhos”, ajudando a identificar áreas suspeitas com até 96% de precisão.
Isso reduz o risco de falhas e dá mais confiança aos radiologistas, especialmente em casos mais complexos.
Além disso, a IA destaca automaticamente regiões potencialmente problemáticas, gerando mapas de calor que mostram exatamente onde o radiologista deve focar sua atenção.
Isso não só agiliza a análise, mas também reduz a necessidade de revisões manuais, otimizando o tempo da equipe.
Mamógrafo Digital da FUJIFILM: precisão e tecnologia no combate ao câncer de mama
Sabemos que o câncer de mama é uma preocupação real e que a detecção precoce pode salvar vidas. E é exatamente aqui que a tecnologia faz toda a diferença.
Com isso em mente, a FUJIFILM desenvolveu o Amulet Innovality, um mamógrafo digital projetado para garantir alta qualidade de imagem com a menor dose possível de radiação.
Esse equipamento oferece um diagnóstico mais seguro, preciso e ágil, transformando a rotina das clínicas e hospitais e proporcionando uma experiência melhor para a paciente.
Além disso, a integração com o sistema de inteligência artificial Lunit Insight MMG eleva ainda mais o nível de confiança nas análises, ajudando a equipe médica a detectar lesões sutis que poderiam passar despercebidas.
O que torna o Amulet Innovality uma referência em mamografia?
O Amulet Innovality é mais do que um simples mamógrafo. Ele combina inovações importantes que garantem diagnósticos precisos e atendimento humanizado. Aqui estão os principais diferenciais:
- Tomossíntese (Mamografia 3D):
Permite visualizar a mama em diferentes camadas, ajudando a identificar lesões ocultas em mamas densas, onde o tecido glandular pode mascarar nódulos em uma imagem 2D tradicional.
- Biopsia Guiada por Imagem em 3D:
Oferece mais precisão na coleta de amostras para investigação de lesões suspeitas, reduzindo a necessidade de procedimentos complementares.
- Detector de Painel Plano (FPD) de Conversão Direta a-Se:
Esta tecnologia exclusiva da FUJIFILM permite converter raios X diretamente em sinais elétricos, eliminando etapas intermediárias e produzindo imagens mais claras com menos ruído.
- i-AEC (Intelligent Automatic Exposure Control):
O sistema ajusta automaticamente a dosagem de raios X para cada tipo de mama, garantindo a combinação ideal entre qualidade de imagem e segurança da paciente.
- Menor pixel do mercado (50 µm):
Uma das resoluções mais altas disponíveis, essencial para detectar microcalcificações e pequenas lesões que poderiam ser ignoradas por equipamentos menos precisos.
- Intervalo de Imagem Rápido – Apenas 15 Segundos:
Esse tempo de captura otimiza a produtividade, especialmente em unidades com grande demanda de exames, como clínicas e hospitais.
Inteligência Artificial: Lunit Insight MMG como segundo par de olhos
Além das inovações de hardware, o Amulet Innovality se beneficia do Lunit Insight MMG, uma ferramenta de inteligência artificial desenvolvida para apoiar os radiologistas.
Essa IA detecta anomalias com 96% de precisão e gera mapas de calor, destacando áreas suspeitas e guiando o olhar do especialista. Isso não só melhora a assertividade do diagnóstico, como também reduz o tempo de análise.
Essa tecnologia é especialmente útil para detectar lesões sutis, como carcinomas ductais in situ (CDIS) subcentimétricos, que podem passar despercebidos em exames convencionais. Ao atuar como um “par de olhos extra”, o Lunit Insight MMG aumenta a confiança do radiologista e reduz a necessidade de revisões manuais.
Conforto e segurança para as pacientes
Nós sabemos que, para muitas mulheres, realizar uma mamografia pode ser um momento delicado.
Pensando nisso, o Amulet Innovality foi desenvolvido para minimizar o desconforto durante o exame, sem comprometer a qualidade da imagem.
Com compressão adaptativa, o equipamento ajusta a pressão de acordo com a necessidade de cada paciente, evitando dor excessiva e proporcionando uma experiência mais tranquila.
Ao mesmo tempo, a baixa dose de radiação garante que o exame seja seguro, permitindo monitoramento regular sem riscos adicionais.
Essa combinação de conforto e segurança não só melhora a adesão ao exame, mas também fortalece a confiança das pacientes na sua instituição.
Aplicações clínicas e resultados comprovados
Equipar sua clínica ou hospital com o Amulet Innovality e Lunit Insight MMG é uma decisão estratégica.
Estudos indicam que essa combinação tecnológica aumenta significativamente a taxa de detecção de câncer em mulheres com mamas densas — um desafio comum nos exames de rotina.
Além disso, a inteligência artificial otimiza o fluxo de trabalho, reduzindo em até 60% o número de casos que exigem análise manual.
Isso significa que a equipe médica pode dedicar mais tempo aos casos críticos e minimizar a necessidade de exames complementares, aumentando a eficiência operacional.
Essa precisão aprimorada não apenas melhora os resultados clínicos, mas também reduz o retrabalho e a necessidade de biópsias desnecessárias, o que é uma vantagem para todos — pacientes, médicos e gestores hospitalares.
FUJIFILM Amulet Innovality: inovação a serviço da saúde
Com o Amulet Innovality, a FUJIFILM vai além de fornecer um mamógrafo de alta performance.
Ela entrega uma solução completa para a detecção precoce do câncer de mama, alinhando tecnologia de ponta com atendimento humanizado.
Esse mamógrafo oferece:
- Diagnósticos rápidos e precisos, mesmo em pacientes com mamas densas;
- Mais conforto e segurança durante o exame;
- Redução de retrabalhos e exames complementares, otimizando o fluxo da clínica ou hospital;
- Ferramentas de inteligência artificial que apoiam a tomada de decisão médica.
Se você busca uma solução que faça a diferença tanto para a sua equipe quanto para suas pacientes, o Amulet Innovality é a escolha ideal.
Quer transformar seu serviço de mamografia?
Agora que você conhece todos os diferenciais do Amulet Innovality e do Lunit Insight MMG, está na hora de pensar em como essas tecnologias podem impactar o seu serviço.
Equipamentos eficientes e diagnósticos rápidos não são apenas um investimento em tecnologia, mas um investimento em saúde e confiança.
Entre em contato com a MA Hospitalar e descubra como podemos ajudar sua instituição a levar a qualidade dos diagnósticos por imagem a um novo patamar!
Referências bibliográficas
- BRASIL. Ministério da Saúde. Câncer de mama: informações e dados sobre a doença.
- FUJIFILM. FUJIFILM Amulet Innovality.
A demanda por exames de imagem vem crescendo, o que demonstra que os equipamentos disponíveis nas instituições de saúde são fundamentais para o diagnóstico e a prevenção em pacientes. Mas como escolher a solução certa?
Se você é gestor hospitalar, engenheiro clínico ou radiologista, sabe que a escolha do equipamento para exames de imagem é muito mais do que uma questão técnica – é uma decisão estratégica que impacta diretamente o atendimento ao paciente, a eficiência operacional e o retorno do investimento da sua instituição.
Com tantas opções no mercado, como garantir que sua escolha vai atender às demandas clínicas e operacionais do dia a dia?
Vamos explorar cinco fatores essenciais que você deve considerar ao investir em novos equipamentos de diagnóstico por imagem – e como as soluções da Fujifilm podem se tornar para sua clínica ou hospital.
1. Precisão diagnóstica: imagem nítida faz toda a diferença
A precisão de um diagnóstico depende da qualidade das imagens geradas. Afinal, quanto mais claras e detalhadas forem as imagens, maior a chance de identificar problemas precocemente e evitar complicações.
Durante a pandemia de Covid-19, por exemplo, a tomografia computadorizada (TC) se destacou por identificar alterações pulmonares antes mesmo dos sintomas graves se manifestarem【1】.
Uma imagem mais precisa gera diagnósticos mais rápidos e certeiros, reduzindo o tempo de internação e promovendo melhores desfechos para o paciente.
Equipamentos da Fujifilm garantem alta definição e processamento avançado de imagem, essencial para exames complexos, como tomografias e ultrassons.
2. Flexibilidade para atender múltiplas demandas
Cada instituição tem suas particularidades, e o equipamento ideal precisa acompanhar essa dinâmica.
Um hospital de referência pode precisar de tomógrafos para exames cardíacos complexos, enquanto uma clínica de imagem pode focar em radiografias digitais para triagens rápidas.
O importante é que os equipamentos sejam versáteis o suficiente para se adaptar a diferentes perfis de atendimento.
A capacidade de um equipamento realizar vários tipos de exames de imagem otimiza o uso e amplia o retorno sobre o investimento.
Os aparelhos da Fujifilm oferecem ampla compatibilidade com diversos tipos de procedimentos, proporcionando a flexibilidade que sua instituição precisa.
3. Usabilidade e eficiência: operação simples e ágil
Equipamentos intuitivos e fáceis de operar fazem toda a diferença no dia a dia. Isso é especialmente relevante em hospitais e clínicas com alta rotatividade, onde a equipe técnica precisa reduzir erros e agilizar processos.
Além disso, uma interface amigável diminui o tempo de treinamento necessário e garante mais fluidez no atendimento.
Cada minuto conta na rotina hospitalar, e equipamentos ágeis e integrados ajudam a evitar atrasos e melhorar a experiência do paciente.
As soluções da Fujifilm oferecem interfaces modernas e de fácil uso, permitindo que os exames de imagem sejam realizados com mais rapidez e precisão, mesmo em situações de urgência.
- Saiba mais em como aumentar a produtividade em exames de ultrassom!
4. Assistência técnica e suporte confiável
Todos sabemos que nenhum equipamento está 100% imune a falhas. Por isso, contar com suporte técnico eficiente e peças de reposição disponíveis é essencial para minimizar o tempo de inatividade e evitar gargalos operacionais.
Paradas inesperadas podem interromper o fluxo de atendimento e gerar prejuízos financeiros. Ter um parceiro com suporte ágil reduz esses riscos.
A MA Hospitalar garante assistência técnica especializada e suporte contínuo, oferecendo serviços que preservam a saúde do equipamento.
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5. Segurança e conformidade com normas radiológicas
Com o uso frequente de exames de imagem como tomografias e radiografias, seguir protocolos de segurança radiológica é fundamental para proteger pacientes e profissionais da exposição excessiva à radiação.
Normas como o princípio ALARA (“As Low As Reasonably Achievable”) são indispensáveis para garantir que cada exame use apenas a dose necessária de radiação【1】.
A segurança radiológica não é só uma obrigação legal, mas também um diferencial de qualidade e confiança para sua instituição.
Equipamentos da Fujifilm operam com tecnologia avançada de redução de dose, garantindo máxima segurança sem comprometer a qualidade da imagem.
Um investimento estratégico que faz a diferença
Investir no equipamento certo para exames de imagem é muito mais do que escolher a última tecnologia disponível.
É uma decisão que afeta o desempenho operacional, a segurança dos pacientes e a eficiência da equipe. Com as soluções da Fujifilm, você garante precisão diagnóstica, versatilidade, agilidade e segurança – tudo o que uma instituição de excelência precisa.
Quer saber como levar essa tecnologia para sua clínica ou hospital? A equipe da MA Hospitalar está pronta para atender você.
Entre em contato agora mesmo e descubra como podemos ajudar sua instituição a elevar o nível dos diagnósticos por imagem!
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Referência
- Machado, B. A. da S. ., Silva , J. V. dos S. ., Falcão , C. P. M. ., Sousa , A. B. X. de ., Abreu, E. G. M. de ., Chagas, E. P. das ., … Freitas , F. V. da S. . (2021). O PAPEL DO DIAGNÓSTICO POR IMAGEM RADIOLÓGICO NO COMBATE À COVID-19 . RECIMA21 – Revista Científica Multidisciplinar – ISSN 2675-6218, 2(7), e27521. https://doi.org/10.47820/recima21.v2i7.521
O uso do DEA (Desfibrilador Externo Automático), mesmo quando feito por pessoas leigas ou sem conhecimentos médicos, pode ajudar a salvar a vida do paciente que está tendo uma parada cardíaca.
As paradas cardíacas e arritmias malignas são algumas das principais causas de morte no mundo todo. Por acontecerem de forma rápida e sem aviso prévio, elas pegam tanto o paciente quanto as pessoas que estão ao redor de surpresa.
Felizmente, quando usa-se um desfibrilador externo automático — chamado de DEA — o risco de óbito diminui e o paciente passa a ter 85% de chances de sobreviver ao ataque do coração.
Por isso, é muito importante que em locais em que há grande circulação de pessoas, como escolas, teatros, estádios, entre outros, sempre haja um aparelho à disposição. Quer saber mais sobre o assunto e como usar o DEA corretamente? Então, continue a leitura!
Indicações para uso do DAE
O uso do DAE em emergências é muito comum, ele funciona disparando uma corrente elétrica no coração da pessoa que está tendo um ataque cardíaco para fazer com que os batimentos voltem ao ritmo normal.
Esse aparelho pode ser usado tanto em situações de parada cardiorrespiratória súbita, quanto em casos de arritmias fatais, como fibrilação ventricular (ocorre quando os ventrículos do coração tremem de forma descoordenada e ineficaz) e taquicardia ventricular sem pulso (quando o coração bate de forma irregular e rápida, a ponto de parar de funcionar).
Ao usar o DEA, o objetivo é que o coração consiga controlar suas batidas novamente. Ele é ainda mais importante quando o paciente não está em um hospital ou outra área médica em que possa ser atendido rapidamente, pois assim garante mais chances de sobrevida até que o mesmo seja atendido por profissionais de saúde.
Para entender essa importância em números, é só pensar que a cada minuto que passa durante uma parada cardiorrespiratória, a chance de sobrevivência cai em aproximadamente 10%.
Um ponto sobre o DEA que precisa ser ressaltado é que auxilia os profissionais de saúde a entender o que está acontecendo com o paciente. Alguns modelos automáticos podem até emitir laudos, avisos e instruções de áudio e texto sobre o paciente e sobre o tratamento e até instruções para o socorrista.
Outra informação importante é que o uso do DEA, não substitui os cuidados médicos. Sendo assim, é fundamental chamar o serviço de emergência médica e continuar realizando as manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP) até a chegada do socorro.
Cuidados no uso do desfibrilador externo automático
Além de saber quando usar desfibrilador, também é importante entender como usá-lo. Para isso, existem alguns passos que deve ser seguidos com atenção:
1. Deixe o paciente preparado
Mesmo que não haja nenhuma equipe médica no local, é importante tentar, ao menos deixar a pessoa em uma posição confortável, com a barriga para cima.
Em seguida, comece a massagem cardíaca e ligue o desfibrilador externo automático.
2. Coloque os eletrodos
Certifique-se de que o peitoral da pessoa está seco e cole os eletrodos (eles se parecem com adesivos redondos) em seu tórax. Em geral eles costumam ter uma ilustração da posição, mas para não esquecer a ordem é a seguinte:
- Eletrodo do lado direito do paciente: deve ser colocado abaixo da clavícula;
- Eletrodo do lado esquerdo do paciente: precisa ser posicionado nas últimas costelas, abaixo do mamilo esquerdo
Colocar os eletrodos na posição correta é essencial. Isso garante que a corrente elétrica gerada pelo DEA atinja um maior número de fibras cardíacas, aumentando as chances de o coração voltar ao seu funcionamento normal.
3. Analise e dê o choque
Em seguida, é o momento de analisar a situação da pessoa. É feita uma verificação no ritmo cardíaco e sinalizado se é preciso dar a descarga elétrica ou não. Se for preciso, peça que as outras ao redor se afastem do paciente, aperte o botão para gerar a descarga elétrica e aguarde fazendo massagem cardíaca no paciente.
O DEA lança um choque por vez, e a cada dois minutos faz uma análise apontando o próximo passo. Por isso, é de fundamental importância seguir as instruções que aparecem no visor do desfibrilador.
Lembre-se também que nem o aparelho e nem os eletrodos devem ser removidos. Mantenha-os no paciente até que o socorro médico chegue e decida como proceder.
Integração com a Reanimação Cardiopulmonar (RCP)
Além das funcionalidades que você já sabe, a integração do DAE na RCP é importante para aumentar ainda mais as chances do paciente sobreviver. Os dois procedimentos, apesar de serem diferentes, se complementam e devem ser realizados de forma coordenada.
A RCP pode ser feita até mesmo antes de ligar o DAE. Ela ajuda a manter a circulação sanguínea de alguém que está passando por um quadro de parada cardiorrespiratória e evitar que o coração do paciente pare mais rápido.
Além disso, ao socorrer uma pessoa em parada cardíaca, inicie imediatamente a massagem cardiopulmonar enquanto espera o DAE chegar ou ser ligado. Desse modo, as chances de sobreviver do paciente aumentam
Também é importante ter em mente que os ciclos de RCP precisam ser intercalados com intervenções do DAE. Entre um choque e outro, faça as massagens cardíacas para aumentar as chances do coração voltar ao normal.
Lembre-se que ao fazê-la você deve posicionar as mãos no meio do peitoral da pessoa, entre os dois mamilos, entrelaçar os dedos e colocá-los no centro da palma da mão sobre o ponto de compressão. Use a força do seu corpo para fazê-las e alterne entre profundas (cerca de 5 cm) e rápidas (100 a 120 por minuto).
Mitos comuns sobre o uso do DAE
Apesar da importância do desfibrilador para médicos ser inegável e do DAE aumentar as chances de sobrevivência de um paciente, ainda existem muitos mitos sobre sua utilização. Conheça alguns:
Não se pode usar o desfibrilador externo automático em pacientes com marca passo
Na verdade, o marca-passo pode interferir na corrente elétrica do DEA, por isso não se deve colocar os eletrodos em cima dele, mas é possível colocar no restante do peitoral.
Crianças não podem usar DEA
De fato as crianças não podem manipular o desfibrilador, mas ao contrário do que muita gente pensa, o DEA pode ser usado nelas. O que acontece é que naquelas menores de oito anos é preciso usar eletrodos específicos e usar um botão de atenuador de carga.
Além disso, é preciso que o bebê tenha mais de um ano e pese, pelo menos, 10 quilos.
O DEA não pode ser usado em vítimas de afogamento
Outro mito comum é que o desfibrilador não pode ser usado para salvar aquelas pessoas que se afogaram. A verdade é que nem sempre o DEA será útil nesses casos, já que na maioria das vezes uma pessoa que se afogou sofre de parada respiratória que ocorre em assistolia em quase 100% dos casos onde não há indicação de desfibrilação.
Mas caso seja preciso reanimar o coração desse paciente, é necessário secá-lo antes de colocar os eletrodos e gerar a descarga elétrica.
Pessoas leigas podem usar o DEA
É claro que é preferível que o DEA seja usado por médicos ou outros profissionais da saúde, porém pessoas leigas também podem e devem usá-lo para salvar a vida de uma outra pessoa que esteja tendo uma parada cardíaca ou arritmia maligna.
O DEA pode salvar vidas
Deu para notar que o desfibrilador pode ajudar a salvar vidas de pessoas que estejam infartando, tendo arritmias ou outros problemas no coração.
Ter um aparelho como esse sempre por perto garante mais tranquilidade caso imprevistos venham acontecer. Além de ser necessário em hospitais e clínicas médicas, ele também é fundamental em locais onde circulam muitas pessoas.
Para manuseá-los basta manter a calma, ter noções básicas de primeiros socorros e seguir as orientações que aparecem no próprio aparelho.
E para garantir ainda mais eficiência e segurança, é importante comprar um desfibrilador externo automático confiável e que seja referência no mercado, como o DEA i5 da Amoul.
Por isso, na hora de escolher o DEA para seu hospital, clínica ou estabelecimento, não se esqueça de contar com marcas que realmente valem a pena!
Na MA Hospitalar você encontra os melhores modelos, com o melhor preço. Aproveite a Black Friday e escolha aqueles que mais se adequam às suas demandas de saúde.