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Na prática médica atual, a seleção criteriosa de instrumentos desempenha um papel vital em procedimentos como a intubação endotraqueal. Dois dispositivos frequentemente empregados, o videolaringoscópio e o laringoscópio, destacam-se por suas abordagens distintas e por seus aspectos únicos voltados para uma mesma função.

Este artigo busca uma análise que considere características, vantagens e desvantagens para orientar profissionais de saúde na escolha entre esses dispositivos.

Definição e funcionamento

O laringoscópio convencional é composto por uma lâmina que permite visualização direta das cordas vocais durante a intubação. Em contraste, o vídeo laringoscópio possui uma câmera integrada, transmitindo imagens em tempo real para um monitor, oferecendo uma visualização mais abrangente e detalhada.

Vantagens do videolaringoscópio

  • Visualização aprimorada: A capacidade de fornecer uma visão mais clara e ampla das vias aéreas é uma característica fundamental, permitindo uma intubação mais precisa e segura.
  • Treinamento facilitado: A transmissão de imagens em tempo real torna o videolaringoscópio uma ferramenta valiosa para o treinamento de profissionais de saúde, contribuindo para a aquisição de habilidades técnicas.

Desvantagens do videolaringoscópio

  • Custo: Um fator limitante pode ser o custo em comparação ao laringoscópio, o que pode ser um desafio financeiro para algumas instituições de saúde.
  • Complexidade de manuseio: O uso do videolaringoscópio pode exigir habilidades técnicas mais avançadas, demandando treinamento adicional para garantir um uso eficaz.

Vantagens do laringoscópio

  • Custo acessível: O laringoscópio tradicional é, geralmente, mais acessível no seu preço, tornando-se uma opção viável em contextos com restrições orçamentárias.
  • Simplicidade de uso: Devido à ausência de tecnologia avançada, o laringoscópio é mais simples de operar, demandando menos treinamento para sua utilização eficaz.

Desvantagens do laringoscópio

  • Visualização limitada: A visualização direta pode ser restrita em determinadas situações, especialmente em casos de anatomia difícil, podendo comprometer a eficácia do procedimento.
  • Menos eficiente em condições complexas: Em situações de intubação difícil, o laringoscópio pode não oferecer a mesma eficácia que o videolaringoscópio, exigindo abordagens alternativas.

O que a ciência diz sobre o assunto?

Um estudo realizado por VASCONCELOS (2022) proporcionou uma visão aprofundada sobre a eficácia do videolaringoscópio em comparação ao laringoscópio tradicional durante a intubação em adultos.

A pesquisa, conduzida por meio de uma revisão integrativa utilizando bases de dados como Pubmed e Scielo, abrangeu artigos publicados entre 2014 e 2022, totalizando quinze estudos diferentes.

Os resultados revelaram que o videolaringoscópio oferece uma série de vantagens significativas em comparação ao laringoscópio direto. A visualização indireta proporcionada pelo videolaringoscópio foi destacada como uma ferramenta valiosa em casos de via aérea difícil, minimizando o risco de intubações malsucedidas.

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O dispositivo mostrou-se particularmente eficaz ao facilitar o acesso em situações complexas, contribuindo para o aprendizado de profissionais durante o procedimento.

Além de reduzir a chance de falhas na intubação, o videolaringoscópio demonstrou benefícios adicionais, como a minimização da movimentação da coluna cervical e uma visão aprimorada das estruturas das vias aéreas.

A pesquisa também ressaltou que a técnica videolaringoscópica se torna a principal alternativa em situações de intubação malsucedida.

Além disso, a versatilidade do videolaringoscópio em diversas situações clínicas, como cirurgias bucomaxilofaciais, destaca sua importância em contextos além da intubação tradicional.

Então, qual é o melhor?

A escolha entre vídeo laringoscópio e laringoscópio é estritamente vinculada às necessidades específicas de cada procedimento e ao contexto em que são aplicados.

O vídeo laringoscópio, apesar de ter um custo maior, destaca-se pela visualização avançada, enquanto o laringoscópio tradicional oferece simplicidade e acessibilidade financeira. Profissionais de saúde devem ponderar cuidadosamente os prós e contras de cada dispositivo, priorizando a segurança e eficácia do paciente.

Porém, em um cenário médico em constante evolução, a pesquisa fornece uma base sólida para a preferência do videolaringoscópio em comparação ao laringoscópio tradicional.

Os benefícios identificados têm o potencial de aprimorar significativamente os resultados clínicos, promovendo uma abordagem mais segura e eficaz nas intervenções nas vias aéreas em adultos.

Esta conclusão reforça a importância da atualização constante das práticas médicas para garantir o melhor cuidado possível aos pacientes.

Conheça o videolaringoscópio VL3R

O Videolaringoscópio VLR3 é a opção ideal para profissionais da saúde que almejam uma ferramenta de intubação avançada e versátil, garantindo precisão nas intervenções nas vias aéreas.

Ao priorizar desempenho e segurança, o VLR3 mostra-se um equipamento indispensável para anestesiologistas. Seu design e funcionalidades foram meticulosamente desenvolvidos para atender às demandas específicas de procedimentos de intubação, proporcionando aos profissionais um aliado confiável e eficaz em diversas situações clínicas.

Com tecnologia de ponta e um enfoque particular na segurança do paciente, o VLR3 da Hugemed oferece uma experiência de intubação aprimorada, minimizando riscos e promovendo resultados mais precisos. Além disso, sua interface de uso intuitiva contribui para uma adaptação rápida e eficiente por parte da equipe médica, otimizando o tempo durante procedimentos críticos.

A versatilidade e confiabilidade do VLR3 proporcionam uma abordagem abrangente e eficaz para a gestão das vias aéreas, elevando o padrão de cuidado prestado aos pacientes.

Referências

  1. VASCONCELOS, Raíssa Meirelles Abreu; TAVARES, Lívia Hygino; VIEIRA, Ana Izabel Aparecida; SILVEIRA, Mayra Dias; FILIPPI, Ana Claudia Zon. BENEFÍCIOS DO USO DO VIDEOLARINGOSCÓPIO FRENTE AO LARINGOSCÓPIO TRADICIONAL EM ADULTOSRevista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação[S. l.], v. 8, n. 4, p. 459–465, 2022. DOI: 10.51891/rease.v8i4.5004. Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/5004. Acesso em: 22 jan. 2024.

O EK-Pro é uma ferramenta exclusiva presente nos monitores da GE Healthcare. Trata-se de um algoritmo de arritmia que utiliza quatro derivações simultâneas para análise, detectando e alertando sobre eventos cardíacos que poderiam passar despercebidos.

Essa ferramenta é projetada para distinguir ruídos e artefatos de batimentos cardíacos reais, reduzindo significativamente alarmes falsos. Além disso, oferece redundância, garantindo o funcionamento contínuo do monitor mesmo em casos de falha em um único eletrodo.

O que é arritmia?

Arritmia significa qualquer distúrbio ou irregularidade do ritmo cardíaco. Um ritmo cardíaco estável é essencial para manter a contratilidade eficaz e o débito cardíaco adequado. A manutenção de um débito cardíaco ideal leva à perfusão adequada dos órgãos e pode melhorar os resultados clínicos e a sobrevida do paciente. Portanto, a detecção rápida e precisa de arritmias é crítica.

O monitoramento contínuo de ECG permite visualizações únicas da atividade elétrica do coração em dois planos, frontal e horizontal. A visualização da atividade elétrica do coração de vários ângulos pode ser muito útil para o médico, especialmente quando aplicada à detecção de arritmia.

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Nosso sistema de monitoramento permite que o médico monitore análises de múltiplas derivações ou de derivação única. Em geral, quanto mais derivações forem utilizadas na análise da arritmia, mais confiável será a interpretação da arritmia.

Como a ferramenta EK-Pro pode auxiliar?

O reconhecimento dos batimentos ventriculares pode ser melhorado pela monitorização de múltiplas derivações, e o mesmo se aplica à detecção de QRS. A decisão entre batimentos normais e ventriculares pode ser mais confiável quando informações de mais de uma derivação estão disponíveis. O algoritmo de arritmia EK-Pro usa I, II, III e a derivação V/VA para detecção de arritmia.

A American Heart Association (AHA) recomendou que duas ou preferencialmente três ou mais derivações sejam exibidas e monitoradas simultaneamente. Excedendo a recomendação mínima da AHA, o distinto algoritmo EK-Pro utiliza quatro derivações simultâneas para análise.

Embora a análise de ECG de múltiplas derivações seja preferida e recomendada, o algoritmo utiliza automaticamente a análise de arritmia de derivação única quando o ECG com fio de 3 derivações é usado. As análises de derivação única também podem ser usadas com monitoramento de múltiplas derivações. Isso é feito usando a seleção manual na interface do usuário.

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O uso de derivação única pode ser considerado, por exemplo, se a maioria das derivações for afetada por sinal ruidoso ou QRS de baixa amplitude, resultando em falsos alarmes de ECG e leituras incorretas de FC.

O algoritmo EK-Pro, no modo de derivação única, usa a derivação II como padrão. Como alternativa, o usuário pode escolher a derivação I, III ou Va como fonte para análise de arritmia de derivação única.

Alguns aspectos práticos em monitoramento de arritmia

Qualidade do Sinal: A preparação cuidadosa da pele e o uso de eletrodos de alta qualidade são essenciais para garantir um bom sinal de ECG, especialmente ao utilizar o monitoramento de arritmia.

Um bom sinal ajuda a garantir a detecção precisa de arritmia e ajuda a diminuir alarmes falsos e incômodos. Se houver artefatos em todas as derivações de ECG analisadas, o algoritmo EK-Pro fornece uma mensagem de ECG com ruído.

Se a condição persistir, o algoritmo fornecerá uma mensagem “Arritmia pausada” ou “Suspensão de arritmia”, dependendo do monitor GE em uso. Neste ponto, toda a detecção de arritmia será suspensa até que a integridade do sinal de ECG seja restaurada.

Nossa ferramenta também faz a detecção de Marca-passo. A detecção de marca-passo deve ser ativada quando pacientes com marca-passo são monitorados. A detecção de marca-passo é sempre ativada com módulos E (ou seja, E-PSM ou EPRESTN).

Ao utilizar um Módulo de Dados do Paciente (PDM) CARESCAPE™, Módulo Tram™ ou Monitoramento Combinado, a detecção de marca-passo pode precisar ser ativada manualmente.

A qualidade dos monitores da GE Healthcare

Os monitores destacam-se pela sua excelência e inovação, oferecendo soluções avançadas para diversas necessidades clínicas. Com tecnologia de ponta, como o exclusivo algoritmo de arritmia EK-Pro, esses equipamentos garantem uma monitorização cardíaca precisa e confiável.

A qualidade do sinal de ECG é assegurada por meio de cuidadosa preparação da pele e o uso de eletrodos de alta qualidade, reduzindo alarmes falsos e proporcionando uma detecção eficaz de arritmias.

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Assim como nós, da MA Hospitalar, a GE Healthcare mantém um compromisso contínuo com a inovação e aprimoramento, garantindo que seus monitores estejam na vanguarda da tecnologia médica. Acesse a loja da MA Hospitalar e explore nossas soluções!

O que é o modo RCP?

O RCP é uma modalidade ventilatória de emergência utilizada durante a ressuscitação cardiopulmonar – sequência de manobras e procedimentos para manter a circulação cerebral e cardíaca e garantir a sobrevida do paciente, podendo ser realizada manualmente ou com equipamentos automáticos.

Esse modo permite que o equipamento emita instruções visuais e de voz para orientar as manobras de RCP. Ele foi desenvolvido seguindo as mais recentes diretrizes da American Heart Association (AHA) e do European Resuscitation Council (ERC).

Qual a sua finalidade

Sua finalidade é guiar e orientar a equipe multidisciplinar a realizar com precisão a reanimação do paciente por meio de estímulos visuais e sonoros, além de oferecer uma ventilação automática e segura.

No modo de RCP, é utilizada a ventilação controlada por volume, podendo realizar a operação nas três formas: [30:2], [15:2] e [contínuo]. O volume da corrente é definido pelo usuário.

Onde encontrar

O modo RCP pode ser encontrado em todos os ventiladores de transporte AMOUL T5, T6 e T7, em uma aba específica para esta função [Figura 1].

Além disso, é possível integrar o ventilador AMOUL T5 ao equipamento de compressão torácica E6 [Figura 2] para operarem de forma simultânea.

Com essa comunicação, o ventilador enviará as ventilações mandatórias automaticamente em sincronia com as compressões, oferecendo mais segurança e facilidade no fluxo de trabalho durante uma parada cardiorrespiratória.

Figura 1: Modo RCP no ventilador T7 
Figura 1: Modo RCP no ventilador T7 
Figura 2: Ventilador T5 e compressor torácico E6 AMOUL
Figura 2: Ventilador T5 e compressor torácico E6 AMOUL

 

Como ajustar o modo RCP?

No modo RCP, é utilizada a ventilação controlada por volume. Neste modo, os valores de volume corrente estão pré-definidos para cada tipo de paciente (adulto, pediátrico, neonatal), porém, podem ser configurados pelo operador. Diferentes modos de operação também têm diferentes frequências respiratórias pré-programadas.

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Passo 1

  • Pressione o botão RCP (CPR), situado na parte frontal do equipamento;
  • O comando de voz “Selecionar o modo de operação” será emitido;
  • Os três modos de operação correspondem às três modalidades de RCP mais praticadas e recomendadas pelos protocolos de saúde internacionais (AHA e ERC);
  • No modo simples (30:2), recomendado para quando o atendimento é realizado por um socorrista, o ventilador guia o profissional na aplicação de 30 compressões, ao fim das quais fornece 2 ventilações ao paciente;
  • No modo duplo (15:2), recomendado para quando o resgate é realizado por dois socorristas, o ventilador guia o socorrista na aplicação de 15 compressões, ao fim das quais fornece 2 ventilações ao paciente;
  • No modo contínuo, o ventilador guia o socorrista na aplicação de 30 compressões, sem intervalo para ventilações.

Os três modos de operação da ventilação RCP estão resumidos na tabela:

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Passo 2

  • Inicie a RCP;
  • Após a escolha do modo de operação, o equipamento emitirá o comando de voz “faça compressões de 5 cm de profundidade” e, em seguida, “inicie as compressões”;
  • Durante a RCP, o equipamento emite um som indicando ao socorrista o ritmo das compressões;
  • Nos modos simples e duplo, este som é alternado com a mensagem “ventilando”, indicando que o equipamento está fornecendo as ventilações ao paciente;
  • Instruções visuais são exibidas na tela, conforme mostrado.
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Conheça mais soluções de urgência e emergência

Na MA Hospitalar, contamos com diferentes equipamentos da Amoul para urgência e emergência. Desde ventiladores de transporte, até compressores torácicos e desfibriladores externos automáticos, que podem ser utilizados em resgate, transporte e unidades de tratamento intensivo, de forma prática e com portabilidade.

A Amoul conta com certificações e patentes que unem segurança e inovação no setor da saúde, contribuindo para que as equipes tenham mais recursos e possibilidades no atendimento. Explore nosso site ou loja virtual e conheça mais produtos do nosso portfólio!

O modo ventilatório PSVPro pode simplificar o cuidado com o paciente. Ele representa uma abordagem na ventilação mecânica projetada para proporcionar alivio do esforço respiratório.

Este modo ventilatório é aplicado em pacientes que estão passando pelo processo de desmame ventilatório, ou seja, aqueles que estão se recuperando de condições que os levaram a necessitar de suporte ventilatório.

Na PSVPro, a ciclagem é baseada no fluxo, enquanto o disparo ocorre por meio da pressão ou do fluxo, proporcionando uma participação ativa do paciente.

Ele é uma opção encontrada nos aparelhos de anestesia da GE Healthcare, marca referência em equipamentos hospitalares que ajuda médicos do mundo todo a fornecer terapias personalizadas para uma ampla gama de pacientes.

Aparelho de anestesia Aisys CS2 da GE Healthcare
Aparelho de anestesia Aisys CS2 da GE Healthcare.

O que é este recurso presente nos equipamentos da GE Healthcare? 

É um modo ventilatório exclusivo da GE Healthcare, no qual o ventilador fornece uma pressão de suporte constante sempre que detecta que o paciente iniciou um movimento inspiratório. 

O modo PSVPro (Ventilação com suporte de pressão) simplifica o trabalho em pacientes com respiração espontânea, contando com a segurança de um backup automático em caso de apneia. 

  • Auxilia na superação da resistência no circuito respiratório e no circuito do paciente, ajudando a diminuir o trabalho respiratório do paciente. 
  • Evita a redução da capacidade residual funcional do paciente (CRF) e a diminuição do esforço respiratório devido aos anestésicos. 
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Um melhor despertar do seu paciente com o modo PSVPro 

A concentração de anestésicos utilizada durante a cirurgia tem grande influência no tempo de inibição da respiração espontânea. 

O fornecimento de agentes anestésicos é interrompido pouco antes do final da operação e, ao final, o paciente deve respirar espontaneamente por algum tempo antes de ser realizado o procedimento de extubação, utilizando o modo de pressão de suporte. 

No modo PSVPro, é o paciente quem comanda o respirador, além de determinar o tempo de início da respiração espontânea. Com isso, o trabalho respiratório é minimizado. 

Atuando em sincronia com o paciente, o ventilador mantém a mobilidade do diafragma de forma espontânea, pois o “respirar do paciente” produz pressão negativa na parte inferior das vias aéreas, e quando associado à utilização do PSVPro, existe a menor incidência de atelectasias. 

Caso o equipamento identifique a ausência de respirações espontâneas, um modo de backup de apneia é ativado automaticamente. 

O modo PSVPro retorna de forma automática quando os sensores reconhecem um número mínimo de respirações consecutivas do paciente, garantindo assim um maior conforto respiratório durante o despertar. 

Como o modo PSVPro funciona e para que é indicado? 

Ele é destinado para uso em pacientes com respiração espontânea, em que o responsável clínico define os níveis de pressão de suporte e PEEP. 

O paciente inicia respirações espontâneas e determina a frequência respiratória, o tempo e o volume corrente. Caso o paciente pare a respiração, um modo de backup de apneia do SIMV PCV é ativado automaticamente. 

  • O tempo de backup pode ser definido entre 10-30 segundos. 
  • O médico define a pressão inspiratória de backup (Pinsp), a frequência respiratória (FR) e o tempo inspiratório (Tinsp). 
  • O alarme ativo do Modo Backup será exibido até que o PSVPro retorne ou até que outro modo de ventilação seja selecionado. 
  • O PSVPro é retomado automaticamente quando o ventilador identifica o número de respirações consecutivas do paciente, definidas previamente para Saída de Backup. 

Entre em contato e saiba mais!

Na MA hospitalar, fornecemos soluções médico-hospitalares para diferentes finalidades, juntamente com o suporte necessário para sua unidade de saúde ou sua instituição.

Acesse nosso site ou loja virtual e explore equipamentos seguros, intuitivos e de fácil manuseio para um atendimento com excelência e eficácia para o seu paciente! 

O módulo de transmissão neuromuscular (TNM) da GE Healthcare é utilizado para avaliar o bloqueio neuromuscular no paciente através da administração de bloqueadores neuromusculares durante o procedimento cirúrgico.

O módulo de TNM proporciona impulsos de estimulação elétrica de um nervo periférico e mede sua resposta neuromuscular a este estímulo. A linha de acessórios TNM GE Healthcare inclui eletrossensores (Figura 1) e mecanossensores (Figura 2) para adultos e para crianças entre 5 e 40 Kg.

O mecanossensor mede o movimento do polegar utilizando um sensor piezoelétrico, que converte o movimento físico em um sinal elétrico e quantifica a resposta mecânica gerada. Já o eletrossensor mede diretamente a atividade elétrica do músculo com eletrodos, quantificando a resposta à estimulação nervosa. O eletrossensor pode ser utilizado na mão ou no pé do paciente, tanto em pacientes adultos como pediátricos.

Guia de aplicação de eletrossensores e 
módulo de transmissão neuromuscular.
Figura 1 – Aplicação de eletrossensores e módulo de TNM GE HealthCare
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Figura 2 – Aplicação do mecanossensor do módulo de TNM da GE HealthCare

Por que utilizar um módulo de transmissão neuromuscular durante o procedimento cirúrgico? 

Durante alguns procedimentos cirúrgicos, agentes bloqueadores neuromusculares podem ser utilizados com o objetivo de facilitar a intubação e garantir condições ideais para a cirurgia. No entanto, o uso desses fármacos pode elevar o risco de efeitos adversos pós-operatórios. A paralisia residual é uma grande preocupação, pois aumenta a morbidade e mortalidade pós-operatória, o tempo de internação e ainda aumenta os custos concomitantes a essas complicações.1, 2, 3, 4 e 5 

Durante todo o procedimento anestésico, o médico deve avaliar continuamente a função neuromuscular do paciente. Apesar de existirem métodos mais convencionais para avaliar a função neuromuscular em pacientes sob efeito de anestésico, como a capacidade de levantar a cabeça, aperto de mão firme ou ventilação minuto suficiente, há uma grande evidência científica mostrando a superioridade e benefícios do uso da avaliação clínica associada à monitorização neuromuscular quantitativa.

Os monitores de transmissão neuromuscular fornecem medições numéricas de forma automática, indicando a resposta muscular a um estímulo e o nível associado de bloqueio neuromuscular. Tecnologia que até pouco tempo estava distante, mas que está cada vez mais presente e disponível dentro dos ambientes cirúrgicos. 

Portanto, de acordo com Duţu et al. (2019), o uso da monitorização neuromuscular como guia na reversão de agentes bloqueadores ajuda a evitar o bloqueio neuromuscular residual, trazendo mais segurança para o paciente.

  • Medição automatizada 
  • Maior adequação das doses de relaxantes neuromusculares 
  • Recuperação otimizada 
  • Maior segurança do paciente diminuindo riscos de complicações 
  • Orientação quanto ao momento da extubação 
  • Informação integrada no monitor 

Como essa medição é realizada? 

Através de um eletrodo e uma estimulação no nervo ulnar ou nervo plantar medial, uma resposta imediata será gerada no monitor. Dessa forma, é possível avaliar a profundidade do bloqueio neuromuscular.

O padrão de monitorização é uma sequência de quatro estímulos, também chamado de Train-of-four (TOF). A estimulação TOF permite a contagem do número de contrações musculares provocadas e o cálculo da proporção da quarta para a primeira resposta de contração. 

Quando não são detectadas respostas para a estimulação TOF, a contagem pós-tetânica (CPT) é a única forma de medir o bloqueio neuromuscular. É gerada uma estimulação tetânica (50 Hz) durante cinco segundos e são contadas as respostas pós-tetânicas para estímulo único. Quanto maior for a CPT (o número de respostas detectadas), mais rápido retornarão as respostas normais de TOF.

Na prática: 

São necessários dois eletrodos para a estimulação elétrica de um nervo periférico (Figura 3). A resposta resultante pode ser medida com dois eletrodos e um mecanossensor, que mede os movimentos entre o polegar e o indicador, ou com um eletrossensor, que utiliza três eletrodos de registro.

O monitor procura a corrente de estímulo necessária para ativar todas as fibras dos músculos estimulados (registrados). A pesquisa é iniciada com um estímulo de 10 mA e a resposta é medida. A corrente aumenta em incrementos de 5 mA até que o aumento da corrente deixe de aumentar a resposta. Essa corrente máxima é, então, automaticamente aumentada em 15%, resultando em uma corrente supramáxima.

Se não for encontrada a corrente supramáxima ou se a resposta for muito fraca para a pesquisa de uma corrente supramáxima, a corrente será ajustada para 70 mA.

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Figura 3 – Posicionamento dos mecanossensores

Modos de estimulação 

  • Train of four, TOF: Recomendado para a maioria dos casos. Também é a definição padrão.
  • Estimulação por impulso duplo, DBS: Útil com a utilização do mecanossensor. Permite uma melhor observação visual da diminuição nas respostas.
  • Contagem pós-tetânica, PTC: Utilizada para calcular o nível de relaxamento com estimulação tetânica.
  • Estímulo único, EstÚni: O modo de estímulo único é prático quando se utilizam relaxantes despolarizantes: nesses casos, a TOF% não fornece informações adicionais sobre o estado do paciente.

Como interpretar os valores de TNM?

No modo de estímulo TOF, são emitidos 4 pulsos de estimulação em intervalos de 0,5 segundos. A resposta é medida após cada estímulo e calcula-se a relação da quarta com a primeira resposta da sequência TOF, o que resulta em TOF% (Figura 4).

Com o eletrossensor, é exibida a T1%. Se a referência for localizada com êxito, uma escala também será incluída. Os marcadores da escala representam os valores de referência 0%, 30%, 60%, 90% e 120% (Figura 5). Quando não há qualquer referência disponível, não é apresentado nenhum valor de T1% e as barras não são representadas em escala. Quando o relaxamento se aprofunda, a TOF% desce até a quarta resposta desaparecer e não existir qualquer TOF% disponível.

O grau de bloqueio neuromuscular é, então, calculado a partir do número de respostas, a contagem, que representa o número de respostas detectadas para os quatro estímulos. Quanto menor for o número de respostas, mais profundo será o relaxamento.

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Figura 4 
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Figura 5 – Tabela descreve a profundidade do relaxamento

Passo a passo do uso do TNM 

Passo 1 

Coloque adequadamente o sensor de sua escolha (Figura 6). Pressione início da medição. O monitor iniciará a medição definindo automaticamente a corrente de estímulo e realizando uma medição de referência. Com o paciente não relaxado, TOF% é 100 (Figura 7).

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Figura 6
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Figura 7

Passo 2 

Os relaxantes não despolarizantes causam um desaparecimento das respostas, indicado por um TOF% mais baixo e uma inclinação no gráfico de barras. Os relaxantes despolarizantes resultam em uma queda igual em todas as quatro respostas, sem desaparecimento.

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Figura 8

Passo 3 

O bloqueio neuromuscular pode ser utilizado para facilitar a intubação endotraqueal. O médico pode usar o tempo em que todas as respostas desaparecem (ou seja, a contagem TOF é 0) como um guia para determinar quando intubar.

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Figura 9 

Passo 4  

Durante a cirurgia e em cuidados intensivos, a contagem TOF (Count) é usada para manter um nível ideal constante de bloqueio neuromuscular. Quando a contagem TOF excede um nível definido pelo usuário, o monitor GE exibirá uma mensagem de “Bloco de recuperação”.

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Figura 10 

Passo 5

Com base no tipo de agente de reversão que deseja utilizar, você pode cronometrar a administração usando TOF% e contagem de contrações. Para uma extubação segura, o TOF% deve ser superior a 90.7 

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Figura 11 

Onde encontrar TNM nos monitores da GE Healthcare? 

É possível realizar a monitorização da Transmissão Neuromuscular em todos os monitores da GE Healthcare (B105, B125 e B155 a partir da versão 3 e B450, B650 e B850) através do módulo E-NMT.

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Módulo E-NMT 
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Monitores B105, B125 e B155

 

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Monitores Carescape B450
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Monitores Carescape B650 e B850 

Saiba mais

Conheça outras funcionalidades dos monitores da GE Healthcare, como o oxicardiorrespirograma e o monitoramento de gases.

Entre em contato com a MA Hospitalar e adquira o seu!

Referências 

  • 1. Herbstreit F, Peters J, Eikermann M. Impaired upper airway integrity by residual neuromuscular blockade: increased airway collapsibility and blunted genioglossus muscle activity in response to negative pharyngeal pressure. Anesthesiology 2009;110:1253-60. 
  • 2. Eikermann M, Groeben H, Husing J, Peters J. Accelerometry of adductor pollicis muscle predicts recovery of respiratory function from neuromuscular blockade. Anesthesiology 2003;98:1333-7. 
  • 3. Eriksson LI, Sato M, Severinghaus JW. Effect of a vecuronium-induced partial neuromuscular block on hypoxic ventilatory response. Anesthesiology 1993;78:693-9. 
  • 4. Murphy GS, Szokol JW, Marymont JH, Greenberg SB, Avram MJ, Vender JS. Residual neuromuscular blockade and critical respiratory events in the postanesthesia care unit. Anesth Analg 2008;107:130-7. 
  • 5. Berg H, Roed J, Viby-Mogensen J, Mortensen CR, Engbaek J, Skovgaard LT, Krintel JJ. Residual neuromuscular block is a risk factor for postoperative pulmonary complications. A prospective, randomised, and blinded study of postoperative pulmonary complications after atracurium, vecuronium and pancuronium. Acta Anaesthesiol Scand 1997;41:1095-103. 
  • 6. Duţu M, Ivaşcu R, Tudorache O, et al. Neuromuscular monitoring: an update. Rom J Anaesth Intensive Care. 2018;25(1):55–60. 
  • 7. Naguib M, Brull SJ, Kopman AF, et al. Consensus Statement on Perioperative Use of Neuromuscular Monitoring. Anesth Analg 2018; 127:71-80. 

A MA Hospitalar acaba de ser despedir de 2023, mas não podemos deixar de compartilhar a intensidade e os momentos significativos que marcaram nossa jornada ao longo deste ano.

Foi uma estrada repleta de conquistas, parcerias sólidas e um compromisso contínuo com a inovação e a excelência na área da saúde.

Confira a nossa trajetória em 2023!

Início do ano: expansão nacional 

O ano começou com a montagem do bloco cirúrgico no Hospital LifePlus, localizado em Xangrilá – RS. Em seguida, em fevereiro, inauguramos uma filial em Barueri – SP, seguida pela inauguração de outra em Brasília – DF, em março. Essas inaugurações foram acompanhadas pelo lançamento do nosso e-commerce em abril, tornando nossos produtos e serviços acessíveis em todo o país.

Já o mês de maio foi marcado pela participação na Feira Hospitalar e pelo lançamento do Projeto Certidão da Vida em parceria com o Hospital Moinhos de Vento.

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Primeiro trimestre: comprometimento e crescimento 

O primeiro trimestre foi fundamental para evidenciar nosso comprometimento e crescimento. Além das inaugurações, lançamos a loja virtual da MA Hospitalar, participamos de eventos importantes e consolidamos nosso compromisso com a inovação na área da saúde. 

Linha do tempo 2 da retrospectiva 2023 da MA Hospitalar

Meio do ano: aniversário da filial e parcerias estratégicas 

No mês de julho, celebramos os 10 anos da filial de Curitiba – PR, e estabelecemos uma parceria estratégica com a CONMED. Em agosto, participamos da LETAM, e setembro marcou nosso 23º aniversário, culminando com o recebimento do prêmio de Destaque GE Healthcare 2023.

Outubro nos levou a uma visita à Baxter International Inc. nos EUA, e novembro foi marcado pela parceria com a FUJIFILM e pela participação na Feira Médica em Düsseldorf, na Alemanha. 

Segundo semestre: expansão e reconhecimento 

No segundo semestre, lançamos o novo site institucional da MA Hospitalar, celebramos os 10 anos da filial de Curitiba – PR e consolidamos parcerias com marcas renomadas como CONMED e FUJIFILM. Setembro foi especialmente notável, não apenas pelo aniversário, mas também pelo reconhecimento com o prêmio de Destaque GE Healthcare 2023. 

Marcas que somaram com a MA Hospitalar em 2023

Essas são as marcas que começaram parceria com a MA Hospitalar em 2023.

Encerramento do ano: um olhar para o futuro 

Ao fecharmos o ano de 2023, participamos de eventos nacionais e internacionais, concluindo com chave de ouro na Feira Médica na Alemanha e na visita à Baxter International Inc. nos EUA.

Estamos prontos para 2024, confiantes de que os desafios serão superados com a mesma determinação que nos trouxe até aqui. 

Agradecimento e desejos para 2024 

Expressamos nossa sincera gratidão a todos que fizeram parte desta jornada extraordinária. Esperamos que 2024 seja repleto de prosperidade e alegrias. Juntos, continuaremos inovando e contribuindo para o avanço da saúde, enfrentando desafios e celebrando conquistas. Estamos prontos para mais um capítulo memorável na história da MA Hospitalar. 

O videolaringoscópio (ou vídeo laringoscópio) é uma ferramenta crucial no campo da medicina, proporcionando uma visão detalhada e nítida das vias aéreas superiores durante procedimentos clínicos.  

Essa tecnologia inovadora tem se destacado pela sua versatilidade e benefícios substanciais em diversas áreas da medicina, desde a anestesiologia até a emergência médica. Neste artigo, exploraremos em detalhes a utilidade do videolaringoscópio e os benefícios que ele oferece aos profissionais de saúde. 

O que é um videolaringoscópio? 

Antes de mergulharmos nos benefícios, é importante compreender o que é um videolaringoscópio. Este dispositivo consiste em uma lâmina fina e flexível equipada com uma câmera na extremidade. Geralmente, é utilizado para visualizar a laringe e as cordas vocais durante procedimentos médicos que envolvem a intubação endotraqueal.  

A imagem capturada pela câmera é exibida em tempo real em um monitor, permitindo que os profissionais tenham uma visão clara e precisa da anatomia das vias aéreas. 

Ele é introduzido através da boca e permite que o médico visualize e avalie de forma detalhada as estruturas da boca, orofaringe, hipofaringe, laringe e cordas vocais, e diagnosticar condições de saúde, como pólipos ou nódulos nas cordas vocais, laringite crônica ou leucoplasias, por exemplo. 

Utilidades do videolaringoscópio 

  • Intubação endotraqueal: Uma das aplicações mais comuns do vídeo laringoscópio é a intubação endotraqueal. Durante esse procedimento, o médico insere um tubo respiratório nas vias aéreas do paciente para garantir uma ventilação adequada. O vídeo laringoscópio oferece uma visualização direta das cordas vocais, facilitando a inserção precisa do tubo e reduzindo o risco de complicações. 
  • Treinamento médico: O vídeo laringoscópio desempenha um papel fundamental no treinamento de profissionais de saúde. Ele permite que estudantes e residentes pratiquem a técnica de intubação em um ambiente simulado, aprimorando suas habilidades antes de realizar procedimentos em pacientes reais. Isso contribui para a segurança e competência dos profissionais. 
  • Procedimentos cirúrgicos otológicos: Em cirurgias otológicas, que envolvem a orelha, o vídeo laringoscópio é frequentemente utilizado para proporcionar uma visualização clara e precisa da área de trabalho. Isso é especialmente crucial em procedimentos delicados nos quais a precisão é essencial. 
  • Atendimento de emergência: Em situações de emergência, onde o acesso rápido e eficiente às vias aéreas é vital, o vídeo laringoscópio desempenha um papel crucial. Ele permite que os profissionais de saúde ajam rapidamente, mesmo em condições desafiadoras, melhorando as taxas de sucesso em situações críticas. 

Benefícios do videolaringoscópio 

  • Maior taxa de sucesso: A visualização direta e ampliada das vias aéreas oferecida pelo vídeo laringoscópio resulta em uma taxa de sucesso mais elevada durante procedimentos como a intubação endotraqueal, reduzindo as complicações e melhorando os resultados. 
  • Redução do trauma: Comparado aos métodos tradicionais, o vídeo laringoscópio causa menos trauma às estruturas das vias aéreas. Isso é particularmente benéfico em pacientes com anatomias difíceis, onde a intubação pode ser desafiadora. 
  • Treinamento aprimorado: A capacidade de gravar e revisar procedimentos realizados com o vídeo laringoscópio proporciona um feedback valioso para os profissionais em treinamento, contribuindo para o aprimoramento contínuo das habilidades clínicas. 
  • Versatilidade: O vídeo laringoscópio é versátil e pode ser utilizado em uma variedade de cenários clínicos, desde salas de cirurgia até ambientes de emergência. Sua adaptabilidade o torna uma ferramenta valiosa em diferentes contextos médicos. 

Conheça o vídeo laringoscópio VLR3 

Vídeo Laringoscópio VLR3 da Hugemed é a escolha ideal para profissionais de saúde que buscam uma ferramenta avançada e versátil para intubação das vias aéreas com precisão.

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Com um foco em desempenho, segurança e facilidade de uso, o Vídeo Laringoscópio VLR3 é um equipamento essencial para qualquer equipe médica!

Aprimore sua prática clínica com a videolaringoscopia 

Em resumo, o vídeo laringoscópio emergiu como uma ferramenta essencial no portfólio médico, oferecendo benefícios substanciais em termos de precisão, segurança e treinamento.  

Sua capacidade de proporcionar uma visualização clara e detalhada das vias aéreas tem transformado a abordagem de diversos procedimentos médicos, resultando em melhores resultados para pacientes e profissionais de saúde. À medida que a tecnologia continua a avançar, é provável que o vídeo laringoscópio desempenhe um papel ainda mais significativo na prática médica.

Comprar ou alugar uma cama hospitalar é uma decisão importante que depende de várias considerações pessoais e situações específicas. Cada caso vai permitir uma visão particular do que é mais em conta para a pessoa que precisa da cama. 

Às vezes, o tratamento de uma pessoa, principalmente em casos de cuidados domiciliares, vai se deparar com a necessidade de uma cama, chegando nessa importante escolha. Por conta disso, é necessário analisar os prós e contras de ambas as opções para ajudá-lo a tomar a decisão que melhor atenda às suas necessidades. 

Comprar uma Cama Hospitalar

Prós: 

  • Propriedade Permanente  

Ao comprar uma cama hospitalar, você a possui permanentemente e pode usá-la sempre que necessário, sem se preocupar com prazos de aluguel ou devolução. Ela será um item permanente que você manterá.  

  • Custo a Longo Prazo

Se você espera precisar de uma cama hospitalar por um período prolongado, comprar pode ser mais econômico a longo prazo em comparação com o aluguel. Isso irá depender das condições do paciente acamado.  

  • Personalização 

Você pode escolher a cama que melhor atenda às suas necessidades e preferências, como recursos adicionais, design e conforto. Sendo sempre preferível  

  • Disponibilidade Imediata  

Você tem acesso à cama hospitalar sempre que precisar, sem depender da disponibilidade de aluguel. 

Contras: 

  • Custo Inicial Elevado  

Comprar uma cama hospitalar pode exigir um investimento significativo no início, o que pode ser proibitivo para algumas pessoas. 

  • Manutenção e Reparos 

A responsabilidade por custos de manutenção e reparos, caso a cama hospitalar apresente problemas, pode ser uma desvantagem, pois ficará com o proprietário da cama. No caso da MA Hospitalar, contamos com serviços de manutenção para nossos clientes, que podem ser negociados.

  • Armazenamento  

Quando não estiver em uso, a cama ocupará espaço em sua casa, o que pode ser inconveniente, especialmente em residências pequenas. 

Alugar uma Cama Hospitalar 

Prós: 

  • Custo Inicial Baixo

O aluguel requer um pagamento inicial menor, tornando-o mais acessível para quem tem orçamento limitado.

  • Flexibilidade

Se você precisa da cama por um período limitado, o aluguel oferece a flexibilidade de devolvê-la quando não for mais necessária. 

Contras: 

  • Custo a Longo Prazo

Se a necessidade de uma cama hospitalar se estender por um longo período, o custo total do aluguel pode superar o custo de compra. 

  • Disponibilidade Limitada

Dependendo da localização e da demanda, pode haver atrasos na obtenção de uma cama alugada. 

  • Falta de Personalização

As opções de personalização são limitadas ao alugar, já que você estará usando uma cama disponível no estoque da empresa. 

  • Restrições de Uso

Alguns contratos de aluguel podem impor restrições quanto ao uso e manutenção da cama. 

Conheça a Cama Centuris da Baxter

A Cama Centuris da Baxter é uma opção segura e versátil fornecida pela MA Hospitalar. Ela permite um cuidado de qualidade para o paciente e uma operação prática para o profissional de saúde. 

  • Simplicidade, qualidade e segurança;  
  • CPR Mecânico Bilateral;  
  • Ajuste de altura variável entre 39cm a 77cm;  
  • Trelemburg elétrico de +17º a -17º;  
  • Auto Contorno Inteligente (previne deslizamento do paciente sentindo a grade nos pés);   

Ela é projetada pensando em 4 pilares: prevenção de queda, prevenção dos pulmões saudáveis, prevenção da coluna e prevenção da pele.

Além de outras vantagens e funcionalidades. Acesse nosso site e confira a Cama Centuris!

Então, o que vale mais a pena?

Em resumo, a decisão de comprar ou alugar uma cama hospitalar depende das suas necessidades individuais, orçamento e duração prevista de uso. Se você espera usar a cama por um longo período e tem os recursos para comprar, essa pode ser a opção mais econômica e conveniente. Por outro lado, o aluguel é uma escolha sensata para necessidades temporárias ou quando o orçamento é limitado.  

Certifique-se de avaliar todas as opções disponíveis e considerar as vantagens e desvantagens antes de tomar uma decisão.

Em busca de novas tecnologias para minimizar as assincronias em ventilação mecânica, os modos ventilatórios avançados surgem como ferramentas inovadoras. E com esse objetivo, o modo ventilatório de duplo controle vem sendo cada vez mais utilizado. 

Muitas são as nomenclaturas utilizadas para o duplo controle, no entanto, a mais utilizada é PRVC (Pressure-Regulated Volume-Control), que traduzimos como ventilação controlada a volume e regulada a pressão.

Portanto, o duplo controle ou PRVC é um modo avançado controlado ou assisto-controlado onde ajusta-se um volume corrente alvo e o ventilador oferece a menor pressão inspiratória possível visando uma melhor sincronia paciente-ventilador.1 

Como funciona e como ajustamos o PRVC? 

Este é um modo ventilatório ciclado a tempo ou pelo paciente e limitado à pressão. Onde o volume corrente alvo é ajustado pelo operador e o ventilador, baseado na resposta da mecânica ventilatória do paciente, fornece a menor pressão inspiratória possível.1 

Ventilador de transporte T7 com modo ventilatório de duplo controle.
O T7 é um ventilador de transporte certificado para ser utilizado em UTIs aéreas.

Quando a ventilação for desencadeada por tempo, o modo funcionará de forma semelhante ao modo de pressão controlada. E quando desencadeada espontaneamente pelo paciente, a pressão inspiratória funcionará como uma pressão de suporte. O que o diferenciará de um modo básico serão os ajustes de pressão realizados automaticamente pelo ventilador, com base na mecânica ventilatória dinâmica do paciente.

E quando utilizar? 

A escolha do modo ventilatório deve ser baseada de acordo com a gravidade do paciente. Para pacientes com insuficiência respiratória com assincronia, uma mudança de modo ventilatório pode ser uma alternativa.2 

As Diretrizes Brasileiras de Ventilação Mecânica (2013) sugerem a utilização do duplo controle quando se busca um ajuste automático da pressão caso a mecânica ventilatória do paciente sofra alterações.3 Isso pode ocorrer quando há melhora da mecânica pulmonar e o paciente está em evolução para uma ventilação mais espontânea, requerendo ajustes constantes de pressão. Dessa forma, auxiliando o fluxo de trabalho da equipe clínica, evitando assincronias indesejadas e promovendo segurança do paciente. 

Cuidados no uso do PRVC

Devido à possibilidade de aumento indesejável da pressão inspiratória, é recomendado que se tenha atenção aos ajustes de limites pressóricos (pressão de pico), uma vez que a pressão inspiratória é variável e depende da mecânica ventilatória do paciente.3 Em resumo, os limites de pressão devem estar devidamente ajustados para evitar possíveis lesões pulmonares. 

Quais os benefícios? 

De acordo com alguns estudos clínicos, o PRVC pode levar a pressões mais baixas nas vias aéreas, pois permite a definição de um volume corrente alvo respeitando as estratégias de proteção pulmonar em pacientes com lesão pulmonar e síndrome do desconforto respiratório agudo.4,5 Portanto, é um modo que fornece maior segurança na ventilação através da geração de menores pressões nas vias aéreas, evitando picos pressóricos indesejáveis.4,5 

Sabia que pode encontrar o PRVC em ventiladores de transporte? 

A AMOUL disponibiliza esse modo avançado desde os ventiladores de transporte até o de UTI, trazendo mais segurança para o seu paciente e inovação na prática clínica.

A linha de Ventiladores de Transporte da Amoul oferece soluções avançadas e versáteis para resgate, transporte e UTI. Os modelos T5, T6 e T7 são equipados com tecnologia de ponta e recursos inovadores para proporcionar benefícios significativos no cuidado do paciente. Confira algumas características dessa linha de ventiladores:

  • Design compacto e portátil: Todos os ventiladores da linha são projetados para serem compactos e leves, permitindo fácil transporte e mobilidade. Eles podem ser facilmente acoplados a carrinhos de transporte ou suportes de cabeceira de maca, garantindo ventilação contínua durante o transporte intra e inter-hospitalar. 
  • Versatilidade: Os três modelos atendem a diversas aplicações clínicas e tipos de pacientes. Eles são indicados para pacientes adultos, pediátricos e neonatais, oferecendo uma ampla gama de opções para cuidados respiratórios. Além disso, possuem diferentes modos ventilatórios para atender às necessidades específicas de cada paciente. 
  • Interface de uso intuitiva: Cada ventilador possui uma interface de uso intuitiva e amigável, facilitando a operação para a equipe médica e garantindo a segurança do paciente. Através de telas touch-screen coloridas e comandos intuitivos, é possível configurar facilmente os parâmetros de ventilação e monitorar o quadro clínico do paciente. 
  • Resposta rápida a emergências: Os ventiladores de transporte da Amoul são projetados para serem rápidos e eficientes em situações de emergência. Eles fornecem ventilação invasiva e não invasiva, garantindo o suporte respiratório necessário durante resgates e transporte, e são ideais para uso em UTIs aéreas (T7 apenas) e hospitalares. 

Entre em contato e saiba mais sobre os ventiladores AMOUL T5, T6 e T7 

Na MA Hospitalar, fornecemos as soluções de urgência e emergência da Amoul, junto com o suporte necessário para que a sua instituição utilize os equipamentos de forma assertiva e eficiente. Fale conosco e aproveite nosso atendimento especializado! 

Referências: 

  1. Singer, B. D. & Corbridge, T. C. Pressure modes of invasive mechanical ventilation. Southern medical journal 104, 701–9 (2011). 
  2. Chatburn, R. L. & Mireles-Cabodevila, E. Closed-loop control of mechanical ventilation: description and classification of targeting schemes. Respiratory care 56, 85–102 (2011). 
  3. Diretrizes Brasileiras de Ventilação Mecância. Associação de Medicina Intensiva Brasileira. 2013. 
  4. Guldager H, Nielsen SL, Carl P, et al. A comparison of volume control and pressure-regulated volume control ventilation in acute respiratory failure. Crit Care 1997;1:75Y77. 

Os Desfibriladores Externos Automáticos (DEAs) são dispositivos de salvamento de vida que podem ser usados para tratar a fibrilação ventricular, uma condição que é frequentemente a causa de um ataque cardíaco. 

Eles foram projetados para serem usados imediatamente no local, permitindo que o tratamento seja iniciado antes da chegada dos serviços médicos de emergência.

 

DEA i5 da Amoul

O equipamento automaticamente analisa o ritmo cardíaco da vítima para determinar se um choque é necessário. Se um ritmo chocável (como fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular sem pulso) for detectado, o Desfibrilador Externo Automático irá indicar que um choque deve ser aplicado. Se um ritmo não chocável for detectado, ele não permitirá a aplicação do choque, impedindo o uso indevido do dispositivo e possíveis danos à vítima.

A cada minuto que passa, a probabilidade de sobrevivência diminui em 7-10% se nenhuma ação for tomada. Vamos citar as cinco vantagens de utilizar essa tecnologia: 

1 – Facilidade de uso  

Os Desfibriladores Externos Automáticos são projetados para serem fáceis de usar para o público em geral. Eles possuem instruções de voz e, em alguns casos, visuais, que orientam o usuário através do processo de desfibrilação passo a passo.  

2 – Rápida resposta em emergências  

Em um cenário de parada cardíaca, cada minuto conta. O equipamento permite a intervenção imediata, o que pode melhorar drasticamente as chances de sobrevivência. 

3 – Segurança  

Essa tecnologia é fabricada para ser segura em seu uso. Ela analisa o ritmo cardíaco da vítima antes de permitir que uma descarga seja aplicada, evitando a aplicação de um choque quando não é necessário ou seguro. 

4 – Acessibilidade  

Os Desfibriladores Externos Automáticos são muitas vezes encontrados em locais públicos de grande movimento, como aeroportos, ginásios e escolas. Isso significa que, em muitos casos, eles estão prontamente disponíveis em uma emergência. 

5 – Melhoria das taxas de sobrevivência  

Estudos demonstraram que o uso de um Desfibrilador Externo Automático em uma situação de parada cardíaca pode dobrar ou até triplicar as chances de sobrevivência. Isso é uma grande vantagem sobre a ressuscitação cardiopulmonar (RCP) tradicional. 

Conheça o DEA i5 da Amoul 

Para aproveitar todas essas vantagens com o máximo de qualidade, a opção ideal é o DEA i5. Esse equipamento da Amoul proporciona agilidade e tecnologia para auxiliar no processo de desfibrilação. Ele: 

  • Conta com interface de gerenciamento protegida por senha e memória para armazenar 24 horas de dados de ECG e até 1000 eventos.  
  • Os eventos e curvas de ECG gravados podem ser transferidos para dispositivo móvel por meio de aplicativo e conexão WiFi. 
  • É leve, pesando apenas 2,3Kg, e pode ser guardado e carregado para diferentes locais graças às suas dimensões (L x A x P: 217 x 91 x 289 mm).  
  • Os eventos e curvas de ECG gravados no equipamento podem ser transferidos para dispositivo móvel por meio de aplicativo e conexão WiFi. 

Em apenas 7 segundos, ele já está pronto para uso, fornecendo agilidade juntamente com orientações para o socorrista, por meio de voz e ilustrações. Isso é fundamental, pois quando a desfibrilação ocorre no primeiro minuto, a taxa de sobrevivência é de 90%.

Em quais estabelecimentos o DEA é obrigatório?  

De acordo com o congresso nacional, o Desfibrilador Externo Automático é obrigatório em diferentes estabelecimentos. Sua obrigatoriedade pode variar com acordo com os estados e com o volume de pessoas.  

Confira abaixo alguns lugares onde o equipamento é obrigatório. 

  • Estações rodoviárias e ferroviárias, aeroportos e portos, com aglomeração ou circulação de pelo menos 2.000 pessoas diariamente. 
  • Centros comerciais, estádios e ginásios esportivos, hotéis e templos, com circulação constante. 
  • Eventos que esperam um público superior a 4.000 pessoas. 
  • Transportes como metrô, trens, embarcações e aeronaves, com capacidade superior a 100 passageiros. 
  • Ambulâncias, viaturas de bombeiros, resgate e policiais. 

Garanta segurança para o seu estabelecimento! 

O DEA Amoul I5 é a escolha certa para tornar o seu estabelecimento um local seguro e pronto para enfrentar adversidades. Como vimos, cada segundo é essencial para salvar uma vida. E o Desfibrilador Externo Automático i5 é uma tecnologia ágil, didática e eficiente para serviços de urgência e emergência, preparando você para cuidar do próximo. 

Entre em contato ou acesse nossa loja e adquira a solução perfeita para tornar o seu estabelecimento um local seguro!

Um dos fatores decisivos na realização de uma cirurgia – entre outros procedimentos que exijam proteção e higiene máxima – é a paramentação cirúrgica adequada. Pode não parecer, mas diferentes instituições de saúde vão ter vestimentas distintas, muitas utilizando roupas reutilizáveis, enquanto outras preferem as paramentações descartáveis.

Mas, afinal, qual é o melhor tipo de paramentação em questão de conforto, segurança e custo-benefício? 

Função da paramentação cirúrgica 

Segundo DUARTE e LEITE (2012), a paramentação cirúrgica surgiu para proteger tanto pacientes quanto profissionais no centro cirúrgico contra riscos biológicos, incluindo microrganismos.  

Ela envolve a substituição das roupas comuns por vestimentas apropriadas nas instalações do centro cirúrgico, criando barreiras para evitar a entrada de microrganismos nas áreas cirúrgicas dos pacientes e para proteger os profissionais contra exposição a sangue, fluidos e tecidos orgânicos. 

Entre os itens presentes na paramentação, estão:  

  • Propés 
  • Gorros e toucas 
  • Máscaras cirúrgicas 
  • Aventais cirúrgicos 
  • Luvas
  • Protetores oculares
  • Campos cirúrgicos (não são vestimentas, mas são usados no entorno da área do procedimento)

O que é mais econômico: lavagem ou descarte?  

Em muitos lugares, é comum o uso de paramentação de tecido, que passa por um processo de lavagem após ser utilizado em cirurgias. Essas vestimentas reutilizáveis, de propriedade do hospital, podem parecer inicialmente uma alternativa mais econômica em comparação com as paramentações descartáveis. No entanto, o custo da lavagem pode ser um grande obstáculo, indicando que as paramentações descartáveis têm um melhor custo-benefício.

Outro ponto importante, é que as paramentações descartáveis apresentam variedade, tendo opções mais econômicas – com menos recursos – e opções com maiores diferenciais, podendo, assim, se adequar à necessidade da instituição.

Risco de infecções  

Como visto, hospitais costumam fazer seus próprios aventais reutilizáveis, mas a lavagem e manutenção frequentemente se tornam dispendiosas, especialmente quando a demanda é alta. 

Além disso, aventais reutilizáveis podem desgastar-se, tornando-se ineficazes na proteção contra vírus. Por outro lado, aventais descartáveis oferecem proteção eficaz para cada paciente, reduzindo custos e proporcionando maior segurança também aos profissionais.  

A adoção de aventais descartáveis pode resultar em economias significativas e benefícios adicionais para as instituições de saúde. Sem contar que estes são hidrofóbicos (repelem líquidos), diferente dos aventais reutilizáveis.

Tecnologias e diferenciais  

Hoje, as paramentações podem contar com diferentes tecnologias em suas estruturas, visando obter maior resistência e proteção. Um exemplo, são os modelos de aventais cirúrgicos da Leboo que são confeccionados com tecnologia SMMS.

SMMS é uma tecnologia de processamento com 4 camadas de polipropileno. Nas extremidades duas camadas de Spunbond para resistência física, e no meio são duas camadas de Meltblown como barreira antimicrobiana. Ela garante, desta forma, maior segurança. 

A tecnologia Spunlace também é um diferencial, garantindo mais maciez e ventilação para o seu avental. Sua confecção une as fibras do material com jatos de água em alta pressão, evitando a perda da qualidade das fibras. 

As paramentações cirúrgicas da Leboo são reconhecidas por suas notáveis certificações que atestam sua excelência e segurança. Contando com a aprovação da ANVISA e a classificação NCM, essas paramentações demonstram conformidade com os mais rigorosos padrões regulatórios.  

Além disso, possui certificações internacionais de renome, como: 

  • FDA 
  • CE (garante um ambiente de produção limpo e seguro) 
  • ISO 13485:2016 (atesta a qualidade e segurança em todo o processo de produção)  

Essas credenciais consolidam a reputação da Leboo como uma marca confiável de paramentações cirúrgicas que atendem aos mais altos padrões da indústria médica. 

Qual a melhor forma de adquirir paramentação de qualidade? 

Na MA Hospitalar, fornecemos paramentação de qualidade da Leboo, junto com atendimento, suporte e amostras que reforçam a superioridade da paramentação descartável e o diferencial que nossas vestimentas vão agregar nos seus procedimentos.

Os nossos aventais são um ótimo exemplo da otimização que nossas paramentações proporcionam em ambientes de hospitais ou clínica. Entre suas vantagens estão:

  • Custo de descarte simplificado
  • Fluxo de trabalho simples e eficiente
  • Praticidade para vestir
  • Exige pouco espaço para armazenamento
  • Não exigem Pinças Backhaus
  • Não são necessários 4 LAPS a cada procedimento

Conheça também nossos kits específicos para cada tipo de cirurgia, que contam também com campos cirúrgicos. Entre em contato e garanta a higiene e a segurança que o seu paciente merece!

Confira nosso vídeo sobre o Kit Universal 2 (com Avental)!

Referências 

1. Duarte IGL, Leite MD. Paramentação cirúrgica: artigo de revisão. Rev Médica de Minas Gerais [Internet]. 2013 

2. https://www.leboo.com.cn/products/smd.html 

A parada cardiopulmonar ou parada cardiorrespiratória (PCR) é definida como a ausência de atividade mecânica cardíaca, confirmada pela ausência de pulso detectável, ausência de responsividade e apneia ou respiração agônica, ofegante. O termo “parada cardíaca” é mais comumente utilizado quando se refere a um paciente que não está respirando e não tem pulso palpável. Devido a essa situação, existem manobras para reverter esse quadro. 

COMO FUNCIONA O ATENDIMENTO NESSA SITUAÇÃO? 

O atendimento da PCR é descrito na literatura como Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP), que compreende uma sequência de manobras e procedimentos destinados a manter a circulação cerebral e cardíaca e garantir a sobrevida do paciente. 

PASSO NÚMERO 1 – VIGILÂNCIA E PREVENÇÃO EM PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA

Pacientes no ambiente hospitalar dependem de um sistema de vigilância adequado para prevenir a PCR, mas, caso a PCR ocorra, é necessária uma interação harmoniosa dos vários departamentos e serviços da instituição e de uma equipe multidisciplinar de profissionais, que inclui médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, entre outros. 

A nova diretriz preconiza o acionamento imediato na iminência de pacientes com deterioração clínica aguda, com o objetivo de prevenir a PCRIH. Acredita-se que equipes treinadas na complexa coreografia da ressuscitação podem diminuir a ocorrência de uma PCIH e, caso ocorra, aumentar a chance de um melhor desfecho no atendimento da PCR. 

PASSO NÚMERO 2 – RECONHECIMENTO E ACIONAMENTO IMEDIATO DO SERVIÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA 

O profissional de saúde deve reconhecer a PCR: 

  • Avaliar a responsividade: Chamar o paciente pelo nome! 
  • Avaliar a respiração e o pulso simultaneamente por 10 segundos. 
  • Em caso de detecção de ausência de responsividade, respiração (ou gasping) e pulso, solicitar a outro profissional, de forma clara e objetiva, que: Acione a equipe médica; Traga o carrinho de emergência; Traga o desfibrilador/DEA. 

PASSO NÚMERO 3 – REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR IMEDIATA DE ALTA QUALIDADE 

Após o acionamento da equipe médica, deve-se iniciar as compressões torácicas e ventilação em todos os pacientes adultos com parada cardiorrespiratória (PCR), seja por causa cardíaca ou não cardíaca: 

  • Com as mãos sobre a metade inferior do esterno (região hipotenar), sem flexionar os cotovelos; 
  • Frequência: 100 a 120 compressões/minuto; 
  • Profundidade: mínima de 2 polegadas (5 cm) e máximo de 2,4 polegadas (6 cm); 
  • Permitir retorno total do tórax após cada compressão. Não apoiar-se sobre o tórax entre as compressões; 
  • Minimizar as interrupções nas compressões. Não interromper as compressões por mais de 10 segundos; 
  • Colocar a prancha rígida embaixo do tórax do paciente, assim que disponível. 
Ilustrações mostrando o processo de RCP em uma parada cardiorrespiratória

PASSO NÚMERO 4 – DESFIBRILAÇÃO RÁPIDA 

Assim que chegar o Desfibrilador externo automático (DEA): 

  • Verificar o ritmo; 
  • Em caso de ritmo chocável (Fibrilação Ventricular ou Taquicardia Ventricular sem Pulso): 

1 – Aplique 1 choque;

2 – Reinicie a RCP por 2 minutos até o DEA avisar sobre a verificação do ritmo; 

3 – Continue até que o Suporte Avançado de Vida assuma ou a vítima se movimente. 

  • Em caso de ritmo não chocável: 

1 – Reinicie a RCP por 2 minutos, até ser avisado pelo DEA para verificação do ritmo; 

2 – Continue até que o médico assuma ou até que a vítima se movimente. 

Em hospitais, onde não há disponível o DEA, somente o desfibrilador manual, e, nesse caso, necessita que a equipe médica esteja disponível 24 horas, tendo em vista que é um procedimento privativo do profissional médico.  

Neste caso, a equipe de enfermagem realizará o suporte básico de vida com a RCP de alta qualidade com o desfibrilador posicionado próximo ao paciente para quando o médico assumir o atendimento possa utilizá-lo imediatamente. 

PASSO NÚMERO 5 – DESFIBRILAÇÃO 

Desfibrilação: procedimento terapêutico que consiste na aplicação de uma corrente elétrica contínua ‘não sincronizada’ no músculo cardíaco. Esse choque despolariza em conjunto todas as fibras musculares do miocárdio, tornando possível a reversão de arritmias graves como a TV e a FV, permitindo ao nó sinusal retomar a geração e o controle do ritmo cardíaco. 

VOCÊ SABIA QUE PODE UTILIZAR ÓTIMOS RECURSOS TECNOLÓGICOS QUE VÃO TE AUXILIAR EM UMA PCR? 

A primeira solução é nosso DEA i5 da Amoul 

O Desfibrilador Externo Automático (DEA) Amoul i5 foi desenvolvido para ser usado por socorristas e por heróis anônimos no salvamento de adultos e crianças em parada cardíaca súbita. 

Desfibrilador Externo Automático i5 da Amoul

O DEA Amoul i5 possui tela colorida de 7 polegadas para fácil compreensão das instruções de operação e visualização completa do ECG durante a análise do ritmo cardíaco. Para aumentar a efetividade do resgate, o desfibrilador emite instruções de voz precisas durante todo o processo de desfibrilação, até as manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP).

A segunda solução traz agilidade e segurança em situações de parada cardiorrespiratória

O CPR Compressor Torácico E6 Amoul é um aparelho para compressões pulmonares de controle eletrônico, com portabilidade e consistência, que oferece segurança e precisão em suas operações. O aparelho garante praticidade e aproveita recursos tecnológicos para evitar problemas que ocorrem em compressões torácicas manuais. 

O RCP E6 ainda permite efetuar outras tarefas essenciais na ressuscitação, como iniciar terapia IV, administrar medicação, ventilação ou efetuar a intubação. 

Entre em contato e saiba mais sobre essas soluções que farão a diferença no atendimento! 

Na MA hospitalar, fornecemos soluções de urgência e emergência, juntamente com o suporte necessário para sua unidade de saúde ou estabelecimento público. Utilize equipamentos seguros, intuitivos e de fácil manuseio para um atendimento de excelência e eficácia!