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Equipamentos hospitalares para clínicas são variados e cada enfermidade requer procedimentos específicos. Uma vez que ambientes de saúde tratam vidas, não se pode arriscar, é muito importante que sua clínica tenha acesso aos melhores fornecedores de equipamentos e a produtos de qualidade para garantir o atendimento perfeito aos pacientes. 

A Anvisa classifica como equipamento médico todos os que possuem ‘finalidade médica, odontológica, laboratorial ou fisioterápica, utilizados direta ou indiretamente para diagnóstico, terapia, reabilitação ou monitorização de seres humanos’. Desta forma, seu uso é imprescindível e inquestionável no ambiente médico.

Sabemos que a lista de ferramentas em ambientes médicos é extensa, mas existem alguns dispositivos que são normalmente utilizados por grande parte dos pacientes. Devido à sua relevância na operação, é necessário garantir que todos os dispositivos disponíveis sejam de boa qualidade e sejam provenientes de fabricantes experientes e confiáveis.

Continue a leitura e conheça os materiais mais utilizados em ambientes médicos, entenda sua utilidade no dia a dia dos profissionais de saúde e descubra onde adquirir os melhores equipamentos para clínicas de forma segura, rápida e eficiente.

Equipamentos de Diagnóstico 

Estes são mais comuns em consultas médicas e em triagens em hospitais, sendo essenciais para medir a gravidade do quadro clínico e definir a urgência do tratamento.Conheça alguns dos principais equipamentos para clínicas médicas utilizados no diagnóstico de enfermidades:

Termômetros

Esta ferramenta médica pode ter formato de haste ou pistola com visor eletrônico e serve para monitorar a temperatura corporal, apontando a existência de febre no paciente. Uma vez que a presença do sintoma é um indicativo de enfermidade, este aparelho é indispensável em clínicas e hospitais.

Estetoscópios

Este equipamento, que conduz som por meio de tubos, permite auscultar pulmões, coração e abdômen, identificando fenômenos no organismo como sopros, atritos e ruídos hidroaéreos, por exemplo. Ele é um aliado em consultas de rotina e em triagens em hospitais.

Esfigmomanômetro 

Mais conhecidos como medidores de pressão arterial, os esfigmomanômetros estão disponíveis em modelos variados. Eles servem para aferir a pressão arterial de forma eficiente e verificar a gravidade do quadro clínico do enfermo, considerando seu histórico médico e conjunto de sintomas.

Mesa de Exames

Elas também são importantes para que profissionais de várias especialidades façam o exame clínico e avalie a condição física. O paciente pode ser analisado deitado ou sentado. O importante é que a mesa estofada seja estável para impedir acidentes. 

Oxímetros

Esta pequena ferramenta eletrônica é presa no dedo do paciente para medir a oxigenação sanguínea e os batimentos cardíacos. Ela indica a existência ou aponta o agravamento de doenças pulmonares. Recomendamos que seja utilizado em conjunto com outros dispositivos de monitoramento.

Glicosímetros

Este aparelho utiliza uma amostra do sangue do paciente para mostrar o índice de açúcar. Desta forma ele ajuda a indicar a redução ou o aumento da glicose no organismo e permite tomar medidas rápidas como a ingestão de açúcar, aplicação de insulina e fazer outros procedimentos de emergência que forem necessários.

Equipamentos de Tratamento 

Uma vez que os sintomas e a enfermidade são identificados pelo médico, os hospitais precisam ter ferramentas específicas para oferecer tratamento e proporcionar a recuperação do paciente. 

Os equipamentos para clínicas médicas a seguir são exemplos de aparelhos frequentemente utilizados nesse ambiente:

Cadeiras de rodas 

Servem para ajudar no transporte e locomoção de pacientes quando eles não conseguem andar, passaram por algum procedimento invasivo ou cirúrgico. Por isso, elas são ergonômicas e permitem o deslocamento em segurança. 

Mesas cirúrgicas 

Uma mesa cirurgica

Se você se pergunta como escolher equipamentos hospitalares, este item não pode faltar, pois estas mesas servem para acomodar o paciente durante as cirurgias e oferecer maior ergonomia aos profissionais de saúde durante o procedimento.

Um dos melhores modelos do mercado, por exemplo, é a Mesa Cirúrgica PST 300 Hillrom, projetada para para uso multifuncional, o equipamento se adapta às exigências específicas de cada especialidade. Trata-se de um equipamento de alta qualidade, confiável e versátil para realizar procedimentos cirúrgicos com muito mais precisão e conforto.

Camas hospitalares

Elas são camas hospitalares reguláveis que servem para oferecer maior conforto a acamados e proteção extra contra quedas. Além disso, sua altura padronizada facilita os procedimentos médicos devido à sua ergonomia. São utilizadas apenas quando é necessário a internação do indivíduo.

Macas hospitalares

Assim como as camas, elas acomodam o paciente com segurança, mas seu objetivo é o transporte dentro do ambiente hospitalar. Por isso, elas são menores, possuem rodas e podem ser dobradas. Seu uso é extremamente importante em emergências, pois facilita mover o indivíduo com rapidez entre as salas. 

Bomba de infusão 

Apesar do nome, esses equipamentos hospitalares para clínicas realizam a perfusão, não infusão. Ou seja, elas injetam volumes de nutrientes, medicamentos, fluidos e hemoderivados de forma automática e em volumes pré-definidos. 

Assim, as bombas de infusão facilitam o controle e acompanhamento das soluções administradas.  

Equipamentos de Emergência 

Parte dos materiais a seguir são mais voltados para situações críticas, com dispositivos que podem fazer a diferença entre a vida e a morte de uma pessoa em questão de poucos minutos. Confira a seguir quais são eles:

Desfibriladores

Fornecedores de equipamentos hospitalares comercializam esse produto para tratamento em casos de parada cardiorrespiratória, pois os desfibriladores tem como objetivo restabelecer o ritmo do coração. Atualmente os modelos comercializados têm funções automáticas e reguláveis para auxiliar os profissionais nos procedimentos. 

Kits de primeiros socorros

Eles são compostos por materiais que ajudam em emergências, contando com objetos mais utilizados e que precisam estar sempre à disposição dos profissionais. Kits de primeiro socorros basicamente tem:

  • Ataduras
  • Bolsas térmicas
  • Colírio lubrificante
  • Curativos estilo band-aid
  • Curativos para os olhos
  • Esparadrapos
  • Gazes
  • Luvas descartáveis
  • Pomada para queimadura
  • Seringas, agulhas e pinças
  • Soro fisiológico a 0,9%
  • Solução de álcool iodado ou clorexidina
  • Termômetro
  • Tesoura sem ponta

Estação de trabalho de anestesia

Este é um equipamento que auxilia na anestesia durante as cirurgias. O ideal é escolher um modelo de uma marca confiável, com sistema de anestesia de design ergonômico, intuitivo e inovador..

 Normalmente uma estação de trabalho de anestesia conta com:

  • Fluxômetro: que gerencia o fluxo de oxigênio, ar comprimido e óxido nitroso.
  • Sistema respiratório: utilizado para ventilação artificial.
  • Vaporizador: que transforma a anestesia em vapor.
  • Sistema despoluente: gerencia o excesso de ar anestésico para que os profissionais não sejam expostos à medicação.
  • Monitor: permite acompanhar os sinais vitais do paciente em tempo real.

O aparelho de anestesia Carestation CS650 da GE Healthcare, por exemplo, é um equipamento compacto, versátil e fácil de usar e é perfeito para atender pacientes desde neonatos até obesos mórbidos. 

Seu sistema oferece controle digital das válvulas de fluxo e cinética rápida de gases, permitindo rápida absorção e eliminação para a anestesia de baixo fluxo. Isso significa eficiência e economia para você

Monitores multiparamétricos

Este é um dos melhores equipamentos hospitalares para clínicas, pois se trata de visor eletrônico que mostra sinais vitais em tempo real e emite avisos sonoros em caso de mudança no estado clínico do paciente. São essenciais para o acompanhar e auxiliar profissionais na tomada rápida de decisão. 

Se após conferir a lista dos equipamentos médicos, você ainda tiver dúvidas sobre como escolher dispositivos hospitalares, basta entrar em contato conosco ou conferir os modelos disponíveis no catálogo de produtos. A MA Hospitalar tem todas as soluções que sua empresa precisa em um só lugar. Venha conferir! 

Complicações cerebrais são críticas e frequentemente associadas a outras complicações.  

A monitorização não invasiva é ideal para acompanhar pacientes em risco de lesões ou disfunções cerebrais.  

Entre as opções disponíveis, a Espectroscopia de Infravermelho Próximo (NIRS) destaca-se como uma das mais eficazes. 

O Dr. Giorgio Pretto, Doutor em Anestesiologia pela Faculdade de Medicina da USP e Embaixador Clínico da MA Hospitalar, analisou o estudo “The importance of monitoring cerebral oxygenation in non brain injured patients” de Chiara Robba, Denise Battaglini, Francesco Rasulo, Francisco A. Lobo e Basil Matta, publicado em abril de 2023.

Reunimos os principais pontos dessa análise, que fornecem uma visão clara sobre os benefícios e as aplicações dessa tecnologia, reforçando sua relevância para a melhoria dos cuidados aos pacientes. 

Importância da monitorização da oxigenação cerebral em pacientes sem lesão cerebral 

Este estudo destaca que a monit. neurológica não invasiva em pacientes sem lesão cerebral aumentou, devido ao reconhecimento de que muitos desses pacientes estão em risco de lesão cerebral em diversos cenários clínicos. 

Principais pontos do estudo

  • Situações clínicas críticas: pacientes com síndrome pós-parada cardíaca, sepse, insuficiência hepática, insuficiência respiratória aguda e em ambientes perioperatórios têm alto risco de complicações neurológicas. 
  • Benefícios da NIRS: a NIRS permite intervenções preventivas, melhorando os resultados dos pacientes ao prevenir hipóxia cerebral tanto em unidades de terapia intensiva quanto em ambientes perioperatórios. 
  • Comparação com outras técnicas: muitas modalidades de monit. neurológica são invasivas ou requerem habilidades especiais. Em contraste, a NIRS oferece uma medida contínua e não invasiva da oxigenação cerebral. 
  • Recomendações atuais: as recomendações atuais para monitorização padrão durante a anestesia ou em terapia intensiva geral concentram-se principalmente na monit. hemodinâmica e respiratória, sem especificações detalhadas sobre monit. cerebral.

Outros pontos para análise

Oxigenação Cerebral 

  • O cérebro recebe um grande fluxo sanguíneo, com extração de O2 de 75 a 80%. 
  • O aumento na extração de oxigênio é um dos primeiros sinais de desbalanço entre oferta e consumo. 
  • Quando o fluxo sanguíneo cerebral cai abaixo de 50%, o aumento da extração não será suficiente. 
  • Existe uma relação crucial entre hemoglobina, ventilação, fluxo sanguíneo e consumo de oxigênio. 

Riscos 

  • Lesões cerebrais diretas (AVC) 
  • Disfunções cerebrais (delirium e distúrbio cognitivo) 
  • Aumento da morbimortalidade 
  • Riscos relacionados à inadequação do fluxo sanguíneo cerebral 

Manejo 

Intervenções são necessárias quando: 

  • Redução de 10% do valor basal 
  • Redução da saturação abaixo de 50% 
  • O tempo total abaixo destes limiares está relacionado com a gravidade das complicações. 
  • Sensibilidade: 60 a 100% 
  • Especificidade: 94-98% 
Sugestão de manejo na monitorização.
Sugestão de manejo.

Conclusão 

A Espectroscopia de Infravermelho Próximo (NIRS) tem se mostrado uma ferramenta crucial na monit. da oxigenação tecidual, especialmente em contextos cirúrgicos e críticos.  

Suas aplicações abrangem desde a redução de complicações pós-operatórias até a melhoria dos resultados cognitivos e funcionais dos pacientes.  

A adoção de tecnologias avançadas como a NIRS é essencial para melhorar os cuidados perioperatórios e a segurança dos pacientes.

Oximetria regional O3 

A plataforma de monitoramento e conectividade de pacientes expansível, versátil e personalizável Root permite que a Oximetria Regional O3 seja combinada a outras modalidades de monitoramento e registre automaticamente os dados do paciente em registros médicos eletrônicos (EMRs). 

Essa tecnologia pode ajudar os médicos a monitorar a oxigenação cerebral em situações em que a oximetria de pulso periférica sozinha pode não ser capaz de indicar o nível de oxigênio no cérebro.  

A Oximetria Regional O3 monitora a saturação regional de oxigênio da hemoglobina no sangue (rSO2) na região cerebral de pacientes bebês, neonatais, pediátricos e adultos. 

Com seu design flexível, os sensores O3 adaptam-se facilmente e permitem a aplicação ergonômica em testas de todos os tamanhos. 

Visibilidade expandida do cérebro 

O Root com Oximetria Regional O3 e a Nova Geração do Monitoramento da Função Cerebral SedLine®, disponível para pacientes adultos e pediátricos, fornece uma visão mais completa do cérebro.  

Esse sistema avançado ajuda o médico a monitorar o estado do cérebro sob anestesia com aquisição de dados bilaterais e processamento de quatro eletrodos de sinais de eletroencefalograma (EEG), permitindo a avaliação contínua de ambos os lados do cérebro. 

Conheça a MA Hospitalar 

Na MA Hospitalar estamos comprometidos com a inovação e a excelência no atendimento médico-hospitalar.  

Fornecemos tecnologias avançadas, como a NIRS, para melhorar os cuidados perioperatórios e a segurança do paciente.  

Esse recurso você encontra na Plataforma ROOT da Sedline, que está disponível em nosso catálogo. Entre em contato conosco!

Referências

  1. Robba C, Battaglini D, Rasulo F, Lobo FA, Matta B. The importance of monitoring cerebral oxygenation in non brain injured patients. J Clin Monit Comput. 2023 Aug;37(4):943-949. doi: 10.1007/s10877-023-01002-8. Epub 2023 Apr 12. PMID: 37043157; PMCID: PMC10091334.

Os equipamentos de home care são essenciais para proporcionar cuidados de saúde de alta qualidade no ambiente domiciliar. Eles oferecem conforto e familiaridade, o que ajuda a personalizar o cuidado, adaptando-o às necessidades específicas de cada paciente.

Você sabe quais são os equipamentos essenciais para home care? Muitas pessoas têm dúvidas sobre esse tema e essa questão é relevante, pois ao contar com materiais de qualidade, torna-se possível garantir a continuidade do tratamento e a consequente internação domiciliar.

Muitas vezes, a transição para a internação em domicílio é o momento importante do tratamento, pois representa um avanço no estado dos pacientes. Para poder continuar com esse procedimento, é importante contar com materiais de qualidade, visando proporcionar segurança e efetividade no tratamento.

Pensando na importância desse tema, neste conteúdo você vai entender quais são os equipamentos essenciais e também irá compreender sobre os principais cuidados com os equipamentos de home care. Boa leitura!

Quais são os equipamentos essenciais para home care? 

Em comum, os equipamentos são fundamentais para o prosseguimento do tratamento, porque proporcionam mais conforto, segurança e bem-estar aos pacientes. Entre os principais estão a cama hospitalar, a cadeira de banho e o oxímetro de pulso. 

Cama hospitalar 

Trata-se de um dos equipamentos mais importantes para o home care, pois muitos pacientes passam por bastante tempo na cama e o material precisa contar com recursos especiais para atender às necessidades médicas de cada paciente.

Por esse motivo, existem diversas opções de camas hospitalares. Há modelos manuais e também existem camas elétricas com recursos sofisticados, como movimentação lateral, ajuste de altura e de inclinação etc. Outros equipamentos podem ter até a barra de segurança para evitar quedas.

Cadeira de banho

A cadeira de banho é fundamental para quem precisa ir ao chuveiro com auxílio de cuidadores, pois evita acidentes e oferece conforto. 

Porém, para utilizá-la pode ser necessária algumas adaptações em casa (principalmente no banheiro) para possibilitar a passagem da cadeira pelas portas e corredores, principalmente se forem estreitos.

Cadeira de rodas

Em alguns casos, a cadeira de rodas pode ser essencial, pois proporciona segurança e comodidade aos pacientes. Pessoas com pouca mobilidade, por exemplo, em algum momento vão precisar ser retiradas da cama. 

Além disso, pacientes acamados precisam ser colocados em posição sentada, podem precisar passar por exames, tomar sol por alguns minutos e de maneira regular etc.

Nessas situações, a forma mais prática de movimentar a pessoa é utilizando a cadeira de rodas. Quanto mais dependente o indivíduo for, mais suporte a cadeira precisa ter.

Sobre esse tema, é importante ressaltar que existem diferentes tipos de cadeiras. Há modelos manuais. Existem cadeiras que contam com recursos avançados e que facilitam a mobilidade, como nos casos de modelos motorizados.

Oxímetro  

O oxímetro é utilizado para medir os níveis de oxigênio no sangue. Ele é bastante prático, pois a medição é feita de forma digital e não há necessidade de utilizar uma agulha. 

Trata-se, portanto, de uma forma rápida e prática para medir e fazer o monitoramento regular dos níveis desse elemento químico importante no nosso cotidiano.

Medidor de pressão arterial

Trata-se de um dos equipamentos mais importantes para o home care, pois possibilita a medição da pressão arterial de maneira regular. Além disso, ao contar com o medidor, você pode acompanhar o estado cardiovascular e monitorar a saúde circulatória do paciente.

Vale destacar que existem diferentes aparelhos, como os digitais e os analógicos. O modelo digital é mais prático, pois um cuidador com pouca experiência vai conseguir monitorar a pressão e a frequência cardíaca do paciente.

Inalador portátil

Os inaladores de ar portáteis previnem a falta de ar e ajudam os pacientes a manterem uma respiração normal. Esse aparelho é fundamental para pessoas que estão sofrendo com crises de asma e bronquite, pois os inaladores ajudam as pessoas a respirarem melhor.

Quais cuidados você deve ter com os equipamentos?

Os equipamentos essenciais para home care proporcionam conforto e segurança aos pacientes. A boa notícia é que, por meio de alguns simples cuidados, torna-se possível preservar os materiais e utilizá-los visando assegurar a continuidade do tratamento.

Limpeza regular dos aparelhos 

Primeiramente, os aparelhos devem ser higienizados corretamente, pois essa prática evita eventuais contaminações e mantém os equipamentos limpos. Desse modo, eles estarão apropriados para serem utilizados no home care.

Segurança

A segurança dos equipamentos home care é primordial para garantir a integridade do paciente e a eficácia do tratamento domiciliar. Primeiramente, é essencial que todos os dispositivos sejam desligados e, se aplicável, desconectados da tomada quando não estiverem em uso, prevenindo assim acidentes e economizando energia. 

Além disso, os cabos e conexões dos equipamentos devem ser inspecionados regularmente para garantir que não haja desgastes ou danos que possam causar mau funcionamento ou riscos de choque elétrico. O correto posicionamento e fixação dos cabos também ajudam a evitar quedas e outros acidentes domésticos.

Outro aspecto crucial da segurança é a atenção aos alarmes e alertas emitidos pelos equipamentos. Qualquer sinal de alerta deve ser imediatamente verificado e os procedimentos indicados pelo fabricante devem ser seguidos à risca.

Manutenção

Siga um cronograma de manutenção preventiva, conforme recomendado pelo fabricante. Isso é essencial para identificar e corrigir potenciais problemas antes que se tornem falhas críticas, o que inclui a substituição regular de peças desgastadas, a calibração de dispositivos médicos e a limpeza adequada.

Além disso, manter um registro detalhado de todas as manutenções realizadas permite acompanhar o histórico dos equipamentos e planejar intervenções futuras de maneira proativa. Esse cuidado sistemático não só prolonga a vida útil dos equipamentos, mas também garante a segurança e a eficácia do tratamento oferecido aos pacientes.

Armazenamento correto

Alguns equipamentos devem ser armazenados de forma adequada para que eles continuem sendo apropriados para uso nessa fase do tratamento. 

Por esse motivo, verifique se cada equipamento precisa de cuidados especiais com o armazenamento e esteja atento às condições necessárias para preservar esses materiais.

Recomendações extras para o cuidado do paciente em casa 

O home care é uma fase importante do tratamento e muitas vezes demonstra uma evolução do quadro clínico do paciente. Nesse contexto, para garantir o sucesso e a continuidade no home care é importante tomar alguns cuidados para que tudo corra com segurança. 

Cuidados com a alimentação e hidratação 

Primeiramente, é muito importante ter alguns cuidados com a alimentação e a hidratação. É importante que o paciente se alimente de maneira balanceada e equilibrada. 

Em alguns casos pode ser necessário, a depender de cada situação, fornecer alimentos leves e em outras situações pode ser necessário priorizar alimentos líquidos, como sopas.

A hidratação também merece bastante cuidado, pois ela é vital para manter o bem-estar dos pacientes. É bastante válido tomar, pelo menos, 2 litros de água por dia. Em algumas situações, pode ser necessário tomar alguns isotônicos para ter acessos a outros nutrientes vitais, como vitaminas e sais minerais.

Realização de exercícios físicos leves

A depender de cada caso, pode ser necessária a realização de exercícios leves conforme recomendação médica. Trata-se de um dos cuidados mais importantes para o home care, pois vai tirar o paciente do sedentarismo. Além disso, os exercícios físicos ajudam a ampliar a mobilidade e proporcionam autonomia e independência às pessoas. 

Os equipamentos para home care se configuram como ferramentas indispensáveis para garantir a segurança, o conforto e a qualidade de vida de pacientes que necessitam de cuidados em domicílio. A escolha adequada dos itens, aliada à expertise de uma equipe multidisciplinar, favorecendo o sucesso do tratamento. 

Quer contar com os melhores equipamentos para home care? Conheça a loja da MA Hospitalar! Atuamos com marcas renomadas, oferecemos os melhores equipamentos e com alta tecnologia especialmente para você. Não perca essa oportunidade!

A Espectroscopia de Infravermelho Próximo (NIRS) é uma tecnologia não invasiva que mede a oxigenação tecidual em diferentes regiões do corpo, incluindo o cérebro, músculos e rins.

Ela é utilizada tanto em pacientes adultos quanto pediátricos, fornecendo valores de referência importantes para intervenções, especialmente quando os níveis de saturação caem abaixo de 50% ou reduzem 10% do valor basal.

O Dr. Giorgio Pretto, Doutor em Anestesiologia pela Faculdade de Medicina da USP e Embaixador Clínico da MA Hospitalar, analisou diversos estudos que destacam a importância do NIRS na prática clínica.

Por isso, separamos os principais pontos dessa analisa, que fornece uma visão clara sobre os benefícios e as aplicações dessa tecnologia, reforçando a sua relevância para a melhoria dos cuidados aos pacientes.

Relevância das dessaturações cerebrais em cirurgias

  • Cirurgias Cardíacas com CEC: Aproximadamente 60% dos pacientes submetidos a cirurgias cardíacas com circulação extracorpórea (CEC) apresentam dessaturações cerebrais.
  • Cirurgias em Cadeira de Praia: Até 80% dos pacientes podem experimentar dessaturações cerebrais.
  • Cirurgias Torácicas: Cerca de 56% dos pacientes têm dessaturações cerebrais durante essas cirurgias.

Essas dessaturações estão associadas a complicações graves, como aumento do tempo de internação, permanência na UTI, AVC, redução na sobrevida, delírio e distúrbios cognitivos.

Estudos e Evidências Científicas

American Society for Enhanced Recovery and Perioperative Quality Initiative Joint Consensus Statement

O estudo “American Society for Enhanced Recovery and Perioperative Quality Initiative Joint Consensus Statement on the Role of Neuromonitoring in Perioperativa Outcomes: Cerebral Near-Infrared Spectroscopy” recomenda o uso da oximetria cerebral pré-operatória para identificar pacientes com maior risco de resultados adversos após cirurgias cardíacas, como mortalidade e delirium.

Metanálises conduzidas por Zorrilla-Vaca et al. e Yu et al. sugerem que o uso de algoritmos intervencionistas guiados por oximetria cerebral intraoperatória pode reduzir o tempo de internação na UTI após cirurgias cardíacas.

Standards and Guidelines for Perfusion Practice (SBCCV e SBCEC)

A “Standards and Guidelines for Perfusion Practice” da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (SBCCV) e da Sociedade Brasileira de Circulação Extracorpórea (SBCEC) recomenda o uso do NIRS em todas as cirurgias com CEC.

A monitorização do NIRS deve ser utilizada sempre que possível durante a CEC para garantir a segurança e a eficácia dos cuidados aos pacientes. 

Noninvasive Cerebral Oxygenation in Aortic Arch Surgery

Já o estudo “Noninvasive Cerebral Oxygenation may predict outcome in patients undergoind aortic arch surgery” mostra que dessaturações cerebrais prolongadas estão associadas a complicações maiores, aumento no tempo de ventilação mecânica, permanência na UTI e internação hospitalar prolongada após cirurgias no arco aórtico. 

Delirium em pacientes críticos

A pesquisa “Low brain tissue oxygenation contributes to the development of delirium in critically ill patients: A prospective observational study” indica que a baixa oxigenação cerebral contribui significativamente para o desenvolvimento de delirium em pacientes criticamente doentes, aumentando o tempo de internação e a ventilação mecânica, além de prejudicar a cognição a longo prazo. 

Dessaturações durante ventilação de um pulmão

O estudo “The Association of Cerebral Desaturation During One Lung Ventilation and Postoperative Recovery: A Prospective Observational Cohort Study” revela que pacientes submetidos a ventilação de um pulmão que experimentam dessaturações cerebrais apresentam atrasos na recuperação cognitiva pós-operatória, maior incidência de delirium e tempo de internação prolongado. 

Previsão de disfunção cognitiva pós-operatória

O estudo Cerebral oxygen saturation after multiple perioperative influential factors predicts the occurrence of postoperative cognitive dysfunction demonstra que a saturação cerebral mais baixa durante o transoperatório está correlacionada com o desenvolvimento de disfunção cognitiva pós-operatória em pacientes submetidos a cirurgias não cardíacas, especialmente em idosos. 

Crianças após cirurgia cardíaca

Uma das conclusões do artigo “Near-Infrared Cerebral Oximetry to Predict Outcome After Pediatric Cardiac Surgery: A Prospective Oservational Study” aponta que dessaturações cerebrais abaixo de 50% em crianças após cirurgias cardíacas estão associadas a aumento no tempo de ventilação mecânica, permanência na UTI e internação hospitalar. 

Lesão renal aguda em bebês

O NIRS renal demonstrou ser um indicador precoce e preciso de lesão renal aguda (IRA) em bebês submetidos a cirurgias cardíacas com CEC, correlacionando-se melhor com a ocorrência de IRA do que outros métodos diagnósticos convencionais.

Isso foi constatado na pesquisa “Intraoperative renal near-infrared spectroscopy indicates developing acute kidney injury in infants undergoind cardiac surgery with cardiopulmonaty bypass: a case-control stufy“.

Conheça a MA Hospitalar

A MA Hospitalar é uma empresa comprometida com a inovação e a excelência no atendimento médico-hospitalar.

Apoiamos a adoção de tecnologias avançadas, como a NIRS, para melhorar os cuidados perioperatórios e a segurança do paciente.

Esse recurso você encontra na Plataforma ROOT da Sedline, que está disponível em nosso catálogo.

Oximetria Regional O3

A plataforma de monitoramento e conectividade de pacientes expansível, versátil e personalizável Root permite que a Oximetria Regional O3 seja combinada a outras modalidades de monitoramento e registre automaticamente os dados do paciente em registros médicos eletrônicos (EMRs).

Essa tecnologia pode ajudar os médicos a monitorar a oxigenação cerebral em situações em que a oximetria de pulso periférica sozinha pode não ser capaz de indicar o nível de oxigênio no cérebro.

A Oximetria Regional O3 monitora a saturação regional de oxigênio da hemoglobina no sangue (rSO2) na região cerebral de pacientes bebês, neonatais, pediátricos e adultos.

Com seu design flexível, os sensores O3 adaptam-se facilmente e permitem a aplicação ergonômica em testas de todos os tamanhos.

Visibilidade Expandida do Cérebro

O Root com Oximetria Regional O3 e a Nova Geração do Monitoramento da Função Cerebral SedLine®, disponível para pacientes adultos e pediátricos, fornece uma visão mais completa do cérebro.

Esse sistema avançado ajuda o médico a monitorar o estado do cérebro sob anestesia com aquisição de dados bilaterais e processamento de quatro eletrodos de sinais de eletroencefalograma (EEG), permitindo a avaliação contínua de ambos os lados do cérebro.

Conclusão

A oximetria de infravermelho próximo (NIRS) tem se mostrado uma ferramenta crucial na monitorização da oxigenação tecidual, especialmente em contextos cirúrgicos e críticos.

Suas aplicações abrangem desde a redução de complicações pós-operatórias até a melhoria dos resultados cognitivos e funcionais dos pacientes.

Referências

  1. Thiele RH, Shaw AD, Bartels K, Brown CH 4th, Grocott H, Heringlake M, Gan TJ, Miller TE, McEvoy MD; Perioperative Quality Initiative (POQI) 6 Workgroup. American Society for Enhanced Recovery and Perioperative Quality Initiative Joint Consensus Statement on the Role of Neuromonitoring in Perioperative Outcomes: Cerebral Near-Infrared Spectroscopy. Anesth Analg. 2020 Nov;131(5):1444-1455. doi: 10.1213/ANE.0000000000005081. PMID: 33079868.
  2. https://www.scielo.br/j/rbccv/a/d78JtxPkztQQRZGN6QPvSQb/?lang=en
  3. Fischer GW, Lin HM, Krol M, Galati MF, Di Luozzo G, Griepp RB, Reich DL. Noninvasive cerebral oxygenation may predict outcome in patients undergoing aortic arch surgery. J Thorac Cardiovasc Surg. 2011 Mar;141(3):815-21. doi: 10.1016/j.jtcvs.2010.05.017. Epub 2010 Jun 25. PMID: 20579669.
  4. Cerebral Oxygenation and Neurological Outcomes Following Critical Illness (CONFOCAL) Research Group; Canadian Critical Care Trials Group; Wood MD, Maslove DM, Muscedere JG, Day AG, Gordon Boyd J. Low brain tissue oxygenation contributes to the development of delirium in critically ill patients: A prospective observational study. J Crit Care. 2017 Oct;41:289-295. doi: 10.1016/j.jcrc.2017.06.009. Epub 2017 Jun 15. PMID: 28668768.
  5. Roberts ML, Lin HM, Tinuoye E, Cohen E, Flores RM, Fischer GW, Weiner MM. The Association of Cerebral Desaturation During One-Lung Ventilation and Postoperative Recovery: A Prospective Observational Cohort Study. J Cardiothorac Vasc Anesth. 2021 Feb;35(2):542-550. doi: 10.1053/j.jvca.2020.07.065. Epub 2020 Jul 27. PMID: 32861541.
  6. Ni C, Xu T, Li N, Tian Y, Han Y, Xue Q, Li M, Guo X. Cerebral oxygen saturation after multiple perioperative influential factors predicts the occurrence of postoperative cognitive dysfunction. BMC Anesthesiol. 2015 Oct 26;15:156. doi: 10.1186/s12871-015-0117-6. PMID: 26503361; PMCID: PMC4624171.
  7. Flechet M, Güiza F, Vlasselaers D, Desmet L, Lamote S, Delrue H, Beckers M, Casaer MP, Wouters P, Van den Berghe G, Meyfroidt G. Near-Infrared Cerebral Oximetry to Predict Outcome After Pediatric Cardiac Surgery: A Prospective Observational Study. Pediatr Crit Care Med. 2018 May;19(5):433-441. doi: 10.1097/PCC.0000000000001495. PMID: 29465631.
  8. Ruf B, Bonelli V, Balling G, Hörer J, Nagdyman N, Braun SL, Ewert P, Reiter K. Intraoperative renal near-infrared spectroscopy indicates developing acute kidney injury in infants undergoing cardiac surgery with cardiopulmonary bypass: a case-control study. Crit Care. 2015 Jan 29;19(1):27. doi: 10.1186/s13054-015-0760-9. PMID: 25631390; PMCID: PMC4336470.

Os ventiladores pulmonares são dispositivos fundamentais em ambientes hospitalares, que fornecem o suporte vital para pacientes com problemas respiratórios graves. Mantê-los em perfeitas condições e usá-los corretamente é crucial para garantir a segurança dos pacientes e o fluxo de determinados atendimentos clínicos.

O tema é importante. Tanto que, em 2021, a ANVISA emitiu um alerta reforçando a atenção dos profissionais da saúde e instituições no uso e na compra desse equipamento.

Com os riscos envolvidos na utilização equivocada e o surgimento de novas tecnologias, a instituição reforçou que os equipamentos devem “apresentar requisitos mínimos aceitáveis, que os caracterizam como ventiladores de uso contínuo para suporte ventilatório mínimo.” 

Preparamos este artigo para você entender mais sobre o assunto. Veja quais cuidados são necessários com o ventilador pulmonar e porque a manutenção correta é essencial.

O que é o ventilador pulmonar e para o que serve?

Um ventilador pulmonar, também conhecido como ventilador mecânico ou respirador artificial, é um dispositivo médico projetado para fornecer suporte respiratório a pacientes com dificuldades respiratórias agudas ou crônicas.

Ele desempenha um papel crucial no tratamento de condições como insuficiência respiratória, pneumonia grave, síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA), lesão pulmonar aguda, entre outras.

O ventilador pulmonar fornece ar enriquecido com oxigênio para os pulmões do paciente e ajuda a remover dióxido de carbono do corpo, imitando a ação do sistema respiratório natural. Ele controla o fluxo de ar, a pressão e a frequência respiratória de acordo com as necessidades específicas do paciente, proporcionando um suporte respiratório adequado para garantir uma oxigenação adequada e manter os níveis de dióxido de carbono dentro dos limites fisiológicos.

Quais tipos de ventiladores pulmonares existem?

Existem vários tipos de ventiladores pulmonares, cada um com características específicas projetadas para atender às necessidades de diferentes pacientes e situações clínicas. 

Alguns dos tipos mais comuns incluem:

Ventiladores de Volume Controlado (VCV): Nesses ventiladores, o volume de ar entregue a cada respiração é fixo e controlado pelo dispositivo. Eles são frequentemente utilizados em pacientes com condições respiratórias estáveis.

Ventiladores de Pressão Controlada (PCV): Nesse tipo, a pressão do ar é controlada durante a inspiração, enquanto o volume pode variar dependendo da complacência pulmonar do paciente. São úteis em situações onde é necessário um controle preciso da pressão pulmonar.

Ventiladores de Assistência Controlada (ACV): Nesses ventiladores, o paciente recebe um suporte total para respiração, onde tanto a frequência respiratória quanto o volume corrente são controlados pelo dispositivo.

Ventiladores de Ventilação Mandatória Intermitente (IMV): Esses ventiladores alternam entre respirações assistidas pelo dispositivo e respirações espontâneas do paciente, permitindo um grau de independência respiratória.

Ventiladores de Suporte de Pressão (PSV): Eles fornecem suporte ventilatório durante a inspiração, com o paciente controlando o momento e o volume da respiração. São usados para facilitar a ventilação espontânea em pacientes que estão prontos para respirar por conta própria, mas ainda necessitam de algum suporte.

Ventilador pulmonar de transporte e para CTI: qual a diferença?

A diferença principal entre um ventilador pulmonar de transporte e um ventilador pulmonar para a CTI (Centro de Tratamento Intensivo) está nas funcionalidades, adaptadas para atender às necessidades específicas de cada ambiente e situação clínica. 

Vamos explorar essas diferenças:

O que você precisa saber sobre o ventilador pulmonar de transporte

Esses ventiladores são projetados para serem leves, compactos e facilmente transportados, muitas vezes em ambulâncias ou durante transferências intra-hospitalares. Normalmente são construídos para resistir a condições adversas durante o transporte, como vibrações, choques e variações de temperatura.

Um ponto importante é que os ventiladores pulmonares de transporte geralmente possuem baterias embutidas ou opções de alimentação de energia para garantir o funcionamento mesmo em situações onde a energia elétrica não está disponível.

E, claro, devido ao espaço limitado e à necessidade de facilidade de uso durante situações de emergência, os ventiladores de transporte muitas vezes têm funcionalidades mais básicas em comparação com os ventiladores de CTI. 

Dentre os melhores modelos do mercado estão:

Ventilador de Transporte Pulmonar T5: Com início rápido e pronto para ser usado em qualquer lugar, este modelo é  resistente à água e muito adequado para emergências. Leve e compacto, ele tem uma tela touch para uma operação fácil e intuitiva, facilitando a ação da equipe. 

Ventilador de Transporte Pulmonar T7: Equipamento de alta qualidade e multiuso, ideal para resgates, ambulâncias e UTIs. Com 17 opções de modos de ventilação, permite ajustar a concentração de oxigênio de 40% a 100% e possui uma válvula PEEP interna. Além disso, emite alarmes sonoros e visuais para múltiplos parâmetros, garantindo uma operação segura e eficiente.

Ventilador de Transporte Pulmonar T6:  O T6 foi projetado para uso em sala de UTI, ambulância e para locais de resgate, por isso mesmo é leve e fácil de transportar. Ele  fornece ventilação invasiva e não-invasiva com fluxo de oxigênio concorrente, possui uma interface fácil e rápido início.

O que você precisa saber sobre o ventilador pulmonar de CTI?

Os ventiladores de CTI vêm equipados com sistemas de monitoramento avançado, que permitem acompanhar em tempo real uma variedade de dados respiratórios, como pressão das vias aéreas, fluxo de ar, oxigenação sanguínea, capnografia, entre outros.

Isso permite uma avaliação contínua da função pulmonar e uma resposta rápida a quaisquer alterações na condição do paciente. Em geral, é usado em casos clínicos de insuficiência respiratória aguda ou crônica.

Esses ventiladores são equipados com alarmes sonoros e visuais para alertar sobre condições potencialmente perigosas, como desconexão do circuito, alta ou baixa pressão das vias aéreas, apnéia, entre outras.

Por que a manutenção correta dos ventiladores pulmonares é obrigatória?

Como você deve imaginar, qualquer falha no funcionamento desses dispositivos pode ter consequências graves, até mesmo fatais. Além disso, a manutenção adequada dos ventiladores pulmonares pode prolongar sua vida útil, reduzir custos com reparos e garantir o máximo desempenho.

A manutenção regular dos equipamentos médicos, incluindo ventiladores pulmonares, é obrigatória por lei. As instituições de saúde são obrigadas a cumprir regulamentações específicas de segurança e qualidade para garantir a integridade dos dispositivos e a segurança dos pacientes.

No Brasil, durante a pandemia, houve um marco neste sentido após a criação da  RDC 386/2020.  Diante da necessidade de procedimentos extraordinários para fabricação, comercialização e doação de equipamentos, foram estabelecidos direcionamentos para clínicas e requisitos técnicos fundamentais para a fabricação e manutenção. 

As observações são válidas e até hoje podem servir de direcionamento para os procedimentos que necessitam de equipamentos de suporte respiratório. 

Quais cuidados sua equipe deve ter com o ventilador pulmonar?

Esses dispositivos requerem operação precisa e compreensão profunda de suas funcionalidades para garantir a segurança e eficácia do tratamento. A utilização dos  ventiladores exige treinamento especializado para evitar erros na configuração ou ajuste dos parâmetros ventilatórios. 

Além disso, a monitorização constante dos pacientes e dos parâmetros do ventilador é essencial para identificar qualquer problema ou necessidade de ajuste imediato.

Dentre outras questões essenciais, valeu mencionar: 

Limpeza regular

A limpeza regular é fundamental para prevenir a contaminação cruzada e garantir um ambiente seguro para os pacientes. A equipe hospitalar precisa seguir as instruções do fabricante para limpar as superfícies externas do ventilador pulmonar com desinfetantes adequados e se lembrar de desligar o dispositivo da fonte de alimentação antes de iniciar a limpeza.

Verificação dos parâmetros

É importante verificar e calibrar os parâmetros do ventilador pulmonar, como pressão inspiratória, frequência respiratória e volume corrente. Os ajustes devem estar de acordo com as necessidades do paciente e os padrões clínicos estabelecidos.

Inspeção visual

A gestão da sua clínica ou hospital deve fazer inspeções visuais periódicas para identificar sinais de desgaste, danos ou mau funcionamento. É importante ter atenção especial aos cabos, conectores e tubos, pois essas partes podem se deteriorar com o tempo e comprometer a segurança do paciente.

Treinamento da equipe

Toda a equipe que opera os ventiladores pulmonares precisa estar devidamente treinada e atualizada com relação aos procedimentos de cuidados e manutenção. Promova a conscientização sobre a importância desses cuidados para a segurança dos pacientes.

Registro de manutenção

Mantenha registros detalhados de todas as atividades de manutenção realizadas em cada ventilador pulmonar. Isso inclui datas de limpeza, calibração, substituição de peças e quaisquer problemas detectados durante as inspeções.  

O que mais você precisa saber?

Os ventiladores pulmonares desempenham um papel crucial no suporte à vida de pacientes com comprometimento respiratório. Portanto, é essencial que esses dispositivos recebam cuidados e manutenção adequados para garantir sua eficácia e segurança.

No momento da compra, priorize marcas de confiança e conhecidas do mercado. Como comentamos acima, as funcionalidades oferecidas pelo equipamento podem fazer muita diferença no atendimento e na atuação dos colaboradores.

Ao seguir as dicas apresentadas neste artigo e manter um programa de manutenção preventiva, você pode prolongar a vida útil dos ventiladores pulmonares e proporcionar um ambiente mais seguro para seus pacientes.  

Este conteúdo foi útil? Esperamos que sim! A MA Hospitalar é especialista em equipamentos hospitalares e atua com as marcas mais relevantes do mercado. Se você busca por ventiladores pulmonares ou outros dispositivos, conheça nossa loja.

Mesmo pessoas sem formação oficial na área da saúde podem usar um desfibrilador em casos de emergência; saiba como administrá-lo corretamente

Um dos aparelhos indispensáveis em ambientes hospitalares, o desfibrilador serve para tratar arritmias cardíacas potencialmente fatais, como fibrilação e taquicardia ventriculares. Sua função é enviar uma descarga elétrica controlada ao coração para restabelecer o ritmo dos batimentos.

Assim, é utilizado em situações de emergências, como em paradas cardíacas súbitas, que acontece quando o coração não consegue mais bombear sangue de maneira apropriada.

De forma um pouco mais detalhada, o disparo do choque de um desfibrilador despolariza as células do músculo cardíaco, descontinuando a atividade elétrica desorganizada.

Com isso, o marca-passo natural do coração – chamado de nó sinusal ou nó sinoatrial – recupera o controle cardíaco e restaura um ritmo regular e saudável.

Componentes do desfibrilador

Existem três componentes principais em um aparelho desfibrilador que, juntos, funcionam como um só mecanismo para o tratamento dos pacientes:

  1. Capacitor: armazena a energia e libera a descarga elétrica assim que o dispositivo é ativado
  2. Eletrodos: polos condutores de energia que fazem contato direto com o paciente; em desfibriladores externos, os eletrodos são colocados sobre a pele do peito
  3. Algoritmos de detecção de arritmia: são capazes de ler o ritmo cardíaco e identificar problemas que podem colocar a vida do paciente em risco, emitindo alertas quando há a necessidade de intervenção desfibrilar 

Como usar o desfibrilador corretamente?

Um médico segurando um desfibrilador

Para que a descarga elétrica seja administrada de maneira segura e eficaz, é preciso prestar atenção em alguns aspectos durante a operação do desfibrilador.

Siga os passos a seguir:

  1. Verifique se o local é apropriado. Caso haja água, fogo ou qualquer outro elemento perigoso, leve a vítima até um local seguro antes de qualquer intervenção.
  2. Pressione o botão liga/desliga para ativar o desfibrilador e abra a tampa do aparelho.
  3. Remova qualquer objetivo que interfira no acesso ao tórax do paciente, como roupas, acessórios e roupa íntima (como sutiã, por exemplo).
  4. Retire os eletrodos da embalagem e conecte-os ao aparelho.
  5. Remova as películas protetoras dos eletrodos. Depois, posicione uma pá na parte superior direita do tórax do paciente, abaixo da clavícula, e a outra na área inferior esquerda, abaixo da axila.
  6. Enquanto o dispositivo faz a análise dos batimentos cardíacos, mantenha-se do lado do paciente, mas evite contato direto (sem encostar) para que não haja interferências na leitura.
  7. Caso o sistema identifique arritmia perigosa, o botão com sinal de raio começará a piscar. Basta pressioná-lo para que o choque seja administrado, sempre lembrando de manter distância da vítima ao longo da descarga elétrica.

Recomenda-se fazer cerca de dois minutos (cinco ciclos) de manobras de RCP (ressuscitação cardiopulmonar) logo após o choque. O desfibrilador também indica o que deve ser feito. É importante seguir essas instruções para assegurar a estabilidade da vítima.

Se as manobras forem aplicadas por pessoas com treinamento mínimo, ou seja, por indivíduos que não sejam médicos qualificados, é imprescindível chamar ajuda profissional para socorrer a vítima. Enquanto a equipe de emergência não chega, os passos acima podem ser cuidadosamente executados.

Além da descarga elétrica, o desfibrilador é útil para fazer o monitoramento dos batimentos cardíacos. Portanto, mesmo após a aplicação do choque, o equipamento ainda pode ser utilizado para acompanhar a estabilidade do coração.

Quando o desfibrilador deve ser utilizado?

Como dito anteriormente, o desfibrilador deve ser usado em casos de desregulação cardíaca, como fibrilação ventricular e taquicardia ventricular.

Fibrilação ventricular

Acontece quando os ventrículos (câmaras inferiores do coração) se contraem de maneira desordenada, ineficiente e rápida além do normal. Isso é motivado por múltiplos impulsos elétricos desconexos.

Os sintomas são perda de consciência e capacidade de resposta, breves crises de convulsão e até lesões cerebrais irreversíveis pela falta de oxigenação no cérebro, caso o tratamento não seja providenciado em até cinco minutos.

Taquicardia ventricular

É definida como um ritmo cardíaco que se inicia nos ventrículos, produzindo frequência de, pelo menos, 120 batimentos por minuto. A frequência cardíaca normal é de 60 e 100 batimentos por minuto.

Os sinais são palpitações, fraqueza, tontura, dores no tórax, queda de pressão e insuficiência cardíaca.

Tipos de desfibrilador

Existem diferentes modelos de desfibrilador que cumprem as mesmas funções, mas cuja usabilidade depende do ambiente e estado geral do paciente.

Cardioversores/Desfibriladores Implantáveis (CDI)

Exclusivos para cirurgias, os dispositivos são colocados dentro do corpo, abaixo da clavícula, em pacientes com altas chances de fibrilação ou taquicardia ventriculares.

Desfibriladores Externos Manuais

Administrados por profissionais de saúde em hospitais e salas de emergência.

Configurados para uso integrado a outros equipamentos médicos, oferecem mais controle de energia.

Desfibriladores Externos Automáticos (DEA)

Dispositivos para manipulação por pessoas leigas ou com treinamento básico, são de tamanho que facilita o transporte e armazenamento. Podem ser encontrados em locais públicos e de grande circulação, como estações de trem/metrô, shoppings, aeroportos, etc.

Caso o aparelho identifique a necessidade de descarga elétrica a partir do ritmo cardíaco, oferece instruções de voz para administrá-lo corretamente.

Desfibrilador Externo Automático DEA i3

Um  desfibrilador dea i3

O Desfibrilador Externo Automático DEA i3 é um equipamento confiável e eficaz projetado para intervenções rápidas em casos de parada cardíaca. Além das características gerais dos DEA, o DEA i3 possui uma interface simples e intuitiva com instruções por voz do passo a passo que deve ser realizado.

Desfibrilador Externo Automático DEA i5

Um desfibrilador dea i5

O DEA i5 é um aparelho de fácil utilização com tela colorida, que facilita no momento da utilização, com imagens explicativas. O dispositivo, assim como o DRA i3, conta com instruções de voz para o momento da reanimação. O Desfibrilador Externo Automático DEA i5 possui também conexão Wi-fi e transmissão de dados para aplicativo em dispositivo móvel.

Desfibriladores Externos Semi-Automáticos (DESA)

São muito parecidos com o DEA, mas o operador deve apertar um botão para administrar o choque após a análise dos batimentos cardíacos.

Os DESAs são mais utilizados em locais onde há equipes treinadas, como empresas e instalações esportivas.

Uso correto do desfibrilador é indispensável

O desfibrilador é um equipamento que interfere diretamente em situações de grande perigo, agindo de maneira rápida e eficaz para reverter o quadro de arritmia cardíaca de uma vítima. Alguns modelos, inclusive, podem ser usados por pessoas que não atuam como profissionais de saúde – como é o caso do DEA e DESA.

No entanto, por mais que o aparelho seja essencial em emergências que envolvem o descontrole dos batimentos do coração, é indispensável que o operador saiba manipulá-lo de forma correta para que a descarga elétrica seja aplicada apropriadamente e, assim, salvar a vida do paciente.

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A precisão e a eficiência são pilares fundamentais no cuidado ao paciente e uma das prioridades para instituições hospitalares. Neste contexto, as bombas de infusão emergem como aliadas indispensáveis, que auxiliam na administração precisa de fluídos, medicamentos e nutrientes ao longo do tratamento médico.

Dominar o uso desses dispositivos requer compreender os tipos de bombas existentes, as configurações adequadas para cada situação clínica e, acima de tudo, familiaridade com as melhores práticas de segurança.

Preparamos este artigo com dicas essenciais para quem busca aprimorar seus conhecimentos e habilidades no uso desse equipamento. Para saber mais, continue a leitura.

O que é para o que serve a bomba de infusão?

A bomba de infusão é um equipamento que automatiza a administração de medicamentos, soros e outros fluidos essenciais ao paciente, permitindo que o processo seja feito de forma precisa e controlada. Ele é projetado para fornecer uma taxa de infusão constante ou variável, conforme prescrito pelo médico.

Um ponto importante é que a bomba de infusão permite que a experiência do paciente seja a mais agradável e tranquila possível, e faz com que os procedimentos sejam mais seguros, pois minimiza erros e permite que os profissionais da saúde controlem a velocidade e a quantidade da substância administrada.

A bomba de infusão é especialmente útil em casos clínicos em pacientes que requerem terapia intravenosa contínua, como na terapia intensiva, oncologia e na anestesiologia.

Quais são os principais tipos de bomba de infusão?

Existem diversos tipos de bombas de infusão, cada uma projetada para atender diferentes necessidades clínicas. Separamos alguns dos mais usados para que você entenda suas características: 

Bomba de infusão volumétrica 

Este tipo de bomba administra fluidos a uma taxa específica, geralmente em ml/hora. Ela é frequentemente usada para infundir soluções intravenosas, como soro fisiológico ou medicamentos diluídos em solução, em doses precisas ao longo do tempo.

Se você busca um equipamento com essas características, a Bomba de Infusão Modelo SYS-6010 Medcaptain é a mais indicada. O equipamento possui vários modos de infusão, é de fácil utilização e adaptável para diferentes situações. Um dos seus maiores diferenciais é a conectividade avançada, por meio do  Wi-fi, você consegue integrar o equipamento aos sistemas CIS ou HIS para compartilhamento de dados clínicos.

Bomba de infusão de seringa

Utilizada principalmente para administrar medicamentos em pequenas doses, a bomba de infusão de seringa é configurada com uma seringa contendo o medicamento e fornece uma infusão precisa a taxas muito baixas, geralmente em ml/hora ou ml/minuto.

A Bomba de Infusão TCI HP30 Neo MedCaptain é um dos melhores modelos do mercado, e é indicada para pacientes que estão em tratamentos intensivos. Dentre os seus diferenciais está a instalação automática da seringa, que simplifica e agiliza o processo de preparação.

Outra opção relevante é a Bomba de Infusão TCI Modelo Eleveld HP Medcaptain. O modelo é adaptável a todo tipo de paciente, de diferentes idades ou pesos, e facilita muito a transição para técnicas de anestesia venosa, permitindo uma adoção mais rápida e efetiva.

Bomba de infusão enteral

Utilizada para administrar alimentação enteral diretamente no trato gastrointestinal, a bomba de infusão enteral garante uma infusão controlada de fórmulas nutricionais em pacientes que não podem consumir alimentos pela via oral.

Bomba de infusão ambulatorial

Projetada para uso em ambientes fora do hospital, como em casa ou em clínicas especializadas, a bomba de infusão ambulatorial permite que os pacientes recebam terapias contínuas, como quimioterapia ou antibióticos, enquanto mantêm sua mobilidade e qualidade de vida.

Entenda os 5 cuidados essenciais na utilização da bomba de infusão

É crucial ter cuidado com a bomba de infusão por diversas razões, muitas delas relacionadas à segurança e ao bem-estar do paciente.

Mas o equipamento também influencia na qualidade do trabalho do profissional de saúde.

Ele ajuda com que o trabalho da equipe seja mais efetivo e rápido, e permite que os colaboradores dediquem tempo à avaliação clínica, monitoramento dos sinais vitais, comunicação com os pacientes e suas famílias.Dentre os cuidados essenciais, destacamos:

1.Realize a inspeção de forma regular

Antes de iniciar a infusão, é crucial inspecionar visualmente a bomba de infusão para garantir que esteja em boas condições, sem danos visíveis ou falhas operacionais. 

Verifique se todos os cabos e conexões estão seguros e se não há vazamentos ou obstruções nos tubos de infusão. A manutenção preventiva deve ser mantida em dia e feita de acordo com as instruções do fabricante.

2.Faça a calibração adequada do equipamento

Certifique-se de calibrar a bomba de infusão de acordo com as instruções do fabricante e de acordo com a taxa de infusão prescrita pelo médico. A calibração inadequada pode resultar em doses incorretas de medicamentos ou fluidos, colocando o paciente em risco.

3. Faça o monitoramento, mesmo que o equipamento seja automatizado

Durante o período de infusão, monitore a bomba de infusão para garantir que esteja funcionando corretamente e que a taxa de infusão esteja sendo mantida conforme prescrito. Fique atento a qualquer sinal de alarme ou anomalia na bomba e tome medidas imediatas para corrigir quaisquer problemas.

4. Preze pela higienização e assepsia do equipamento

Mantenha a bomba de infusão e todos os componentes relacionados limpos e higienizados de acordo com os protocolos de controle de infecção. Isso inclui a limpeza regular das superfícies externas da bomba, troca de filtros e acessórios.

5. Realize treinamentos contínuos da equipe

Todos os profissionais de saúde envolvidos na operação da bomba de infusão devem receber um treinamento adequado sobre seu uso seguro e eficaz. Além disso, devem estar atualizados sobre as diretrizes e melhores práticas relacionadas ao uso, por meio de educação continuada e participação em programas de desenvolvimento.

Aqui, vale reforçar o cuidado com os registros das infusões realizadas, Sua equipe pode fazer uma documentação que inclui detalhes sobre os medicamentos administrados, volumes infundidos, taxas de infusão, duração da infusão e quaisquer eventos adversos ou complicações observadas.

Seguir estas melhores práticas vai ajudar a sua instituição a garantir a segurança do paciente, prevenir erros de medicação e promover uma administração eficaz de medicamentos e fluidos por meio das bombas de infusão.

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Um sistema de chamada de enfermagem IP mais flexível e modular

A comunicação hospitalar é um tema que vem sendo estudado desde a década de 1990.¹ E cada vez mais, demonstra-se que a comunicação é um componente-chave para atendimentos de qualidade no ambiente hospitalar.2,3

Alguns estudos evidenciaram que a chamada de enfermagem foi capaz de reduzir interrupções desnecessárias, otimizar o tempo de atendimento e antecipar as necessidades dos pacientes.4

Percebeu-se também que a implementação dessa forma de assistência em outras instalações clínicas pode contribuir para o desenvolvimento de estratégias para melhores práticas, aumentando a confiança dos profissionais de enfermagem.5

Você conhece o sistema de chamada de enfermagem da Caretronic?

O NurseCare é um sistema avançado de chamada de enfermagem IP, concebido para otimizar a comunicação entre os pacientes e os prestadores de cuidados de saúde.

Além disso, é um sistema completo, inteligente e interativo que combina documentação de enfermagem e gerenciamento de saúde. É certificado pelos mais altos padrões de segurança (DIN VDE).

O sistema pode incorporar funcionalidades avançadas, como alertas em tempo real, comunicação de voz bidirecional e priorização de chamadas personalizável, para garantir uma resposta rápida e eficiente às necessidades dos pacientes.

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NurseCare: o sistema de chamada de enfermagem IP mais flexível e modular

Você pode adquirir apenas a configuração necessária para o seu sistema de chamada de enfermagem, em vez de todos os tipos de recursos desnecessários.

Pode escolher entre o nível básico e avançado, atualizar facilmente seu sistema e ainda adicionar recursos a qualquer momento.

Quais os principais benefícios do NurseCare?

  • Facilita o fluxo de trabalho dos profissionais de enfermagem e garante maior segurança ao paciente.
  • Sistema integrado que inclui sensores de queda, rastreamento de localização e botões de emergência, entre outros.
  • Centraliza processos de saúde e sistemas de chamadas de emergência em hospitais e ambientes de cuidados de saúde.
  • Otimiza despesas.
  • Melhora a qualidade e a eficiência dos cuidados de saúde.
  • Oferece a melhor solução para atendimento de pacientes e idosos em hospitais, clínicas e casas de longa permanência.

NurseTab, o terminal do posto de enfermagem

Um display touchscreen interativo que combina o sistema de chamada de enfermagem e toda a gestão de saúde em um único dispositivo. O NurseTab registra informações de cada quarto, como funcionários cadastrados, horário de atendimento, anotações de enfermagem e serviços prestados.

Vantagens do NurseTab

  • Gestão simplificada da informação: registra eficazmente as informações essenciais de cada quarto.
  • Solução tudo-em-um: integra perfeitamente um sistema de chamada de enfermagem com gestão de cuidados de saúde e documentação de enfermagem.
  • Experiência do usuário melhorada: interface de fácil utilização.
  • Comunicação e colaboração melhoradas: atualizações e alertas em tempo real mantêm toda a equipe informada.
  • Personalizável e escalonável: definições, notificações e níveis de acesso personalizáveis.
  • Resultados baseados em dados: relatórios e análises completas sobre os atendimentos.
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Botões de chamada

Além dos botões padrão, você pode escolher entre outros sensores e alarmes para melhorar a segurança e o atendimento ao paciente. O sistema permite que você escolha sua própria configuração, dando mais liberdade para adquirir um sistema que caiba no seu orçamento.

Botão de pressão em forma de pera

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Cabo de tração

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Botão de chamada e reposição, código azul

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Pulseiras e relógios sem fios.
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iNurse, aplicativo móvel para smartphone

Permite que a equipe clínica responda a chamadas de emergência via iNurse mesmo quando não está presente no posto de enfermagem. Em situações de emergência, o iNurse oferece chamada com um toque para a equipe de reanimação.

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InfoTab, display para corredor

O inovador display de corredor indica o local da chamada até o leito específico, o atendimento da equipe de saúde no quarto, a chamada de atendimento e oferece conteúdo sob demanda. Quando não há chamada ativa, o display pode mostrar atividades diárias, informações, previsão do tempo, menus e conteúdos opcionais.

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Relatórios de atividades

Com o NurseCall, é possível analisar todos os registros de atividades e, assim, adequar a rotina do hospital.

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Entre em contato e saiba mais!

Na MA Hospitalar, fornecemos soluções médico-hospitalares para diferentes finalidades, juntamente com o suporte necessário para sua unidade de saúde ou instituição.

Acesse nosso site ou loja virtual e explore equipamentos seguros, intuitivos e de fácil manuseio para um atendimento com excelência e eficácia para o seu paciente!

Referências 

  1. Coiera E and Tombs V. Communication behaviours in a hospital setting: an observational study. BMJ 1998: 316(7132): 673-676. 
  1. Miller ET, Deets C, and Miller RV. Nurse Call and the Work Environment: Lessons Learned. JNCQ 2001: 15(3): 7-15. 
  1. Toussaint PJ and Coiera E. Supporting communication in health care. Int J Med Inf 2005: 74(10): 779-781. 
  1. Tilka Miller, Elaine DNS, RN; Deets, Carol Ed.D., RN; Miller, Robert V. Ph.D.  Nurse Call Systems: Impact on Nursing Performance Journal of Nursing Care Quality11(3):p 36-43, fevereiro de 1997. 
  1. Jane Ciof® RN AppSc(Adv Nurs) GradDipEd(Nurs) MAppSc(Nurs) PhD. Nurses experiences of making decisions to call emergency assistance to their patients. Journal of Advanced Nursing, 2000, 32(1), 108±114 

Quem atua no setor da saúde sabe que a eficiência no ambiente hospitalar está diretamente conectada com o bom funcionamento dos equipamentos médicos. Além de garantir a continuidade dos serviços e sua vida útil dos dispositivos, a manutenção também visa a segurança das pessoas.

Um ponto importante é que a frequência da manutenção (corretiva ou preventiva), depende do tipo de equipamento, da intensidade do uso e das recomendações do fabricante. Mas, como regra geral, elas são obrigatórias e devem ser feitas conforme os direcionamentos legais do Ministério de Saúde e da ANVISA.

Qual deve ser a frequência das manutenções?

Além de seguir as normas legais e os direcionamentos do fabricante, como comentamos acima, existem outros fatores que influenciam nos períodos da manutenção e podem ajudar você a determinar o momento da manutenção. Para isso, observe: 

Indicadores de Desempenho

Monitorar indicadores de desempenho, como tempo médio entre falhas (MTBF) e tempo médio para reparo (MTTR), pode ajudar a identificar quando a manutenção é necessária. Se os indicadores começarem a mostrar um aumento nas falhas ou no tempo de inatividade do equipamento, isso pode ser um sinal de que a manutenção é necessária.

Feedback da equipe clínica

A equipe clínica pode identificar problemas ou sinais de desgaste que podem não ser aparentes em uma inspeção padrão. Portanto, é importante solicitar feedback regular da equipe para ajudar a determinar quando a manutenção é necessária.

Eventos adversos

Qualquer evento adverso relacionado ao equipamento, como falhas durante procedimentos médicos ou incidentes de segurança do paciente, deve ser investigado imediatamente. Esses eventos podem indicar a necessidade de manutenção corretiva ou ajustes no plano de manutenção preventiva.

Um médico mexendo em um equipamento hospitalar
Crédito: FreePik

Qual a diferença entre manutenção preditiva e corretiva?

Apesar dos dois procedimentos serem amplamente conhecidos no setor hospitalar, vale revisitar as diferenças entre eles e seus objetivos. Veja só:

A manutenção preventiva, como o próprio nome sugere, tem um caráter proativo. Através de inspeções periódicas, lubrificações, limpezas e calibrações regulares, busca-se identificar e corrigir pequenas falhas antes que se transformem em problemas maiores. 

Já a manutenção corretiva entra em cena quando um problema já se manifestou. Nesses casos, a equipe técnica especializada atua para diagnosticar a falha e repará-la o mais rápido possível, restaurando a funcionalidade do equipamento.

A manutenção dos equipamentos e uma boa gestão hospitalar

Equipamentos mal conservados podem representar riscos graves à saúde dos pacientes, atrasar procedimentos, gerar diagnósticos imprecisos e aumentar custos associados à reparação dos dispositivos.

Com organização e planejamento, fica mais fácil garantir que os ativos da instituição permaneçam em condições ideais para uso. Neste contexto, o gerenciamento passa pela criação de um cronograma, com priorização e mapeamento do que deve ser analisado.

De forma resumida, o plano pode ser dividido nessa ordem:

  • Planejamento e programação: que indica o que deve passar por uma vistoria, os setores em que se encontram e os prazos em que as manutenções devem ser feitas.
  • Execução: que envolve inspeções de rotina, substituições de peças desgastadas, reparação de falhas e a realização de testes de funcionamento.
  • Monitoramento e Controle: análise de indicadores que ajudam a avaliar a eficácia das estratégias de manutenção e identificar áreas de melhoria.

É importante que esse processo seja visto como um pilar estratégico da instituição, não apenas como uma obrigação legal ou um custo a ser minimizado. 

Ao adotar uma cultura que cuida da manutenção, a instituição garante a qualidade dos serviços, conscientiza os funcionários sobre o uso e ainda permite que a experiência do paciente não fique em segundo plano.

Como a manutenção dos equipamentos ajuda no inventário?

Um inventário hospitalar é um registro detalhado e sistemático de todos os bens e ativos presentes em uma instituição de saúde e serve para garantir o controle dos recursos.

Quando a manutenção dos equipamentos é eficaz, ela oferece um histórico e informações precisas, que permitem que os gestores acompanhem a vida útil dos aparelhos e, principalmente, tomem decisões estratégicas sobre investimentos e substituições. 

Quem deve fazer a manutenção dos equipamentos?

Esta é uma tarefa complexa, que exige profissionais qualificados e experientes, além do uso de ferramentas adequadas. De acordo com a RDC nº 2/2010 da ANVISA, a manutenção deve ser feita por especialistas, internos ou contratados externamente.

De forma geral, quem faz a manutenção são engenheiros e técnicos com formação específica. Além das manutenções, realizam o controle de qualidade dos equipamentos, o monitoramento de desempenho e o descarte seguro —  uma questão fundamental, pois evita a contaminação do meio ambiente e a proliferação de doenças.

Além disso, os equipamentos hospitalares que possuem parâmetros mensuráveis devem ser calibrados periodicamente, de acordo com as recomendações do fabricante.

Como os colaboradores podem ajudar nesse contexto?

Por fim, existe uma questão que não pode escapar quando se fala na manutenção dos equipamentos hospitalares: a capacitação adequada para os profissionais que vão usá-los. 

Seja por meio de workshops e treinamentos, certifique-se de que o time responsável consiga operar os equipamentos corretamente, de forma segura e com eficiência. 

Funcionários treinados estão mais propensos a buscar formas de melhorar os processos, ajudam a identificar oportunidades de otimização e a implementar melhores práticas do setor. Como eles estão na linha de frente e usam essas ferramentas no dia a dia, de certa forma, também garantem que a vida útil dos equipamentos seja maior.

Este artigo foi útil? A MA Hospitalar possui um time de especialistas em manutenção de equipamentos, que está pronta para ajudar a sua instituição sempre que necessário. Entre em contato conosco e saiba mais.

O DINAMAP é uma ferramenta exclusiva da GE Healhcare, presente nas linhas de monitores.

Se trata de um algoritmo que determina a PAM a partir do envelope oscilométrico, que se refere às pulsações coletadas durante uma determinação.

É a pulsação de maior amplitude registrada durante a determinação. Esta medida é baseada no conhecimento do comportamento da artéria sob um manguito insuflado e é utilizada por todos os fabricantes de dispositivos oscilométricos.

O que é PAM?

A pressão arterial média (PAM) é um termo utilizado para descrever a pressão média exercida pelo sangue nas paredes das artérias durante um ciclo cardíaco. É uma medida importante para avaliar a saúde cardiovascular de uma pessoa e pode fornecer informações valiosas sobre o funcionamento do coração e dos vasos sanguíneos.

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Como é calculada a Pressão Arterial Média? 

A pressão arterial média é calculada a partir das medidas da pressão sistólica e diastólica. A pressão sistólica é a pressão máxima exercida pelo sangue nas artérias quando o coração está se contraindo, enquanto a pressão diastólica é a pressão mínima quando o coração está relaxado entre as contrações. A fórmula para calcular a PAM é: PAM = pressão diastólica + 1/3 (pressão sistólica – pressão diastólica).

Qual é a importância da Pressão Arterial Média? 

A pressão arterial média é uma medida importante para avaliar a saúde cardiovascular de uma pessoa, pois reflete a pressão média exercida pelo sangue nas artérias ao longo do tempo. Uma PAM elevada pode indicar uma maior carga de trabalho para o coração e os vasos sanguíneos, aumentando o risco de doenças cardiovasculares, como hipertensão, doença arterial coronariana e acidente vascular cerebral.

Como a Pressão Arterial Média é afetada? 

A pressão arterial média pode ser afetada por diversos fatores, incluindo idade, sexo, estilo de vida, dieta, exercícios físicos, estresse, uso de medicamentos e condições médicas subjacentes. Por exemplo, o envelhecimento está associado a um aumento da rigidez das artérias, o que pode levar a uma elevação da PAM. Da mesma forma, o consumo excessivo de sal na dieta pode aumentar a pressão arterial, afetando a PAM.

Como a ferramenta DINAMAP pode ajudar? 

A Pressão Arterial Sistólica (PAS) e a Pressão Arterial Diastólica (PAD) são então determinadas a partir da PAM e do envelope. As medições DINAMAP são validadas em relação a uma referência intra-arterial. Um estudo independente de três dispositivos oscilométricos demonstrou que todos os três mediram com precisão a PAM quando comparados com uma referência intra-arterial.

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PAM CALCULADO A PAM é frequentemente calculada a partir de uma fórmula que é frequentemente conhecida como “regra dos 2/3”.

Foi desenvolvido para permitir o cálculo de uma estimativa da PAM a partir de determinações auscultatórias manuais. Esta fórmula é uma aproximação da PAM que se baseia em suposições sobre a forma do pulso da PA.

Mudanças individuais na forma do pulso afetam a precisão dessa fórmula. Várias referências esclarecem o problema do uso desta fórmula para MAP. Conclusão: O método de calculo da PAM não pode ser utilizado como comparativo ao método oscilométrico pois existem diferenças nos comportamentos e resultados.

Você sabe quais equipamentos GE Healthcare que possuem o DINAMAP? 

A ferramenta DINAMAP, que auxilia todos os profissionais de saúde em um atendimento mais dinâmico e preciso, se encontra em todas as linhas de monitores da GE Healthcare, desde nossa linha de entrada a mais premium. Veja alguns de nossos modelos.

Monitores B105, B125 e B155 da GE Healthcare.
Monitores B105, B125 e B155 da GE Healthcare.

Vantagens na monitorização da GE Healthcare

Melhore os resultados clínicos com excelência de monitoramento de paciente para suportar suas decisões de tratamento.

Evite escalonamento de tratamento desnecessário com percepções de paciente completas e algoritmos avançados que detectam deterioração de paciente mais cedo.

Apoie suas decisões clínicas com o hardware, software, algoritmos, parâmetros e consumíveis de monitoramento de paciente mais confiáveis da indústria.

Suporte qualidade de tratamento com configurações de alarme otimizadas, bem como algoritmos avançados que melhoram a vigilância, reduzem a fadiga de alarme, melhoram o fluxo de trabalho e criam um espaço de cura mais silencioso para os pacientes e suas famílias.

Entre em contato com a MA Hospitalar

Entre em contato com a MA Hospitalar para mais informações sobre os monitores da GE Healthcare. Oferecemos soluções avançadas e de qualidade, em busca dos melhores desfechos para a prática clínica!

Escolher a cama hospitalar adequada é fundamental para o conforto e recuperação dos pacientes. Mais do que um local para descanso, os leitos hospitalares oferecem funcionalidades que auxiliam no tratamento, facilitam o trabalho da equipe e ajudam na prevenção de complicações.

Independentemente se você optar por comprar ou alugar uma cama hospitalar, conhecer os tipos e suas configurações é importante para que a escolha seja a melhor possível. Afinal, existem várias opções disponíveis, que vão desde camas manuais simples até sistemas avançados de terapia.

Uma visão detalhada sobre os tipos de cama hospitalar

Cada tipo de cama hospitalar possui características, funções e aplicações próprias. A seguir, apresentamos um panorama com os principais tipos de cama e seus diferenciais: 

Cama hospitalar elétrica

Esta é uma opção versátil e completa, ideal para o ambiente hospitalar, pois oferece mais funcionalidades. Em geral, elas possibilitam o ajuste de altura, a inclinação do encosto e a elevação dos pés, tudo por meio de motores elétricos. 

Veja alguns exemplos:

Cama hospitalar azul

Este modelo é um dos principais exemplos de equipamentos que permitem o conforto e a segurança dos pacientes e facilitam a atuação da equipe. 

Com funções intuitivas, a cama tem uma usabilidade muito fácil e permite movimentações mais alinhadas às necessidades de quem a utiliza. Além disso, também possui um sistema de gerenciamento de microclima que limita os efeitos da temperatura e da umidade sobre o corpo do paciente.

Sua configuração oferece um ambiente livre de quedas, ajuda a manter a pele saudável dos pacientes e possui grades muito seguras. Dentre os seus diferenciais estão o contorno automático nos joelhos (que surge durante a elevação da cabeceira), os controles touchscreen e as luzes noturnas. 

Cama hospitalar vermelha

Segura e confortável, essa cama possui funções ideais para hospitais, clínicas e tratamentos em casa. Sua versatilidade também as torna uma ótima opção para uso em cuidados paliativos.

Dentre os seus diferenciais, vale citar o contorno automático inteligente que permite a elevação da cabeceira sem alta fricção, o comando CPR instantâneo (que volta o leito a posição horizontal em casos de emergência) e os protetores contra impacto.

Cama hospitalar verde

Esta é uma cama ideal para enfermarias,para home care e tratamentos não intensivos. O modelo une tecnologia e qualidade, oferecendo recursos básicos, mas fundamentais. 

Dentre as funcionalidades estão as articulações elétricas, a disponibilidade de grades laterais articulares e comando mecânico que retorna o leito na posição horizontal em casos de atendimento de emergência.

Além disso, ele possui os padrões do HBSW (Hospital Safety Work Group), uma entidade multidisciplinar que desenvolve e implementa políticas, procedimentos e práticas para prevenir acidentes, reduzir riscos e melhorar a segurança geral do ambiente hospitalar.

Camas semi-elétricas

Como o próprio nome sugere, esses modelos permitem ajustes elétricos para o tronco e manuais para os pés. Elas são interessantes, por exemplo, para pacientes que estão com a mobilidade da parte superior reduzida e buscam por um equipamento cômodo, de qualidade, e com bom custo benefício.

Cama hospitalar manual

Em geral, os ajustes feitos nesses modelos são realizados através de manivelas mecânicas. Apesar de serem mais econômicas, possuem menor variedade de funções e exigem um pouco mais de esforço na realização de ajustes. Esse modelo é indicado para pacientes que ainda possuem um grau de mobilidade.

Cama Hospitalar PPP

As camas pré parto, parto e pós parto (PPP)  são usadas em maternidades e oferecem estabilidade e suporte durante o nascimento do bebê, Elas reduzem riscos de quedas, acidentes e complicações.

Mesmo com uma extensão maior, elas permitem uma mobilidade importante no ambiente hospitalar, e podem ser usadas na troca de salas durante uma emergência. 

Em geral, esse modelo também é projetado para atender às necessidades de pacientes com peso elevado (acima de 150 kg), oferecendo maior resistência. Essas camas apresentam uma estrutura reforçada e extra larga, que permite mais ergonomia e segurança.

Existe alguma inovação importante nas camas hospitalares?

Sem dúvida, as camas hospitalares não ficam aquém das tecnologias voltadas para o setor da saúde. Hoje, os motores são muito mais silenciosos e permitem uma variedade maior de inclinações.

Outro ponto interessante é que os próprios colchões são mais “inteligentes”. Eles distribuem o peso do paciente de forma uniforme, reduzindo pontos de pressão e prevenindo úlceras por decúbito. Eles também estimulam a circulação sanguínea, reduzem a dor muscular e promovem o relaxamento do paciente.

Por fim, vale mencionar a conectividade desses equipamentos. Apesar de não ser uma inovação recente, são diferenciais que ajudam no tratamento do paciente. Seja por meio do Wi-fi ou bluetooth, a conexão facilita o controle remoto da cama, promovendo mais autonomia.

A cama ideal deve atender a necessidade de cada paciente

A escolha da cama hospitalar é uma decisão que impacta diretamente no conforto, segurança, bem-estar e qualidade de vida dos pacientes, além de influenciar no trabalho da equipe da sua instituição.

Agora que você conhece os principais tipos existentes no mercado, atente-se aos aspectos fundamentais, que devem ser considerados no momento da compra ou aluguel. Avalie fatores como:

  • Nível de mobilidade
  • Tipo de tratamento 
  • Recursos disponíveis

Ao considerar todos esses fatores, é possível escolher a cama hospitalar ideal para os seus pacientes, garantindo um ambiente propício para o descanso e recuperação. Se você busca por equipamentos avançados e com alta qualidade para a sua instituição hospitalar, conheça os produtos da MA Hospitalar.

Nos últimos anos, avanços significativos têm sido feitos na monitorização da profundidade anestésica durante procedimentos cirúrgicos.  

Um desses avanços é o desenvolvimento do SedLine®, um sensor que processa sinais eletroencefalográficos (EEG) brutos e exibe a profundidade da sedação como um Índice de Estado do Paciente (PSI) – por meio de um algoritmo.

Contudo, um desafio enfrentado pelos anestesiologistas é a interpretação incorreta dos dados, especialmente em pacientes idosos, o que pode levar a uma anestesia inadequada e consequências adversas.

Por conta disso, o Dr. Giorgio Pretto, Doutor em Anestesiologia pela Faculdade de Medicina da USP, CMOS Anestech e Embaixador Clínico da MA Hospitalar, analisou o artigo científico Update on the SedLine® algorithm for calculating the Patient State Index of older individuals during general anesthesia: a randomized controlled trial“, escrito pelos autores Shinju Obara, Rieko Oishi, Yuko Nakano, Yoshie Noji, Hideaki Ebana, Tsuyoshi Isosu, Shin Kurosawa e Masahiro Murakawa.

O estudo 

O estudo em questão, conduzido por pesquisadores do Masimo Corporation, teve como objetivo investigar se a utilização do algoritmo atualizado do SedLine poderia reduzir a ocorrência de valores imprecisos do PSi em pacientes idosos durante a anestesia geral.  

Trinta e seis pacientes com idades entre 60 e 85 anos foram incluídos no estudo e submetidos à anestesia venosa total. 

Principais resultados 

Os resultados mostraram uma redução significativa na incidência de PSi anormalmente alto (AHPSi) no grupo que utilizou o algoritmo atualizado do SedLine em comparação com o grupo que utilizou o algoritmo anterior.  

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Além disso, foi observado que valores mais baixos de Total EEG Power (TP) e o uso do algoritmo antigo tiveram um impacto significativo no aumento dos valores de PSI. 

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Conclusões do Dr. Giorgio Pretto 

Diante dos resultados apresentados, o Dr. Giorgio Pretto, enfatiza a importância desses achados para a prática clínica.  

Ele destaca que o novo algoritmo do SedLine demonstrou ser eficaz na redução de artefatos e na melhoria do processamento dos sinais EEG, especialmente em pacientes idosos. 

Principais pontos do novo algoritmo do SedLine 

  • Sensibilidade à Idade: O algoritmo atualizado leva em consideração os efeitos relacionados à idade nos sinais EEG, resultando em uma monitorização mais precisa em pacientes idosos. 
  • Melhor Filtragem de Artefatos: A nova versão do SedLine apresenta um filtro aprimorado para reduzir a interferência de artefatos nos sinais EEG, garantindo leituras mais confiáveis. 
  • Comparabilidade com BIS: Os resultados obtidos com o novo algoritmo do SedLine foram comparáveis aos valores do Bispectral Index (BIS), uma medida amplamente utilizada na monitorização da profundidade anestésica. 

Implicações clínicas 

Esses achados têm importantes implicações clínicas para os anestesiologistas, fornecendo uma ferramenta mais confiável e precisa para a monitorização da profundidade anestésica, especialmente em pacientes idosos.  

A utilização do novo algoritmo do SedLine pode contribuir para uma prática anestésica mais segura e eficaz, reduzindo o risco de complicações pós-operatórias e melhorando os resultados para os pacientes. 

Em suma, o estudo destaca o papel crucial da inovação tecnológica na área da anestesiologia e reforça a importância de uma abordagem baseada em evidências na prática clínica.  

O Dr. Giorgio Pretto e outros profissionais da área esperam que esses avanços continuem aprimorando a segurança e a qualidade dos cuidados perioperatórios, beneficiando assim os pacientes em todo o mundo. 

Fala conosco para mais informações

Entre em contato com a MA Hospitalar para saber mais sobre o monitor SEDLINE, que faz parte das soluções da Masimo.

Nosso objetivo é oferecer soluções avançadas e sempre buscar melhorar o cuidado com o paciente. Estamos aqui para ajudar e garantir que você receba o melhor atendimento possível!

Referências

  1. Obara S, Oishi R, Nakano Y, Noji Y, Ebana H, Isosu T, Kurosawa S, Murakawa M. Update on the SedLine® algorithm for calculating the Patient State Index of older individuals during general anesthesia: a randomized controlled trial. Minerva Anestesiol. 2021 Jul;87(7):774-785. doi: 10.23736/S0375-9393.21.14929-6. Epub 2021 May 3. PMID: 33938673.